"Tu jogas um jogo. Se não jogas no teu tabuleiro, jogas no tabuleiro de outra pessoa."
Um coisa é certa. Quem não sabe para onde vai todos os lugares são certos e errados. Tu tens talentos, gostos, energia, ideias, iniciativa, capacidade de trabalho, inteligência, saúde, dinheiro, amor, sucesso, sentido de humor e todas as capacidades necessárias para criares o teu próprio jogo.
Enquanto jogas em vários tabuleiros, aproveita para desenhar o teu. Cria os teus objectivos, afina as regras. Se tiveres um jogo divertido, estimulante, rentável e viciante muitas pessoas vão querer juntar-se a ti. Se não o tiveres irás continuar a jogar no tabuleiro dos outros, servindo somente os objectivos deles.
Não há nenhum mal nisso. Eu conheço muitas pessoas que preferem a sonolência à excitação, mas deves saber que não podes querer ao mesmo tempo estar adormecido e activo, construir algo e não fazer nada.
Joga o teu jogo. Por vezes faz parte do jogo a observação. Espia os melhores jogos que encontrares, joga com eles, aprende-os de memória, envolve-te. Quando deres por isso surgirá a tua própria agenda, os teus próprios objectivos, regras e tabuleiro. Usa-os e és senhor da tua própria vida. Livre.
Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Joga o teu jogo.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
De que tamanho é o seu mundo?
"O futuro permanece escondido até dos homens que o fazem."
Anatole France
Para ir de carro daqui até Paris não precisas de estar a ver toda a estrada daqui até lá, basta-te ver os próximos 50 metros. Não tens de ter todas as informações nem te ter o plano perfeito. Não tens de conhecer e avaliar todos os prós e contras. Planeia de 50 em 50 metros, executa, avalia, corrige. É assim que chegarás a Paris, à China ou onde quiseres.
Claro que tens sempre a opção de chegar à varanda, olhar para a vizinhança e ficar maravilhado com o tamanho do mundo, e isso pode ser suficiente para ti. Óptimo.
Em todo o caso, fica sabendo que o teu futuro será construído por ti, qualquer que ele seja mas que existe a possibilidade real de fazeres muitas grandes viagens e de te enriqueceres imensamente com elas. Vais construindo o teu futuro, mesmo sem conhecer que contornos terá. O que sabes é que será algo teu, propositado, e que não te vai, simplesmente, acontecer por acaso. Se não quiseres, não tens de ficar a olhar para os telhados dos vizinhos até conheceres de cor cada telha e cada mancha de tinta descascada em cada parede.
Garantias? Não há nenhumas. Riscos? Podem ser enormes ou minúsculos, depende do teu apego às coisas, ideias e preconceitos que poderás ter de sacrificar. Prémio? Independentemente do teu sucesso, o resultado será sempre, em todos os casos, no mínimo espectacular.
Anatole France
Para ir de carro daqui até Paris não precisas de estar a ver toda a estrada daqui até lá, basta-te ver os próximos 50 metros. Não tens de ter todas as informações nem te ter o plano perfeito. Não tens de conhecer e avaliar todos os prós e contras. Planeia de 50 em 50 metros, executa, avalia, corrige. É assim que chegarás a Paris, à China ou onde quiseres.
Claro que tens sempre a opção de chegar à varanda, olhar para a vizinhança e ficar maravilhado com o tamanho do mundo, e isso pode ser suficiente para ti. Óptimo.
Em todo o caso, fica sabendo que o teu futuro será construído por ti, qualquer que ele seja mas que existe a possibilidade real de fazeres muitas grandes viagens e de te enriqueceres imensamente com elas. Vais construindo o teu futuro, mesmo sem conhecer que contornos terá. O que sabes é que será algo teu, propositado, e que não te vai, simplesmente, acontecer por acaso. Se não quiseres, não tens de ficar a olhar para os telhados dos vizinhos até conheceres de cor cada telha e cada mancha de tinta descascada em cada parede.
Garantias? Não há nenhumas. Riscos? Podem ser enormes ou minúsculos, depende do teu apego às coisas, ideias e preconceitos que poderás ter de sacrificar. Prémio? Independentemente do teu sucesso, o resultado será sempre, em todos os casos, no mínimo espectacular.
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Os sete saberes necessários à educação do futuro
Os sete saberes necessários à educação do futuro não têm nenhum programa educativo, escolar ou universitário. Aliás, não estão concentrados no primário, nem no secundário, nem no ensino universitário, mas abordam problemas específicos para cada um desses níveis. Eles dizem respeito aos setes buracos negros da educação, completamente ignorados, subestimados ou fragmentados nos programas educativos. Programas esses que, na minha opinião, devem ser colocados no centro das preocupações sobre a formação dos jovens, futuros cidadãos.
O Conhecimento
O primeiro buraco negro diz respeito ao conhecimento. Naturalmente, o ensino fornece conhecimento, fornece saberes. Porém, apesar de sua fundamental importância, nunca se ensina o que é, de fato, o conhecimento. E sabemos que os maiores problemas neste caso são o erro e a ilusão.
Ao examinarmos as crenças do passado, concluímos que a maioria contém erros e ilusões. Mesmo quando pensamos em vinte anos atrás, podemos constatar como erramos e nos iludimos sobre o mundo e a realidade. E por que isso é tão importante? Porque o conhecimento nunca é um reflexo ou espelho da realidade. O conhecimento é sempre uma tradução, seguida de uma reconstrução. Mesmo no fenômeno da percepção, através do qual os olhos recebem estímulos luminosos que são transformados, decodificados, transportados a um outro código, que transita pelo nervo ótico, atravessa várias partes do cérebro para, enfim, transformar aquela informação primeira em percepção. A partir deste exemplo, podemos concluir que a percepção é uma reconstrução.
Tomemos um outro exemplo de percepção constante: a imagem do ponto de vista da retina. As pessoas que estão próximas parecem muito maiores do que aquelas que estão mais distantes, pois à distância, o cérebro não realiza o registro e termina por atribuir uma dimensão idêntica para todas as pessoas. Assim como os raios ultravioletas e infravermelhos que nós não vemos, mas sabemos que estão aí e nos impõem uma visão segundo as suas incidências. Portanto, temos percepções, ou seja, reconstruções, traduções da realidade. E toda tradução comporta o risco de erro. Como dizem os italianos "tradotore/traditore".
Também sabemos que não há nenhuma diferença intrínseca entre uma percepção e uma alucinação. Por exemplo: se tenho uma alucinação e vejo Napoleão ou Júlio César, não há nada que me diga que estou enganado, exceto o fato de saber que eles estão mortos. São os outros que vão me dizer se o que vejo é verdade ou não. Quero dizer com isso que estamos sempre ameaçados pela alucinação. Até nos processos de leitura isto acontece. Nós sabemos que não seguimos a linha do que está escrito, pois, às vezes, nossos olhos saltam de uma palavra para outra e reconstroem o conjunto de uma maneira quase alucinatória. Neste momento, é o nosso espírito que colabora com o que nós lemos. E não reconhecemos os erros porque deslizamos neles. O mesmo acontece, por exemplo, quando há um acidente de carro. As versões e as visões do acidente são completamente diferentes, principalmente pela emoção e pelo fato das pessoas estarem em ângulos diferentes.
No plano histórico há erros, se me permitem o jogo de palavras, histéricos. Tomemos um exemplo um pouco distante de nós: os debates sobre a Primeira Guerra Mundial.Uma época em que a França e a Alemanha tinham partidos socialistas fortes, potentes e muito pacifistas, e que, evidentemente, eram contrários à guerra que se anunciava. Mas, a partir do momento em que se desencadeou a guerra, os dois partidos se lançaram, massivamente a uma campanha de propaganda, cada um imputando ao outro os atos mais ignóbeis. Isto durou até o fim da guerra. Hoje, podemos constatar com os eventos trágicos do Oriente Médio a mesma maneira de tratar a informação. Cada um prefere camuflar a parte que lhe é desvantajosa para colocar em relevo a parte criminosa do outro.
Este problema se apresenta de uma maneira perceptível e muito evidente, porque as traduções e as reconstruções são também um risco de erro e muitas vezes o maior erro é pensar que a idéia é a realidade. E tomar a idéia como algo real é confundir o mapa com o terreno.
Outras causas de erro são as diferenças culturais, sociais e de origem. Cada um pensa que suas idéias são as mais evidentes e esse pensamento leva a idéias normativas. Aquelas que não estão dentro desta norma, que não são consideradas normais, são julgadas como um desvio patológico e são taxadas como ridículas. Isso não ocorre somente no domínio das grandes religiões ou das ideologias políticas, mas também das ciências. Quando Watson e Crick decodificaram a estrutura do código genético, o DNA (ácido desoxirribonucléico), surpreenderam e escandalizaram a maioria dos biólogos, que jamais imaginavam que isto poderia ser transcrito em moléculas químicas. Foi preciso muito tempo para que essas idéias pudessem ser aceitas.
Na realidade, as idéias adquirem consistência como os deuses nas religiões. É algo que nos envolve e nos domina a ponto de nos levar a matar ou morrer. Lenin dizia: "os fatos são teimosos, mas, na realidade, as idéias são ainda mais teimosas do que os fatos e resistem aos fatos durante muito tempo". Portanto, o problema do conhecimento não deve ser um problema restrito aos filósofos. É um problema de todos e cada um deve levá-lo em conta desde muito cedo e explorar as possibilidades de erro para ter condições de ver a realidade, porque não existe receita milagrosa.
O Conhecimento Pertinente
O segundo buraco negro é que não ensinamos as condições de um conhecimento pertinente, isto é, de um conhecimento que não mutila o seu objeto. Nós seguimos, em primeiro lugar, um mundo formado pelo ensino disciplinar. É evidente que as disciplinas de toda ordem ajudaram o avanço do conhecimento e são insubstituíveis. O que existe entre as disciplinas é invisível e as conexões entre elas também são invisíveis. Mas isto não significa que seja necessário conhecer somente uma parte da realidade. É preciso ter uma visão capaz de situar o conjunto. É necessário dizer que não é a quantidade de informações, nem a sofisticação em Matemática que podem dar sozinhas um conhecimento pertinente, mas sim a capacidade de colocar o conhecimento no contexto.
A economia, que é das ciências humanas, a mais avançada, a mais sofisticada, tem um poder muito fraco e erra muitas vezes nas suas previsões, porque está ensinando de modo a privilegiar o cálculo. Com isso, acaba esquecendo os aspectos humanos, como o sentimento, a paixão, o desejo, o temor, o medo. Quando há um problema na bolsa, quando as ações despencam, aparece um fator totalmente irracional que é o pânico, e que, freqüentemente, faz com que o fator econômico tenha a ver com o humano, ligando-se, assim, à sociedade, à psicologia, à mitologia. Essa realidade social é multidimensional e o econômico é apenas uma dimensão dessa sociedade. Por isso, é necessário contextualizar todos os dados.
Se não houver, por exemplo, a contextualização dos conhecimentos históricos e geográficos, cada vez que aparecer um acontecimento novo que nos fizer descobrir uma região desconhecida, como o Kosovo, o Timor ou a Serra Leoa, não entenderemos nada. Portanto, o ensino por disciplina, fragmentado e dividido, impede a capacidade natural que o espírito tem de contextualizar. E é essa capacidade que deve ser estimulada e desenvolvida pelo ensino, a de ligar as partes ao todo e o todo às partes. Pascal dizia, já no século XVII: "não se pode conhecer as partes sem conhecer o todo, nem conhecer o todo sem conhecer as partes".
O contexto tem necessidade, ele mesmo, de seu próprio contexto. E o conhecimento, atualmente, deve se referir ao global. Os acidentes locais têm repercussão sobre o conjunto e as ações do conjunto sobre os acidentes locais. Isso foi comprovado depois da guerra do Iraque, da guerra da Iugoslávia e, atualmente, pode ser verificado com o conflito do Oriente Médio.
A Identidade Humana
O terceiro aspecto é a identidade humana. É curioso que nossa identidade seja completamente ignorada pelos programas de instrução. Podemos perceber alguns aspectos do homem biológico em Biologia, alguns aspectos psicológicos em Psicologia, mas a realidade humana é indecifrável. Somos indivíduos de uma sociedade e fazemos parte de uma espécie. Mas, ao mesmo tempo em que fazemos parte de uma sociedade, temos a sociedade como parte de nós, pois desde o nosso nascimento a cultura nos imprime. Nós somos de uma espécie, mas ao mesmo tempo a espécie é em nós e depende de nós. Se nos recusamos a nos relacionar sexualmente com um parceiro de outro sexo, acabamos com a espécie. Portanto, o relacionamento entre indivíduo-sociedade-espécie é como a trindade divina, um dos termos gera o outro e um se encontra no outro. A realidade humana é trinitária.
Eu acredito ser possível a convergência entre todas as ciências e a identidade humana. Um certo número de agrupamentos disciplinares vai favorecer esta convergência. É necessário reconhecer que, na segunda metade do século XX, houve uma revolução científica, reagrupando as disciplinas em ciências pluridisciplinares. Assim, há a cosmologia, as ciências da terra, a ecologia e a pré-história.
Por outro lado, as ciências da terra nos inscrevem neste planeta formado por fragmentos cósmicos, resultados de uma explosão de sóis anteriores. Resta saber como estes fragmentos reunidos e aglomerados puderam criar uma tal organização, uma auto-organização, para nos dar este planeta. É necessário mostrar que ele gerou a vida, e a nós somos, filhos da vida. A biologia, com a teoria da evolução, nos prova como trazemos dentro de nós, efetivamente, o processo de desenvolvimento da primeira célula vivente, que se multiplicou e se diversificou.
Quando sonhamos com nossa identidade, devemos pensar que temos partículas que nasceram no despertar do universo. Temos átomos de carbono que se formaram em sóis anteriores ao nosso, pelo encontro de três núcleos de hélio que se constituíram em moléculas e neuromoléculas na terra. Somos todos filhos do cosmos, mas nos transformamos em estranhos através de nosso conhecimento e de nossa cultura. Portanto, é preciso ensinar a unidade dos três destinos, porque somos indivíduos, mas como indivíduos somos, cada um, um fragmento da sociedade e da espécie Homo sapiens, à qual pertencemos. E o importante é que somos uma parte da sociedade, uma parte da espécie, seres desenvolvidos sem os quais a sociedade não existe. A sociedade só vive com essas interações.
É importante, também, mostrar que, ao mesmo tempo em que o ser humano é múltiplo, ele é parte de uma unidade. Sua estrutura mental faz parte da complexidade humana. Portanto, ou vemos a unidade do gênero e esquecemos a diversidade das culturas e dos indivíduos, ou vemos a diversidade das culturas e não vemos a unidade do ser humano. Esse problema vem causando polêmicas desde o século XVIII, quando Voltaire disse: "os chineses são iguais a nós, têm paixões, choram". E Herbart, o pensador alemão, afirmou: "entre uma cultura e outra não há comunicação, os seres são diferentes". Os dois tinham razão, mas na realidade essas duas verdades têm que ser articuladas. Nós temos os elementos genéticos da nossa diversidade e, é claro, os elementos culturais da nossa diversidade.
É preciso lembrar que rir, chorar, sorrir, não são atos aprendidos ao longo da educação, são inatos, mas modulados de acordo com a educação. Heigerfeld fez uma observação sobre uma jovem surda-muda de nascença que ria, chorava e sorria. Atualmente, estudos demonstram que o feto começa a sorrir no ventre da mãe. Talvez porque não saiba o que o espera depois... Mas isso nos permite entender a nossa realidade, nossa diversidade e singularidade.
Chegamos, então, ao ensino da literatura e da poesia. Elas não devem ser consideradas como secundárias e não essenciais. A literatura é para os adolescentes uma escola de vida e um meio para se adquirir conhecimentos. As ciências sociais vêem categorias e não indivíduos sujeitos a emoções, paixões e desejos. A literatura, ao contrário, como nos grandes romances de Tolstoi, aborda o meio social, o familiar, o histórico e o concreto das relações humanas com uma força extraordinária. Podemos dizer que as telenovelas também nos falam sobre problemas fundamentais do homem; o amor, a morte, a doença, o ciúme, a ambição, o dinheiro. Temos que entender que todos esses elementos são necessários para entender que a vida não é aprendida somente nas ciências formais. E a literatura tem a vantagem de refletir sobre a complexidade do ser humano e sobre a quantidade incrível de seus sonhos.
Podemos, então, compreender a complexidade humana através da literatura. A poesia nos ensina a qualidade poética da vida, essa qualidade que nós sentimos diante de fatos da realidade. Como, por exemplo, os espetáculos da natureza: o céu de Brasília que é tão bonito. A vida não deve ser uma prosa que se faça por obrigação. A vida é viver poeticamente na paixão, no entusiasmo.
Para que isso aconteça, devemos fazer convergir todas as disciplinas conhecidas para a identidade e para a condição humana, ressaltando a noção de homo sapiens; o homem racional e fazedor de ferramentas, que é, ao mesmo tempo, louco e está entre o delírio e o equilíbrio, nesse mundo de paixões em que o amor é o cúmulo da loucura e da sabedoria.
O homem não se define somente pelo trabalho, mas também pelo jogo. Não só as crianças, como também os adultos gostam de jogar. Por isso vemos partidas de futebol. Nós somos Homo ludens, além de Homo economicus. Não vivemos só em função do interesse econômico. Há, também, o homo mitologicus, isto é, vivemos em função de mitos e crenças. Enfim o homem é prosaico e poético. Como dizia Hölderling: "O homem habita poeticamente na terra, mas também prosaicamente e se a prosa não existisse, não poderíamos desfrutar da poesia".
A Compreensão Humana
O quarto aspecto é sobre a compreensão humana. Nunca se ensina sobre como compreender uns aos outros, como compreender nossos vizinhos, nossos parentes, nossos pais. O que significa compreender?
A palavra compreender vem do latim, compreendere, que quer dizer: colocar junto todos os elementos de explicação, ou seja, não ter somente um elemento de explicação, mas diversos. Mas a compreensão humana vai além disso, porque, na realidade, ela comporta uma parte de empatia e identificação. O que faz com que se compreenda alguém que chora, por exemplo, não é analisar as lágrimas no microscópio, mas saber o significado da dor, da emoção. Por isso, é preciso compreender a compaixão, que significa sofrer junto. É isto que permite a verdadeira comunicação humana.
A grande inimiga da compreensão é a falta de preocupação em ensiná-la. Na realidade, isto está se agravando, já que o individualismo ganha um espaço cada vez maior. Estamos vivendo numa sociedade individualista, que favorece o sentido de responsabilidade individual, que desenvolve o egocentrismo, o egoísmo e que, consequentemente, alimenta a autojustificação e a rejeição ao próximo. A redução do outro, a visão unilateral e a falta de percepção sobre a complexidade humana são os grandes empecilhos da compreensão. Outro aspecto da incompreensão é a indiferença. E, por este lado, é interessante abordar o cinema, que os intelectuais tanto acusam de alienante. Na verdade, o cinema é uma arte que nos ensina a superar a indiferença, pois transforma em heróis os invisíveis sociais, ensinando-nos a vê-los por um outro prisma. Charlie Chaplin, por exemplo, sensibilizou platéias inteiras com o personagem do vagabundo. Outro exemplo é Coppola, que popularizou os chefes da Máfia com "O Chefão". No teatro, temos a complexidade dos personagens de Shakspeare: reis, gangsters, assassinos e ditadores. No cinema, como na filosofia de Heráclito: "Despertados, eles dormem". Estamos adormecidos, apesar de despertos, pois diante da realidade tão complexa, mal percebemos o que se passa ao nosso redor.
Por isso, é importante este quarto ponto: compreender não só os outros como a si mesmo, a necessidade de se auto-examinar, de analisar a autojustificação, pois o mundo está cada vez mais devastado pela incompreensão, que é o câncer do relacionamento entre os seres humanos.
A Incerteza
O quinto aspecto é a incerteza. Apesar de, nas escolas, ensinar-se somente as certezas, como a gravitação de Newton e o eletromagnetismo, atualmente a ciência tem abandonado determinados elementos mecânicos para assimilar o jogo entre certeza e incerteza, da micro-física às ciências humanas. É necessário mostrar em todos os domínios, sobretudo na história, o surgimento do inesperado. Eurípides dizia no fim de três de suas tragédias que: "os deuses nos causam grandes surpresas, não é o esperado que chega e sim o inesperado que nos acontece". É a velha idéia de 2.500 anos, que nós esquecemos sempre.
As ciências mantêm diálogos entre dados hipotéticos e outros dados que parecem mais prováveis. Os processos físicos, assim como outros também, pressupõem variações que nos levam à desordem caótica ou à criação de uma nova organização, como nas teorias sobre a incerteza de Prigogine, baseadas nos exemplos dos turbilhões de Born. Analisando retroativamente a história da vida, constata-se que ela não foi linear, que não teve uma evolução de baixo para cima. A evolução segundo Darwin foi uma evolução composta de ramificações, a exemplo do mundo vegetal e o mundo animal. O homem vem de uma dessas ramificações e conseguiu chegar à consciência e à inteligência, mas não somos a meta da evolução, fazemos parte desse processo. A história da vida foi, na verdade, marcada por catástrofes.
As duas guerras mundiais destruíram muito na primeira metade do século XX. Três grandes impérios da época, por exemplo, o romano-otomano, o austro-húngaro e o soviético, desapareceram.
Isto nos demonstra a necessidade de ensinar o que chamamos de ecologia da ação: a atitude que se toma quando uma ação é desencadeada e escapa ao desejo e às intenções daquele que a provocou, desencadeando influências múltiplas que podem desviá-la até para o sentido oposto ao intencionado.
A história humana está repleta de exemplos dessa natureza. O mais evidente no final do século XX foi o projeto político de Gorbatchev, que pretendeu reformar o sistema político da União Soviética, mas acabou provocando o começo de sua própria desagregação e implosão.
Assim tem acontecido em todas as etapas da história. O inesperado aconteceu e acontecerá, porque não temos futuro e não temos certeza nenhuma do futuro. As previsões não foram concretizadas, não existe determinismo do progresso. Os espíritos, portanto, têm que ser fortes e armados para enfrentarem essa incerteza e não se desencorajarem.
Essa incerteza é uma incitação à coragem. A aventura humana não é previsível, mas o imprevisto não é totalmente desconhecido. Somente agora se admite que não se conhece o destino da aventura humana. É necessário tomar consciência de que as futuras decisões devem ser tomadas contando com o risco do erro e estabelecer estratégias que possam ser corrigidas no processo da ação, a partir dos imprevistos e das informações que se tem.
A Condição Planetária
O sexto aspecto é a condição planetária, sobretudo na era da globalização no século XX – que começou, na verdade no século XVI com a colonização da América e a interligação de toda a humanidade. Esse fenômeno que estamos vivendo hoje, em que tudo está conectado, é um outro aspecto que o ensino ainda não tocou, assim como o planeta e seus problemas, a aceleração histórica, a quantidade de informação que não conseguimos processar e organizar.
Este ponto é importante porque existe, neste momento, um destino comum para todos os seres humanos. O crescimento da ameaça letal se expande em vez de diminuir: a ameaça nuclear, a ameaça ecológica, a degradação da vida planetária. Ainda que haja uma tomada de consciência de todos esses problemas, ela é tímida e não conduziu ainda a nenhuma decisão efetiva. Por isso, faz-se urgente a construção de uma consciência planetária.
É necessária uma certa distância em relação ao imediato para podermos compreendê-lo. E, atualmente, dada a aceleração e a complexidade do mundo, é quase impossível. Mas, faz-se necessário ressaltar, é esta a dificuldade. É necessário ensinar que não é suficiente reduzir a um só a complexidade dos problemas importantes do planeta, como a demografia, ou a escassez de alimentos, ou a bomba atômica, ou a ecologia. Os problemas estão todos amarrados uns aos outros.
Daqui para frente, existem, sobretudo, os perigos de vida e morte para a humanidade, como a ameaça da arma nuclear, como a ameaça ecológica, como o desencadeamento dos nacionalismos acentuados pelas religiões. É preciso mostrar que a humanidade vive agora uma comunidade de destino comum.
A Antropo-ética
O último aspecto é o que vou chamar de antropo-ético, porque os problemas da moral e da ética diferem a depender da cultura e da natureza humana. Existe um aspecto individual, outro social e outro genético, diria de espécie. Algo como uma trindade em que as terminações são ligadas: a antropo-ética. Cabe ao ser humano desenvolver, ao mesmo tempo, a ética e a autonomia pessoal (as nossas responsabilidades pessoais), além de desenvolver a participação social (as responsabilidades sociais), ou seja, a nossa participação no gênero humano, pois compartilhamos um destino comum.
A antropo-ética tem um lado social que não tem sentido se não for na democracia, porque a democracia permite uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve se sentir solidário e responsável. A democracia permite aos cidadãos exercerem suas responsabilidades através do voto. Somente assim é possível fazer com que o poder circule, de forma que aquele que foi uma vez controlado, terá a chance de controlar. Porque a democracia é, por princípio, um exercício de controle.
Não existe, evidentemente, democracia absoluta. Ela é sempre incompleta. Mas sabemos que vivemos em uma época de regressão democrática, pois o poder tecnológico agrava cada vez mais os problemas econômicos. Na verdade, é importante orientar e guiar essa tomada de consciência social que leva à cidadania, para que o indivíduo possa exercer sua responsabilidade.
Por outro lado, a ética do ser humano está se desenvolvendo através das associações não-governamentais, como os Médicos Sem Fronteiras, o Greenpeace, a Aliança pelo Mundo Solidário e tantas outras que trabalham acima de entidades religiosas, políticas ou de Estados nacionais, assistindo aos países ou às nações que estão sendo ameaçadas ou em graves conflitos. Devemos conscientizar a todos sobre essas causas tão importantes, pois estamos falando do destino da humanidade.
Seremos capazes de civilizar a terra e fazer com que ela se torne uma verdadeira pátria? Estes são os sete saberes necessários ao ensino. E não digo isso para modificar programas. Na minha opinião, não temos que destruir disciplinas, mas sim integrá-las, reuni-las em uma ciência como, por exemplo, as ciências da terra (a sismologia, a vulcanologia, a meteorologia), todas elas articuladas em uma concepção sistêmica da terra.
Penso que tudo deva estar integrado para permitir uma mudança de pensamento; para que se transforme a concepção fragmentada e dividida do mundo, que impede a visão total da realidade. Essa visão fragmentada faz com que os problemas permaneçam invisíveis para muitos, principalmente para muitos governantes.
E hoje que o planeta já está, ao mesmo tempo, unido e fragmentado, começa a se desenvolver uma ética do gênero humano, para que possamos superar esse estado de caos e começar, talvez, a civilizar a terra.
Por Edgar Morin
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sábado, 25 de setembro de 2010
5 minutos
"Há pessoas tão aborrecidas que nos fazem perder um dia inteiro em 5 minutos."
Jules Renard
Por outro lado também há pessoas tão geniais que nos fazem ganhar o ano em 5 minutos. As do primeiro grupo, vivem lamentando derrotas passadas, os do segundo grupo saboreando hoje e partilhando contigo as vitórias futuras.
O mais interessante é que podes realmente escolher com quem queres passar a maior parte do teu tempo e de quem queres receber influências.
Escolhe sensatamente.
Jules Renard
Por outro lado também há pessoas tão geniais que nos fazem ganhar o ano em 5 minutos. As do primeiro grupo, vivem lamentando derrotas passadas, os do segundo grupo saboreando hoje e partilhando contigo as vitórias futuras.
O mais interessante é que podes realmente escolher com quem queres passar a maior parte do teu tempo e de quem queres receber influências.
Escolhe sensatamente.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Oliver Stone on Bankers
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A adrenalina de criar algo novo
"É preciso ter dúvidas. Só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos."
Orson Welles
Achas que sabes tudo o que é preciso saber e fizeste tudo o que é preciso fazer? Não estás em desiquilíbrio para a frente, quase saboreando já o que está para vir, sentindo a exaltação da descoberta? Não sentes o chão fugir debaixo dos pés e uma vertigem? Dúvidas? Medo? Não?!
Não te obrigas a sair do mapa? A explorar uma actividade nova, a realizar um sonho antigo ou novo? E isso não te deixa aterrorizado?
Olha, a mim sim. Eu quase me borro quando penso na incerteza e na insegurança de fazer algo ambicioso que nunca fiz antes. Os riscos são imensos e a recompensa incerta. Contudo deixa que te diga: faço isso todos os dias e não há nada que se compare à adrenalina de criar algo novo mesmo no fio da navalha, ao risco de nos expormos ao ridículo ou de nos tornarmos heróis.
Se encontrares um caminho que te proporcione estas aventuras percorre-o com entusiasmo e aceita com agrado tanto o bom como o mau resultado porque ambos fazem parte da aventura.
Orson Welles
Achas que sabes tudo o que é preciso saber e fizeste tudo o que é preciso fazer? Não estás em desiquilíbrio para a frente, quase saboreando já o que está para vir, sentindo a exaltação da descoberta? Não sentes o chão fugir debaixo dos pés e uma vertigem? Dúvidas? Medo? Não?!
Não te obrigas a sair do mapa? A explorar uma actividade nova, a realizar um sonho antigo ou novo? E isso não te deixa aterrorizado?
Olha, a mim sim. Eu quase me borro quando penso na incerteza e na insegurança de fazer algo ambicioso que nunca fiz antes. Os riscos são imensos e a recompensa incerta. Contudo deixa que te diga: faço isso todos os dias e não há nada que se compare à adrenalina de criar algo novo mesmo no fio da navalha, ao risco de nos expormos ao ridículo ou de nos tornarmos heróis.
Se encontrares um caminho que te proporcione estas aventuras percorre-o com entusiasmo e aceita com agrado tanto o bom como o mau resultado porque ambos fazem parte da aventura.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Vê em antecipação
"Se juntares acção a cada sonho, sempre que sonhares estás a prever o futuro."
Quando entras num quarto escuro levas a mão ao interruptor e acendes a luz. Não precisas de fazer um curso de auto-motivação nem de estudar técnicas e estratégias de alto desempenho, nem de um coach que te guie. Não precisas de gerar poderes mentais metafísicos, nem de acreditar em ti mesmo. Carregas no botão: acende-se a luz.
O mesmo se passa com os teus sonhos. Exactamente o mesmo. Vês o sonho, ages nele: acende-se a luz. Ponto final.
Deste modo eu descobri uma forma de prever o meu futuro, muito mais eficaz que a futurologia, profecias, astrologia ou quiromância: sonhar e agir.
E tu dizes: "mas eu não tenho sonhos!" Toda a gente tem sonhos. Se dizes que não tens é porque os perdeste por qualquer motivo. Vai atrás deles. Agora não é tarde demais, mas também não é cedo demais.
Acha-os, limpa-lhes o pó e age sobre eles. Prevê (vê em antecipação) e constrói o teu futuro.
Quando entras num quarto escuro levas a mão ao interruptor e acendes a luz. Não precisas de fazer um curso de auto-motivação nem de estudar técnicas e estratégias de alto desempenho, nem de um coach que te guie. Não precisas de gerar poderes mentais metafísicos, nem de acreditar em ti mesmo. Carregas no botão: acende-se a luz.
O mesmo se passa com os teus sonhos. Exactamente o mesmo. Vês o sonho, ages nele: acende-se a luz. Ponto final.
Deste modo eu descobri uma forma de prever o meu futuro, muito mais eficaz que a futurologia, profecias, astrologia ou quiromância: sonhar e agir.
E tu dizes: "mas eu não tenho sonhos!" Toda a gente tem sonhos. Se dizes que não tens é porque os perdeste por qualquer motivo. Vai atrás deles. Agora não é tarde demais, mas também não é cedo demais.
Acha-os, limpa-lhes o pó e age sobre eles. Prevê (vê em antecipação) e constrói o teu futuro.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
A força que tem uma ideia
"E, contudo, ela move-se."
Galileo Galilei
Galileo afirmava que era a Terra que se movia em torno do Sol e não o contrário. A inquisição prendeu-o e julgou-o. Poucos anos antes um outro cientista de nome Giordano Bruno tinha ardido na fogueira por afirmar semelhante coisa. Confrontado com a mesma perspectiva para si próprio Galileo retratou-se e afirmou no julgamento que efectivamente era o Sol que se movimentava. Depois de afirmar isto, diz a lenda, ele concluiu, "mesmo assim, ela move-se", ou antes: "eppure si muove".
Apesar de todos os esforços da mais poderosa instituição da época, algumas sementes da verdade tinham sido semeadas e cresciam de forma imparável. Copérnico, Giordano Bruno e Galileo são somente alguns nomes, houve alguns outros, mas não mais de uma meia dúzia. Achas que haverá alguém hoje no mundo que pense ainda que é o Sol que corre à volta da Terra? Talvez haja ainda alguma, mas esta ideia foi consumida pela observação dos factos.
Serve esta história para ilustrar a força que tem uma ideia cuja hora chegou. Podem lutar contra ela, podem tentar escondê-la e acabar com ela, mas a energia própria que possui torna-a inextinguível. Acontece todos os dias. No início do cristianismo, e do islão, por exemplo, no meio das perseguições prosperaram, o início da idade da razão, no sec XVIII, a chamada era do Aquário e a explosão de espiritualidade individual, etc.
Tu tens a tua própria ideia cuja hora chegou, sentes que nada te pode parar. Se for uma ideia muito boa irá encontrar muita oposição porque irá revolucionar algumas formas de pensar, a começar pela tua. Não desistas de a acarinhar e desenvolver mesmo quando te sentires obrigado a engolir uns sapos por ela, pensa como o Galileo: "Eppure si muove", "mesmo assim ela move-se".
Galileo Galilei
Galileo afirmava que era a Terra que se movia em torno do Sol e não o contrário. A inquisição prendeu-o e julgou-o. Poucos anos antes um outro cientista de nome Giordano Bruno tinha ardido na fogueira por afirmar semelhante coisa. Confrontado com a mesma perspectiva para si próprio Galileo retratou-se e afirmou no julgamento que efectivamente era o Sol que se movimentava. Depois de afirmar isto, diz a lenda, ele concluiu, "mesmo assim, ela move-se", ou antes: "eppure si muove".
Apesar de todos os esforços da mais poderosa instituição da época, algumas sementes da verdade tinham sido semeadas e cresciam de forma imparável. Copérnico, Giordano Bruno e Galileo são somente alguns nomes, houve alguns outros, mas não mais de uma meia dúzia. Achas que haverá alguém hoje no mundo que pense ainda que é o Sol que corre à volta da Terra? Talvez haja ainda alguma, mas esta ideia foi consumida pela observação dos factos.
Serve esta história para ilustrar a força que tem uma ideia cuja hora chegou. Podem lutar contra ela, podem tentar escondê-la e acabar com ela, mas a energia própria que possui torna-a inextinguível. Acontece todos os dias. No início do cristianismo, e do islão, por exemplo, no meio das perseguições prosperaram, o início da idade da razão, no sec XVIII, a chamada era do Aquário e a explosão de espiritualidade individual, etc.
Tu tens a tua própria ideia cuja hora chegou, sentes que nada te pode parar. Se for uma ideia muito boa irá encontrar muita oposição porque irá revolucionar algumas formas de pensar, a começar pela tua. Não desistas de a acarinhar e desenvolver mesmo quando te sentires obrigado a engolir uns sapos por ela, pensa como o Galileo: "Eppure si muove", "mesmo assim ela move-se".
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sábado, 18 de setembro de 2010
Onde está a tua sintonia está a tua abundância.
"A abundância não é algo que possamos adquirir, é antes uma coisa com a qual nos sintonizamos."
Wayne Dyer
Onde está a tua sintonia está a tua abundância. Já reparaste que quem mais se queixa das doenças é quem as tem em maior abundância? E que quem mais fala de futebol é quem mais prazer dele retira? E quem mais fala de riqueza é quem é mais rico? E que quem mais fala de abandono é quem é mais abandonado? De amor, amado; de saúde, saudável; etc.
Quando te sintonizas geras abundância. Isso vale para as coisas que te servem e para as coisas que te atrapalham. Sintoniza-te com saúde, felicidade, prosperidade, realização pessoal em vez de te focares na escassez, doença, abandono, escravidão.
Tu agora respondes: "Falas bem. O problema é que se alguém tem uma dor de dentes assim tão agonizante é difícil falar de outra coisa ou focar a atenção em algo que não seja a maldita dor." Verdade. Sabendo também que se te distraíres com outras coisas a dor se torna mais suportável, foca os teus esforços em encontrar um bom dentista aberto a estas horas da noite, chateia, incomoda, move céus e terra até obteres a tua solução.
Quando a encontrares vais verificar que tu colocaste um objectivo na tua mente e depois todas as energias nesse objectivo. A dor de dentes passou para segundo ou terceiro plano e a própria busca já foi o início da solução.
É claro que podes sempre ficar em casa, sofrendo verdadeiramente, queixando-te de como a dor de dentes é horrível e dos malditos dentistas que não te resolveram o problema há um ano quando lá foste. Já agora queixa-te também do sistema nacional de saúde que é uma miséria e do excesso de impostos que pagas "para nada" e da falta de dinheiro para ires a um dentista decente. Faz isto e vais sintonizar-te com a miséria e a escassez e vais conseguir abundância, sim, a...bun...dância, tanto de uma coisa como de outra.
Wayne Dyer
Onde está a tua sintonia está a tua abundância. Já reparaste que quem mais se queixa das doenças é quem as tem em maior abundância? E que quem mais fala de futebol é quem mais prazer dele retira? E quem mais fala de riqueza é quem é mais rico? E que quem mais fala de abandono é quem é mais abandonado? De amor, amado; de saúde, saudável; etc.
Quando te sintonizas geras abundância. Isso vale para as coisas que te servem e para as coisas que te atrapalham. Sintoniza-te com saúde, felicidade, prosperidade, realização pessoal em vez de te focares na escassez, doença, abandono, escravidão.
Tu agora respondes: "Falas bem. O problema é que se alguém tem uma dor de dentes assim tão agonizante é difícil falar de outra coisa ou focar a atenção em algo que não seja a maldita dor." Verdade. Sabendo também que se te distraíres com outras coisas a dor se torna mais suportável, foca os teus esforços em encontrar um bom dentista aberto a estas horas da noite, chateia, incomoda, move céus e terra até obteres a tua solução.
Quando a encontrares vais verificar que tu colocaste um objectivo na tua mente e depois todas as energias nesse objectivo. A dor de dentes passou para segundo ou terceiro plano e a própria busca já foi o início da solução.
É claro que podes sempre ficar em casa, sofrendo verdadeiramente, queixando-te de como a dor de dentes é horrível e dos malditos dentistas que não te resolveram o problema há um ano quando lá foste. Já agora queixa-te também do sistema nacional de saúde que é uma miséria e do excesso de impostos que pagas "para nada" e da falta de dinheiro para ires a um dentista decente. Faz isto e vais sintonizar-te com a miséria e a escassez e vais conseguir abundância, sim, a...bun...dância, tanto de uma coisa como de outra.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Falta-te um bocadinho assim.
"Falta-te um bocadinho assim."
Se seguires o dia-a-dia de uma pessoa de muito sucesso e no dia seguinte o de uma pessoa comum não irás ver muitas coisas diferentes. A maior parte do tempo estão ambos a dormir, a trabalhar, a comer, a conviver com família e amigos e dedicados aos seus hobbies.
O que faz então que um deles seja rico e o outro pobre? É como dizer: se todos temos narizes, orelhas, olhos e boca, o que faz do meu vizinho um "pão" e de mim um "autocarro acidentado"? A diferença está nos detalhes.
Ao longo da vida um ser humano toma de 6 a 10 decisões vitais, daquelas que mudam a vida. Mas num dia normal toma cerca de 4 mil. Nenhuma muito importante. São decisões do tipo:
- Como ocupar estes 10 minutos livres, digo isto ou digo aquilo àquela pessoa, penso assim ou assado, leio este livro ou vejo as notícias, saio com estes amigos ou com aqueles, bebo uma cerveja ou bebo um sumo, como um hambúrguer ou uma salada, faço uma corridinha de meia hora ou vou ver a minha série ou novela preferida, vou estudar um pouco ou vou falar de futebol, carros e mulheres com os amigos, etc.
Se reparares, todas estas decisões são possíveis e em si não são nem positivas nem negativas. Mas se quiseres ser rico e decidires 3900 vezes fazer coisas que não te preparam nem te aproximam da riqueza o teu desejo não passará nunca de um sonho.
Por outro lado se começares a decidir 3900 vezes aprender, preparares-te, procurar as influências correctas e agir em conformidade, verás que, a pouco e pouco, construirás uma fortuna de abundância em todos os aspectos da vida que te propuseres.
Basta que prestes toda a tua atenção ao "bocadinho assim".
Se seguires o dia-a-dia de uma pessoa de muito sucesso e no dia seguinte o de uma pessoa comum não irás ver muitas coisas diferentes. A maior parte do tempo estão ambos a dormir, a trabalhar, a comer, a conviver com família e amigos e dedicados aos seus hobbies.
O que faz então que um deles seja rico e o outro pobre? É como dizer: se todos temos narizes, orelhas, olhos e boca, o que faz do meu vizinho um "pão" e de mim um "autocarro acidentado"? A diferença está nos detalhes.
Ao longo da vida um ser humano toma de 6 a 10 decisões vitais, daquelas que mudam a vida. Mas num dia normal toma cerca de 4 mil. Nenhuma muito importante. São decisões do tipo:
- Como ocupar estes 10 minutos livres, digo isto ou digo aquilo àquela pessoa, penso assim ou assado, leio este livro ou vejo as notícias, saio com estes amigos ou com aqueles, bebo uma cerveja ou bebo um sumo, como um hambúrguer ou uma salada, faço uma corridinha de meia hora ou vou ver a minha série ou novela preferida, vou estudar um pouco ou vou falar de futebol, carros e mulheres com os amigos, etc.
Se reparares, todas estas decisões são possíveis e em si não são nem positivas nem negativas. Mas se quiseres ser rico e decidires 3900 vezes fazer coisas que não te preparam nem te aproximam da riqueza o teu desejo não passará nunca de um sonho.
Por outro lado se começares a decidir 3900 vezes aprender, preparares-te, procurar as influências correctas e agir em conformidade, verás que, a pouco e pouco, construirás uma fortuna de abundância em todos os aspectos da vida que te propuseres.
Basta que prestes toda a tua atenção ao "bocadinho assim".
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ser dono dos teus segundos
"Eu não sei o que o futuro possui, mas sei quem possui o futuro."
Ralph Abernathy
O meu futuro não é destinado, é construído. Pelo menos para mim. E é construído eu sei muito bem por quem. Por mim. Como?
Com pequenas decisões e pequenas acções tomadas a cada segundo do dia. Se fores dono do teu segundo, sê-lo-hás das tuas horas, dos teus dias, semanas meses e anos. Serás dono da tua vida, do passado, do presente e do futuro.
Contudo não tenhas receio de te aborrecer por seres dono de tanta coisa. Vais ter tantos imprevistos, contrariedades, e frustrações, que irá parecer que a tua vida é comandada por alguém que não tu. É aí que és testado, ou testada, para ver se mereces a vida fantástica que te está reservada.
O que é verdade é que o teu futuro perfeito, aquele com que sonhas acordado, está lá à tua espera. Só precisas de ser dono dos teus segundos antes de poderes tomar posse dele.
Ralph Abernathy
O meu futuro não é destinado, é construído. Pelo menos para mim. E é construído eu sei muito bem por quem. Por mim. Como?
Com pequenas decisões e pequenas acções tomadas a cada segundo do dia. Se fores dono do teu segundo, sê-lo-hás das tuas horas, dos teus dias, semanas meses e anos. Serás dono da tua vida, do passado, do presente e do futuro.
Contudo não tenhas receio de te aborrecer por seres dono de tanta coisa. Vais ter tantos imprevistos, contrariedades, e frustrações, que irá parecer que a tua vida é comandada por alguém que não tu. É aí que és testado, ou testada, para ver se mereces a vida fantástica que te está reservada.
O que é verdade é que o teu futuro perfeito, aquele com que sonhas acordado, está lá à tua espera. Só precisas de ser dono dos teus segundos antes de poderes tomar posse dele.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A qualidade da tua vida
"O nosso cansaço é frequentemente não pelo trabalho mas pela preocupação, frustração e ressentimento."
Dale Carnegie
Já reparaste que tens na tua vida dois tipos de entidades relacionadas com a tua energia: um que ta fornece e outro que ta suga. Se pensares um pouco conseguirás identificar muito bem cada uma delas:
O entusiasmo, por exemplo, pertence ao tipo dos fornecedores, assim como a paixão, o optimismo, a organização, a disciplina, a visão positiva do futuro.
Entre os sugadores temos, logo à cabeça, a preocupação. Depois o pensamento negativo, a baixa auto-estima, frustração e ressentimento, a falta de perspectivas, o sentimento de estar encurralado e a vida bagunçada: coisas pequenas e grandes por resolver.
Se pensares que a qualidade da tua vida é valorizada pela quantidade da energia que tu erradias, que colocas em tudo o que fazes, é fácil entender que, se te rodeares de sugadores pouco ou nada te restará para irradiar. Mais não és que uma estrela apagada que não traz nada de valor para o universo e, em consequência, nada recebe de volta.
Aprende a controlar os sugadores, um por um. Eles não são mais que animais selvagens à espera de serem domesticados. Requerem trabalho, dedicação e paciência, mas à medida que os vais dominando, a tua energia acumula, acumula, até começares a brilhar de novo e a recuperar a tua vida de volta.
Dale Carnegie
Já reparaste que tens na tua vida dois tipos de entidades relacionadas com a tua energia: um que ta fornece e outro que ta suga. Se pensares um pouco conseguirás identificar muito bem cada uma delas:
O entusiasmo, por exemplo, pertence ao tipo dos fornecedores, assim como a paixão, o optimismo, a organização, a disciplina, a visão positiva do futuro.
Entre os sugadores temos, logo à cabeça, a preocupação. Depois o pensamento negativo, a baixa auto-estima, frustração e ressentimento, a falta de perspectivas, o sentimento de estar encurralado e a vida bagunçada: coisas pequenas e grandes por resolver.
Se pensares que a qualidade da tua vida é valorizada pela quantidade da energia que tu erradias, que colocas em tudo o que fazes, é fácil entender que, se te rodeares de sugadores pouco ou nada te restará para irradiar. Mais não és que uma estrela apagada que não traz nada de valor para o universo e, em consequência, nada recebe de volta.
Aprende a controlar os sugadores, um por um. Eles não são mais que animais selvagens à espera de serem domesticados. Requerem trabalho, dedicação e paciência, mas à medida que os vais dominando, a tua energia acumula, acumula, até começares a brilhar de novo e a recuperar a tua vida de volta.
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Não tens um plano?
"Falta de dinheiro não é obstáculo. Falta de idéia é um obstáculo."
Ken Hakuta
Não interessa qual o teu objectivo. Seja ele qual for vais encontrar, em algum momento do processo, um obstáculo insuperável. Insuperável se mantiveres inalterada a tua mentalidade, valores, métodos de resolução de problemas. Como resultado, em algum momento irás ter de te ultrapassar a ti mesmo por forma a ultrapassares uma determinada dificuldade. Vais crescer. Não penses que consegues fazer coisas maiores mantendo-te do tamanho que tens. Irás fazê-las sim, crescendo juntamente.
Um dia destes ouvi um amigo da minha organização a queixar-se que adoraria poder tirar umas duas semanas de férias nas ilhas gregas, mas que infelizmente não seria possível porque não tinha dinheiro. Eu perguntei qual era o plano dele e ele respondeu: "Qual plano?" Eu perguntei de novo: "Não tens um plano?" Não tinha. Ora se não tem dinheiro e não tem plano, o que tem é um sonho irrealizável, uma espécie de droga mental que lhe traz alguma serotonina e o faz sentir ilusoriamente feliz.
Tu, leitor, provavelmente tens algum destes "sonhos impossíveis". Mas eu vou-te revelar o "ovo de colombo" para os concretizares: Ou tens o meio ou tens um plano. Se não tiveres nem um nem outro, é melhor esqueceres esse sonho porque não passa, e nunca passará, de uma ilusão. Mas se tiveres um deles, então ele está de facto ao teu alcance.
Primeiro toma a decisão firme de perseguir o teu sonho. Verifica se o podes financiar com os meios que tens actualmente. É claro que irás ter de fazer escolhas, provavelmente terás de abdicar de algumas coisas que também aprecias. Isso são somente testes para verificares o quanto queres mesmo alcançar o teu sonho.
Se não tiveres forma de financiar o teu objectivo, então tens de ter um plano. Se o problema for o dinheiro, descobre as formas mais baratas de o atingir e em seguida inicia um processo de angariação de fundos. Não tens de ter todo o dinheiro amanhã, mas se começares hoje a poupar de 10 a 20% do teu rendimento daqui por algum tempo terás todo o dinheiro de que precisas. Podes demorar 6 meses, ou um ano, ou mesmo 5 anos. Não faz mal. Vai acontecer. Irás realizar o teu sonho. E sabes uma coisa? Mesmo que demore 5 anos, daqui por 5 anos, com poupança ou sem ela, tu estarás 5 anos mais velho. Mas se seguires o teu plano, daqui a 5 anos podes estar de papo para o sol ou no mesmo local onde estás agora.
Outro exemplo: Queres uma família, filhos, esposa ou marido, mas estás sozinho(a) e não parece haver ninguém no mundo capaz de te cativar. Óptimo. Não tens uma namorada ou namorado, precisas de ter um plano.
Ainda outro: Pretendes atingir uma determinada posição na tua carreira profissional. Ou tens os meios e consegues, ou não tens os meios e tens um plano para o conseguir no futuro.
Mais um: tens um problema de saúde ou bem estar que precisas de tratar. Ou tens os meios ou tens um plano. Se tiveres um dos dois e agires em conformidade atingirás o teu objectivo.
E assim com todas e cada uma das áreas da tua vida. Conseguirás tudo o que quiseres se tiveres os meios e agires em conformidade, mas se não tiveres os meios podes atingir na mesma os teus objectivos se tiveres um plano... e agires em conformidade. A frase-chave, se não tinhas reparado ainda é "agir em conformidade" não é "sonhar acordado", nem "basta desejar", nem "pensamento positivo". Não!
Muito claro e óbvio. Parece suficientemente simples, e é.
Cria esta disciplina: Tomas a decisão, depois verificas se tens os meios e, caso contrário, defines um plano. Esta disciplina simples faz libertar a tua energia criativa na solução em vez de a concentrar no problema.
Por isso te digo: Primeiro a decisão, depois a solução. Se esperares ter os meios para tomar uma decisão e estabelecer um objectivo, nunca sairás de onde te encontras.
Ken Hakuta
Não interessa qual o teu objectivo. Seja ele qual for vais encontrar, em algum momento do processo, um obstáculo insuperável. Insuperável se mantiveres inalterada a tua mentalidade, valores, métodos de resolução de problemas. Como resultado, em algum momento irás ter de te ultrapassar a ti mesmo por forma a ultrapassares uma determinada dificuldade. Vais crescer. Não penses que consegues fazer coisas maiores mantendo-te do tamanho que tens. Irás fazê-las sim, crescendo juntamente.
Um dia destes ouvi um amigo da minha organização a queixar-se que adoraria poder tirar umas duas semanas de férias nas ilhas gregas, mas que infelizmente não seria possível porque não tinha dinheiro. Eu perguntei qual era o plano dele e ele respondeu: "Qual plano?" Eu perguntei de novo: "Não tens um plano?" Não tinha. Ora se não tem dinheiro e não tem plano, o que tem é um sonho irrealizável, uma espécie de droga mental que lhe traz alguma serotonina e o faz sentir ilusoriamente feliz.
Tu, leitor, provavelmente tens algum destes "sonhos impossíveis". Mas eu vou-te revelar o "ovo de colombo" para os concretizares: Ou tens o meio ou tens um plano. Se não tiveres nem um nem outro, é melhor esqueceres esse sonho porque não passa, e nunca passará, de uma ilusão. Mas se tiveres um deles, então ele está de facto ao teu alcance.
Primeiro toma a decisão firme de perseguir o teu sonho. Verifica se o podes financiar com os meios que tens actualmente. É claro que irás ter de fazer escolhas, provavelmente terás de abdicar de algumas coisas que também aprecias. Isso são somente testes para verificares o quanto queres mesmo alcançar o teu sonho.
Se não tiveres forma de financiar o teu objectivo, então tens de ter um plano. Se o problema for o dinheiro, descobre as formas mais baratas de o atingir e em seguida inicia um processo de angariação de fundos. Não tens de ter todo o dinheiro amanhã, mas se começares hoje a poupar de 10 a 20% do teu rendimento daqui por algum tempo terás todo o dinheiro de que precisas. Podes demorar 6 meses, ou um ano, ou mesmo 5 anos. Não faz mal. Vai acontecer. Irás realizar o teu sonho. E sabes uma coisa? Mesmo que demore 5 anos, daqui por 5 anos, com poupança ou sem ela, tu estarás 5 anos mais velho. Mas se seguires o teu plano, daqui a 5 anos podes estar de papo para o sol ou no mesmo local onde estás agora.
Outro exemplo: Queres uma família, filhos, esposa ou marido, mas estás sozinho(a) e não parece haver ninguém no mundo capaz de te cativar. Óptimo. Não tens uma namorada ou namorado, precisas de ter um plano.
Ainda outro: Pretendes atingir uma determinada posição na tua carreira profissional. Ou tens os meios e consegues, ou não tens os meios e tens um plano para o conseguir no futuro.
Mais um: tens um problema de saúde ou bem estar que precisas de tratar. Ou tens os meios ou tens um plano. Se tiveres um dos dois e agires em conformidade atingirás o teu objectivo.
E assim com todas e cada uma das áreas da tua vida. Conseguirás tudo o que quiseres se tiveres os meios e agires em conformidade, mas se não tiveres os meios podes atingir na mesma os teus objectivos se tiveres um plano... e agires em conformidade. A frase-chave, se não tinhas reparado ainda é "agir em conformidade" não é "sonhar acordado", nem "basta desejar", nem "pensamento positivo". Não!
Muito claro e óbvio. Parece suficientemente simples, e é.
Cria esta disciplina: Tomas a decisão, depois verificas se tens os meios e, caso contrário, defines um plano. Esta disciplina simples faz libertar a tua energia criativa na solução em vez de a concentrar no problema.
Por isso te digo: Primeiro a decisão, depois a solução. Se esperares ter os meios para tomar uma decisão e estabelecer um objectivo, nunca sairás de onde te encontras.
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domingo, 12 de setembro de 2010
The Happy Planet Index
sábado, 11 de setembro de 2010
Tu és livre no Agora.
"Cada dia pode ser um ponto de partida para uma vitória, não importando o que se perdeu antes."
Está sol lá fora, o frio do Outono começa finalmente a mostrar-se e o ar está tão limpo que limpa a alma a cada respiração. Não tem a mínima importância a tua situação actual, se estás bem de vida ou mal, se estás emocionalmente resolvido (ou resolvida) ou ainda por resolver, nem se te amas como és ou te detestas ainda. Nada disso importa. Imagina que estás sentado no primeiro degrau de uma escada de mil degraus. Tens um problema. E esse problema não é a escada ter mil degraus, e também não é tu estares ainda no primeiro, e não é também o facto de, eventualmente, estares nesse primeiro degrau há muitos anos. Não. O teu único problema é estares sentado nele.
Lembra-te: não importa em que degrau estás, desde que não estejas sentado. O teu passado não te define com pessoa, nem tem de condicionar as tuas acções presentes. Tu és livre no Agora. O Wayne Dyer diz que o rasto do barco na água não determina a sua direcção, é somente um rasto por onde o barco passou no passado, neste momento o piloto pode mudar de direcção à sua vontade, com total liberdade.
Hoje, toma a decisão determinada (decisão + acção) de descolar o rabo da escada e subir mais um degrau. Só um. É fácil de fazer? Com certeza. É fácil de não fazer? Evidentemente. Escolhe.
Está sol lá fora, o frio do Outono começa finalmente a mostrar-se e o ar está tão limpo que limpa a alma a cada respiração. Não tem a mínima importância a tua situação actual, se estás bem de vida ou mal, se estás emocionalmente resolvido (ou resolvida) ou ainda por resolver, nem se te amas como és ou te detestas ainda. Nada disso importa. Imagina que estás sentado no primeiro degrau de uma escada de mil degraus. Tens um problema. E esse problema não é a escada ter mil degraus, e também não é tu estares ainda no primeiro, e não é também o facto de, eventualmente, estares nesse primeiro degrau há muitos anos. Não. O teu único problema é estares sentado nele.
Lembra-te: não importa em que degrau estás, desde que não estejas sentado. O teu passado não te define com pessoa, nem tem de condicionar as tuas acções presentes. Tu és livre no Agora. O Wayne Dyer diz que o rasto do barco na água não determina a sua direcção, é somente um rasto por onde o barco passou no passado, neste momento o piloto pode mudar de direcção à sua vontade, com total liberdade.
Hoje, toma a decisão determinada (decisão + acção) de descolar o rabo da escada e subir mais um degrau. Só um. É fácil de fazer? Com certeza. É fácil de não fazer? Evidentemente. Escolhe.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
É tão bom ter escolhas, não é?
"Muitos sonham com a imortalidade mas aborrecem-se num Domingo chuvoso."
Susan Ertz
Verifica se o teu sonho é para ti. Eu conheço uma pessoa que sonha correr uma maratona, mas assim que começa a correr, começam as dores nas pernas e desiste. Outra gostaria de ter uma grande conta bancária, mas assim que recebe o salário gasta-o inteiro. Outra ainda fica acordada de noite a idealizar uma vida em casal mas quando surge a oportunidade de se relacionar com alguém, retrai-se. Eu gostava de fazer uma volta ao mundo e conhecer outras culturas, mas se tiver a oportunidade de ir comer sushi faço uma careta e respondo que não gosto de peixe cru. Também gostaria de ser um grande futebolista, o dinheiro, a fama, mas o detalhe de jogar, treinar, bem... isso já não me agrada muito.
Podes sonhar o que quiseres, mas avalia se esse sonho é mesmo para ti. Quando maior ele for menos tu estás preparado para o alcançar. Tens duas alternativas. Ou mudas de sonho e o aproximas da tua realidade, ou mudas a tua realidade para a aproximares do teu sonho. Uma das duas coisas irá acontecer.
É tão bom ter escolhas, não é? Começa a fazer tudo o que estiver ao teu alcance agora mesmo. Queres dar a volta ao mundo e conhecer outras culturas? Começa hoje: vai ao sushi, ao kebab, ao chinês e ao indiano. Se queres a maratona treina até os bofos te sairem pela boca. Expõe-te a outras pessoas se pretendes um romance. Em todos os sonhos há uma parte importante que não depende de ti: há circunstâncias, outras pessoas envolvidas, meios e recursos, mas há sempre alguma coisa que depende de ti e que podes fazer agora mesmo.
Isso é tudo o que te é pedido. Agora vou dizer uma máxima imortal, prepara-te: "O que não depende de ti... não depende de ti, mas o que depende de ti, depende de ti." Gostaste? Profundíssimo Hein?
Susan Ertz
Verifica se o teu sonho é para ti. Eu conheço uma pessoa que sonha correr uma maratona, mas assim que começa a correr, começam as dores nas pernas e desiste. Outra gostaria de ter uma grande conta bancária, mas assim que recebe o salário gasta-o inteiro. Outra ainda fica acordada de noite a idealizar uma vida em casal mas quando surge a oportunidade de se relacionar com alguém, retrai-se. Eu gostava de fazer uma volta ao mundo e conhecer outras culturas, mas se tiver a oportunidade de ir comer sushi faço uma careta e respondo que não gosto de peixe cru. Também gostaria de ser um grande futebolista, o dinheiro, a fama, mas o detalhe de jogar, treinar, bem... isso já não me agrada muito.
Podes sonhar o que quiseres, mas avalia se esse sonho é mesmo para ti. Quando maior ele for menos tu estás preparado para o alcançar. Tens duas alternativas. Ou mudas de sonho e o aproximas da tua realidade, ou mudas a tua realidade para a aproximares do teu sonho. Uma das duas coisas irá acontecer.
É tão bom ter escolhas, não é? Começa a fazer tudo o que estiver ao teu alcance agora mesmo. Queres dar a volta ao mundo e conhecer outras culturas? Começa hoje: vai ao sushi, ao kebab, ao chinês e ao indiano. Se queres a maratona treina até os bofos te sairem pela boca. Expõe-te a outras pessoas se pretendes um romance. Em todos os sonhos há uma parte importante que não depende de ti: há circunstâncias, outras pessoas envolvidas, meios e recursos, mas há sempre alguma coisa que depende de ti e que podes fazer agora mesmo.
Isso é tudo o que te é pedido. Agora vou dizer uma máxima imortal, prepara-te: "O que não depende de ti... não depende de ti, mas o que depende de ti, depende de ti." Gostaste? Profundíssimo Hein?
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Cuidar do sonho
"O poder da reflexão é o poder do agricultor. Depois de semear, cuida e protege."
Fazer um plano é simples, segui-lo também. Mas verificar se ele nos está a levar onde queremos já não é um hábito comum.
Cria o hábito de reflectir ao final do dia, acerca do quanto estás agora mais próximo da concretização do(s) teu(s) sonho(s) em relação a ontem. Já aprendeste a colocar por escrito os teus objectivos, planos e tarefas. Agora habitua-te também a colocar por escrito os teus resultados diários.
Vamos fazer um exercício. Imagina que um dos teus objectivos é ganhar mais 50% de dinheiro este ano em relação ao anterior. Pode ser qualquer coisa, como por exemplo, encontrar uma namorada ou namorado, mudar de carro ou de casa, tirar umas férias na neve, pagar os estudos a um filho, não sei, qualquer coisa. Vamos ficar pelo aumento de 50% no teu rendimento e vamos imaginar que és trabalhador por conta de outrem.
Depois de fazeres o teu plano: pedir aumento, encontrar um part-time, fazer algum investimento, sei lá, seja qual for o teu plano, tens de executar diariamente determinadas acções que te aproximem do teu objectivo (as tarefas). No final de cada dia, avalia a tua performance. Não quer dizer que tenhas resultados palpáveis, mensuráveis, num dia só, não. Mas deves verificar se as tuas acções do dia te aproximaram ou afastaram do teu objectivo.
Se achas e sentes que o que fizeste está a levar-te na direcção certa, continua com o teu plano e as suas tarefas. Mas podes verificar que, mesmo executando as tarefas determinadas, a coisa não está a funcionar. Não há problema: reavalia o plano. Corrige-o no que for necessário, ou elimina-o mesmo e cria um outro de raiz. Coloca todas as considerações por escrito. O próprio acto de escrever num papel ajuda a definir e a clarificar as tuas ideias.
Este é o trabalho do "cuidar do sonho" como o agricultor que, depois de semear, e muito antes de poder colher, tem de cuidar e proteger. Ele rega, cobre com erva seca para proteger a cultura do sol forte, verifica se as pragas não a atacam, limpa as ervas daninhas, enxerta e poda. É isso que tu fazes com o teu plano.
Se fizeres isto com consistência, diariamente, estás a colocar-te numa posição de força na qual 80% das pessoas não estão. Imagina a vantagem que este hábito tão simples te dá sobre a maioria das pessoas na conquista dos teus sonhos!
É fundamental teres estas pequenas avaliações espalhadas pelo teu quotidiano, não se vá dar o caso de estares a trabalhar num plano pensando que ele te leva à lua e afinal vais parar ao quintal do vizinho, que é o que acontece a toda a gente que já teve um sonho e que agora pensa que isso de sonhar é para crianças e adolescentes.
Fazer um plano é simples, segui-lo também. Mas verificar se ele nos está a levar onde queremos já não é um hábito comum.
Cria o hábito de reflectir ao final do dia, acerca do quanto estás agora mais próximo da concretização do(s) teu(s) sonho(s) em relação a ontem. Já aprendeste a colocar por escrito os teus objectivos, planos e tarefas. Agora habitua-te também a colocar por escrito os teus resultados diários.
Vamos fazer um exercício. Imagina que um dos teus objectivos é ganhar mais 50% de dinheiro este ano em relação ao anterior. Pode ser qualquer coisa, como por exemplo, encontrar uma namorada ou namorado, mudar de carro ou de casa, tirar umas férias na neve, pagar os estudos a um filho, não sei, qualquer coisa. Vamos ficar pelo aumento de 50% no teu rendimento e vamos imaginar que és trabalhador por conta de outrem.
Depois de fazeres o teu plano: pedir aumento, encontrar um part-time, fazer algum investimento, sei lá, seja qual for o teu plano, tens de executar diariamente determinadas acções que te aproximem do teu objectivo (as tarefas). No final de cada dia, avalia a tua performance. Não quer dizer que tenhas resultados palpáveis, mensuráveis, num dia só, não. Mas deves verificar se as tuas acções do dia te aproximaram ou afastaram do teu objectivo.
Se achas e sentes que o que fizeste está a levar-te na direcção certa, continua com o teu plano e as suas tarefas. Mas podes verificar que, mesmo executando as tarefas determinadas, a coisa não está a funcionar. Não há problema: reavalia o plano. Corrige-o no que for necessário, ou elimina-o mesmo e cria um outro de raiz. Coloca todas as considerações por escrito. O próprio acto de escrever num papel ajuda a definir e a clarificar as tuas ideias.
Este é o trabalho do "cuidar do sonho" como o agricultor que, depois de semear, e muito antes de poder colher, tem de cuidar e proteger. Ele rega, cobre com erva seca para proteger a cultura do sol forte, verifica se as pragas não a atacam, limpa as ervas daninhas, enxerta e poda. É isso que tu fazes com o teu plano.
Se fizeres isto com consistência, diariamente, estás a colocar-te numa posição de força na qual 80% das pessoas não estão. Imagina a vantagem que este hábito tão simples te dá sobre a maioria das pessoas na conquista dos teus sonhos!
É fundamental teres estas pequenas avaliações espalhadas pelo teu quotidiano, não se vá dar o caso de estares a trabalhar num plano pensando que ele te leva à lua e afinal vais parar ao quintal do vizinho, que é o que acontece a toda a gente que já teve um sonho e que agora pensa que isso de sonhar é para crianças e adolescentes.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Enquando se concorda não se acorda
"Aprecio o facto de alguém me dizer que estou errado porque a maior parte das vezes estou mesmo."
Príncipe William
Ao contrário da filosofia ou da metafísica, diz-se que a ciência é falseável. Isto significa simplesmente que uma visão científica do mundo pode ser provada verdadeira hoje e provada falsa amanhã. Isso é o que vemos constantemente.
O que me leva a pensar na importância que damos às "verdades científicas". Se pensarmos bem naquilo em que depositamos a nossa maior confiança e que nos dá a segurança da verdade, que é a ciência, ela é de facto muito pouco confiável, no que diz respeito às suas capacidades de descrever a realidade.
Mas isso é outra conversa. Eu aprecio uma boa verdade científica como tu e, seguramente muito mais que a maioria das pessoas que conheço. Mas a maior lição que eu, pessoalmente, retirei da ciência é que, o que aparentemente parece uma debilidade, é de facto a sua força. De cada vez que se prova que alguma teoria está errada, o conhecimento científico dá um pulo e avança ("como bola colorida nas mãos de uma criança" diz poeticamente o António Gedeão).
"Enquando se concorda não se acorda", gosto eu de dizer. A Idade Média é chamada de Idade das Trevas porque não houve nenhum avanço científico significativo. A ciência de Aristóteles era insuspeita e, quem a provasse errada corria sérios riscos. Foi um sono de mil anos, nesse aspecto.
Por isso, eu acho que o príncipe William tem uma atitude louvável e de uma sabedoria muito acima da média. Eu não gosto que me apontem erros. Acho que sou bastante normal nisso, mas é só por causa do meu ego que quer sempre ser superior em tudo e entende erradamente as coisas. Não lhe presto muita atenção neste aspecto porque, apesar de me sentir mal com as críticas, eu sei que estou a avançar para o próximo nível.
Já entendeste porque é que para teres mais sucesso tens de aumentar o número de fracassos? Onde está então o problema com o cometer erros, fazer asneira? Somente no teu ego. Se o puseres de lado, com humildade, vais ver um mundo que se abre a cada fracasso. E isso é muito fácil se entenderes que as tuas actividades vêm sempre provar alguma coisa e, com isso, avanças de alguma maneira.
Se decidires encarar a tua vida como uma experiência científica vais agradecer pelos erros, do fundo do coração.
Príncipe William
Ao contrário da filosofia ou da metafísica, diz-se que a ciência é falseável. Isto significa simplesmente que uma visão científica do mundo pode ser provada verdadeira hoje e provada falsa amanhã. Isso é o que vemos constantemente.
O que me leva a pensar na importância que damos às "verdades científicas". Se pensarmos bem naquilo em que depositamos a nossa maior confiança e que nos dá a segurança da verdade, que é a ciência, ela é de facto muito pouco confiável, no que diz respeito às suas capacidades de descrever a realidade.
Mas isso é outra conversa. Eu aprecio uma boa verdade científica como tu e, seguramente muito mais que a maioria das pessoas que conheço. Mas a maior lição que eu, pessoalmente, retirei da ciência é que, o que aparentemente parece uma debilidade, é de facto a sua força. De cada vez que se prova que alguma teoria está errada, o conhecimento científico dá um pulo e avança ("como bola colorida nas mãos de uma criança" diz poeticamente o António Gedeão).
"Enquando se concorda não se acorda", gosto eu de dizer. A Idade Média é chamada de Idade das Trevas porque não houve nenhum avanço científico significativo. A ciência de Aristóteles era insuspeita e, quem a provasse errada corria sérios riscos. Foi um sono de mil anos, nesse aspecto.
Por isso, eu acho que o príncipe William tem uma atitude louvável e de uma sabedoria muito acima da média. Eu não gosto que me apontem erros. Acho que sou bastante normal nisso, mas é só por causa do meu ego que quer sempre ser superior em tudo e entende erradamente as coisas. Não lhe presto muita atenção neste aspecto porque, apesar de me sentir mal com as críticas, eu sei que estou a avançar para o próximo nível.
Já entendeste porque é que para teres mais sucesso tens de aumentar o número de fracassos? Onde está então o problema com o cometer erros, fazer asneira? Somente no teu ego. Se o puseres de lado, com humildade, vais ver um mundo que se abre a cada fracasso. E isso é muito fácil se entenderes que as tuas actividades vêm sempre provar alguma coisa e, com isso, avanças de alguma maneira.
Se decidires encarar a tua vida como uma experiência científica vais agradecer pelos erros, do fundo do coração.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
A Fórmula do Sucesso
"O sucesso requer primeiro que apliques 10 unidades de esforço para 1 unidade de resultados. O momentum produzirá 10 unidades de resultados para cada unidade de esforço."
Charles J. Givens
Já te aconteceu passares por um período de muito sucesso em que as coisas pareciam cair-te no regaço? Todos os dias tinhas mais uma boa notícia e progredias tão rapidamente que parecia milagre? Isso é "momentum", a acção do trabalho acumulado que atinge uma massa crítica e explode, espalhando resultados.
Os físicos expressam o momentum com "P=mv"(MOMENTUM = massa x velocidade) para expressar exactamente o mesmo conceito. Mas o que raio tem a física a ver com desenvolvimento pessoal? Tudo. Explico:
Há duas pessoas que têm dois trabalhos (ou negócios) e progridem à mesma velocidade. O mesmo crescimento, facturação, lucros, etc. Contudo um deles tem informações e competências que o outro não tem, por exemplo, sabe administrar bem o seu tempo, conhece bem a concorrência ou é um bom gestor de dinheiro. Ao fim de algum tempo, continuando ambos a fazer o mesmo esforço o empresário melhor preparado começa a sentir que o negócio se leva a si próprio, se está a multiplicar quase sozinho, enquanto que o outro continua a lutar para conseguir os mesmos resultados de sempre.
Qual a diferença entre estas duas pessoas? A que gerou o "momentum" estava melhor preparada, tinha mais massa, e foi isto que gerou uma reacção em cadeia que fez explodir o seu negócio. Por isso vês frequentemente uma pessoa a ter um imenso sucesso: criou a quantidade crítica de massa e de velocidade, e outras, trabalhando tanto ou mais e não têm sucesso algum.
Existe uma relação entre a massa e a velocidade para atingires o momentum que te interessa: se tiveres pouca massa precisas de uma grande velocidade, se tiveres muita massa precisas de muito menos velocidade. Por isso já sabes o que fazer: avança mais rápido, e ganha mais competências que o teu momentum surgirá.
Depois tens de ter uma coisa em atenção: reconhecê-lo quando acontecer. A pior coisa que te pode acontecer é matá-lo logo à nascença por ignorância. Se não o reconheceres poderás reduzir a tua velocidade pensando que atingiste o teu objectivo e isso acaba com ele instantaneamente. Foi assim que eu já arruinei um ou dois. Não! Se começares a senti-lo acontecer, dá-lhe mais combustível, mais trabalho e entusiasmo, e mais preparação: mais "velocidade" e mais "massa", porque desse modo ele vai gerar outro e outro e nunca mais irá parar.
Quando viveres diariamente em "momentum", além de uma sensação indescritível, poderás realizar todos os sonhos, teus e de outros. Eu gosto de lhe chamar "A Fórmula do Sucesso": P=mv.
Charles J. Givens
Já te aconteceu passares por um período de muito sucesso em que as coisas pareciam cair-te no regaço? Todos os dias tinhas mais uma boa notícia e progredias tão rapidamente que parecia milagre? Isso é "momentum", a acção do trabalho acumulado que atinge uma massa crítica e explode, espalhando resultados.
Os físicos expressam o momentum com "P=mv"(MOMENTUM = massa x velocidade) para expressar exactamente o mesmo conceito. Mas o que raio tem a física a ver com desenvolvimento pessoal? Tudo. Explico:
Há duas pessoas que têm dois trabalhos (ou negócios) e progridem à mesma velocidade. O mesmo crescimento, facturação, lucros, etc. Contudo um deles tem informações e competências que o outro não tem, por exemplo, sabe administrar bem o seu tempo, conhece bem a concorrência ou é um bom gestor de dinheiro. Ao fim de algum tempo, continuando ambos a fazer o mesmo esforço o empresário melhor preparado começa a sentir que o negócio se leva a si próprio, se está a multiplicar quase sozinho, enquanto que o outro continua a lutar para conseguir os mesmos resultados de sempre.
Qual a diferença entre estas duas pessoas? A que gerou o "momentum" estava melhor preparada, tinha mais massa, e foi isto que gerou uma reacção em cadeia que fez explodir o seu negócio. Por isso vês frequentemente uma pessoa a ter um imenso sucesso: criou a quantidade crítica de massa e de velocidade, e outras, trabalhando tanto ou mais e não têm sucesso algum.
Existe uma relação entre a massa e a velocidade para atingires o momentum que te interessa: se tiveres pouca massa precisas de uma grande velocidade, se tiveres muita massa precisas de muito menos velocidade. Por isso já sabes o que fazer: avança mais rápido, e ganha mais competências que o teu momentum surgirá.
Depois tens de ter uma coisa em atenção: reconhecê-lo quando acontecer. A pior coisa que te pode acontecer é matá-lo logo à nascença por ignorância. Se não o reconheceres poderás reduzir a tua velocidade pensando que atingiste o teu objectivo e isso acaba com ele instantaneamente. Foi assim que eu já arruinei um ou dois. Não! Se começares a senti-lo acontecer, dá-lhe mais combustível, mais trabalho e entusiasmo, e mais preparação: mais "velocidade" e mais "massa", porque desse modo ele vai gerar outro e outro e nunca mais irá parar.
Quando viveres diariamente em "momentum", além de uma sensação indescritível, poderás realizar todos os sonhos, teus e de outros. Eu gosto de lhe chamar "A Fórmula do Sucesso": P=mv.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Se o mundo tivesse 100 pessoas
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O Peso do teu Passado
"As coisas incompletas puxam-te para o passado e impedem-te de progredir."
O poder de terminar as coisas não é um poder pequeno, aliás é o primeiro responsável pela tua liberdade. Quando uma tarefa está quase concluída acabou de entrar numa das fases mais críticas: a fase do "quase". Já passou por outras fases "quase", quando te perguntaram se já tinhas pensado no assunto e respondeste "mais ou menos", e, mais tarde, quando te perguntaram se já tinhas começado e respondeste "praticamente sim", em seguida se estava a progredir velozmente e respondeste "assim assim" e agora quando te perguntam se terminaste respondes "quase". Se ultrapassaste as anteriores, ultrapassa esta também.
Vou-te dizer o que acontece se não terminares a resolução de um assunto: A casa fica por pintar, o agradecimento por dar, o imposto por pagar, o favor por retribuir, a dívida por liquidar, a conversa por ter, a relação por clarificar e a inspiração por concretizar. O problema não é só teres efectuado a maior parte da solução e, por não teres terminado é como se não tivesses feito nada. O problema é ainda muito mais grave: a tua vida futura, as tuas opções desejos, ambições e acções ficam condicionadas pelo peso do teu passado. Tira-te a liberdade. Mantem-te voltado para trás.
Por isso, no teu caminho para o sucesso, desenvolve o poder do "terminador implacável" que consiste terminar tudo aquilo que começa. Inicia o processo exterminando o vírus da procrastinação. Depois toma as decisões e em seguida age sem dúvidas nem segundas opiniões, como um míssil teleguiado que não pára enquanto não tiver concluído a missão. E mais! Depois de concluída a missão, verifica de novo que ficou mesmo concluída, não vá a tua atenção ter-se distraído e algum detalhe esquecido vir-te agarrar no futuro com as suas garras de aço.
O poder de terminar as coisas não é um poder pequeno, aliás é o primeiro responsável pela tua liberdade. Quando uma tarefa está quase concluída acabou de entrar numa das fases mais críticas: a fase do "quase". Já passou por outras fases "quase", quando te perguntaram se já tinhas pensado no assunto e respondeste "mais ou menos", e, mais tarde, quando te perguntaram se já tinhas começado e respondeste "praticamente sim", em seguida se estava a progredir velozmente e respondeste "assim assim" e agora quando te perguntam se terminaste respondes "quase". Se ultrapassaste as anteriores, ultrapassa esta também.
Vou-te dizer o que acontece se não terminares a resolução de um assunto: A casa fica por pintar, o agradecimento por dar, o imposto por pagar, o favor por retribuir, a dívida por liquidar, a conversa por ter, a relação por clarificar e a inspiração por concretizar. O problema não é só teres efectuado a maior parte da solução e, por não teres terminado é como se não tivesses feito nada. O problema é ainda muito mais grave: a tua vida futura, as tuas opções desejos, ambições e acções ficam condicionadas pelo peso do teu passado. Tira-te a liberdade. Mantem-te voltado para trás.
Por isso, no teu caminho para o sucesso, desenvolve o poder do "terminador implacável" que consiste terminar tudo aquilo que começa. Inicia o processo exterminando o vírus da procrastinação. Depois toma as decisões e em seguida age sem dúvidas nem segundas opiniões, como um míssil teleguiado que não pára enquanto não tiver concluído a missão. E mais! Depois de concluída a missão, verifica de novo que ficou mesmo concluída, não vá a tua atenção ter-se distraído e algum detalhe esquecido vir-te agarrar no futuro com as suas garras de aço.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.
"É fácil aumentar a auto-estima: realize coisas boas e lembre-se de tê-las realizado. Você é demais!"
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O Sono dos Bem-Sucedidos
"Um homem é um sucesso se pula da cama pela manhã, vai dormir à noite e, nesse meio tempo, faz o que gosta."
Bob Dylan
O ideal é ser tão rico que não precises de te preocupar com a quantidade de dinheiro que não tens, ter tanto amor que não te cubra a sombra da falta, ter tanta realização pessoal que o teu progresso como pessoa te encha de felicidade, tanto tempo livre que nunca te passe pelo pensamento "não faço isto porque não tenho tempo", tanta saúde que nem penses que poderás ficar doente.
Não te parece que isto seria uma boa medida para o teu sucesso? Eu também. Agora vem a boa notícia:
Reparaste no parágrafo que leste, e com o qual concordaste, que o único obstáculo ente ti e a riqueza é "a preocupação com a quantidade de dinheiro que te falta"? E que para seres feliz no amor basta agradeceres o muito que já tens? E que para teres toda a realização pessoal é suficiente gostares de ti mesmo como és e progredires como pessoa? E que para teres todo o tempo do mundo basta fazeres as coisas como se o tivesses, priorizando o que é mais importante para ti? E que se viveres como se tivesses toda a saúde do mundo... provavelmente irás tê-la.
Parece-me que se te levantares de manhã e pensares bem na tua vida, exactamente como ela é, encontrarás tantos motivos de gratidão e alegria que provavelmente, chegando à noite, irás dormir o sono dos bem-sucedidos. Afinal és bastante bem sucedido e amanhã serás ainda mais porque iniciaste um processo que não tem retorno.
Bob Dylan
O ideal é ser tão rico que não precises de te preocupar com a quantidade de dinheiro que não tens, ter tanto amor que não te cubra a sombra da falta, ter tanta realização pessoal que o teu progresso como pessoa te encha de felicidade, tanto tempo livre que nunca te passe pelo pensamento "não faço isto porque não tenho tempo", tanta saúde que nem penses que poderás ficar doente.
Não te parece que isto seria uma boa medida para o teu sucesso? Eu também. Agora vem a boa notícia:
Reparaste no parágrafo que leste, e com o qual concordaste, que o único obstáculo ente ti e a riqueza é "a preocupação com a quantidade de dinheiro que te falta"? E que para seres feliz no amor basta agradeceres o muito que já tens? E que para teres toda a realização pessoal é suficiente gostares de ti mesmo como és e progredires como pessoa? E que para teres todo o tempo do mundo basta fazeres as coisas como se o tivesses, priorizando o que é mais importante para ti? E que se viveres como se tivesses toda a saúde do mundo... provavelmente irás tê-la.
Parece-me que se te levantares de manhã e pensares bem na tua vida, exactamente como ela é, encontrarás tantos motivos de gratidão e alegria que provavelmente, chegando à noite, irás dormir o sono dos bem-sucedidos. Afinal és bastante bem sucedido e amanhã serás ainda mais porque iniciaste um processo que não tem retorno.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Os bolsos rotos
"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles."
Douglas Hurd
Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.
Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.
Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".
O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.
Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.
Douglas Hurd
Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.
Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.
Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".
O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.
Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.
"É fácil aumentar a auto-estima: realize coisas boas e lembre-se de tê-las realizado. Você é demais!"
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
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