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quinta-feira, 21 de julho de 2011

O teu mundo a avançar




"A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo".


Esta lei vinda da física, tem-se provado verdadeira para descrever os mais variados tipos de sistemas e tem sido aplicada para descrever a evolução de sociedades, de indivíduos, da economia, etc.

Pessoalmente é muito reveladora: tudo o que tu deixas à sua sorte, entra em caos. A tua saúde, o teu dinheiro, as tuas relações, a tua vida. Se não estiveres sempre alerta, as ervas daninhas tomam conta do jardim.

Rotinas, hábitos, padrões de ética, de trabalho e de resultados elevados mantém o teu mundo a rolar.

Inovação, ruptura, mudanças, mantém o teu mundo a avançar.



terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Atrair Prosperidade








"Não procures prosperidade, procura antes desenvolver as qualidades que te trarão prosperidade."



"Uma velhinha regressava a casa por um caminho e encontrou uma pedra preciosa. Baixou-se e colocou-a no saco onde tinha o seu farnel. Depois de algum tempo sentou-se numa pedra para descansar. Surgiu então um mendigo, faminto, que lhe pediu algo para comer. Quando ela abriu o saco para partilhar com ele o farnel, o mendigo viu a pedra preciosa e pediu:
- Se me desses essa pedra preciosa eu teria de comer para sempre, nunca mais teria de passar fome.


A velhinha então pegou na pedra e deu-lha, juntamente com alguma comida.
Uns dias mais tarde alguém bateu à porta da casa humilde da velhinha. Era o mendigo que vinha devolver a pedra preciosa. Disse:
- Ensina-me a qualidade que tu tens que te fez dar-me a pedra preciosa quando eu ta pedi".


O mendigo entendeu que ter prosperidade é algo passageiro se não fores próspero por dentro. O sucesso, o dinheiro, as relações vão e vêem, mas tu permaneces e atrairás sempre, não o que tu queres, mas o que tu és.





sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Criar riqueza em todos os aspectos da vida






"Um negócio que não produz riqueza além do dinheiro é um pobre negócio."

Henry Ford



Quem gosta de dinheiro? Da liberdade que ele proporciona? Acho que toda a gente. Eu ouço muita gente criticar o dinheiro como se ele fosse o responsável por todos os males do mundo, e talvez seja, mas na mesma medida em que é responsável por todos os bens.

É justo e legítimo que cada um faça por ter mais riqueza e proporcionar a si mesmo e a outras pessoas uma vida mais abundante. Mas criar um negócio ou ter um emprego é, neste aspecto, a mesma coisa: se não ganhas nada mais além de dinheiro, tens um pobre negócio ou um pobre emprego porque o objectivo das tuas actividades é gerar abundância em todos os aspectos da vida ao mesmo tempo: dinheiro, afectos, saúde, realização.

Se as tuas actividades te trouxerem somente dinheiro, não importa quanto, então és pobre. Mas se não te trouxerem dinheiro também, mesmo que te tragam uma enorme satisfação pessoal, então és pobre da mesma forma.

Se queres ser próspero, além de rico e além de realizado, tens de investir forte e simultaneamente em cada uma das áreas nucleares da tua vida, sem deixar nenhuma de fora. Não desprezes o dinheiro porque ele é a energia que põe todas as rodas em movimento. Não desprezes a generosidade porque é através dela que te mostras agradecido e essa é a qualidade necessária para atrair ainda mais abundância. Não desprezes o tempo dito "improdutivo" porque ele é a oportunidade de te encontrares contigo mesmo e com os teus amigos e família.

Aprecia a tua metade materialista e organizada que põe ordem no teu mundo e prevê, planeia e executa, mas desfruta também da tua metade sonhadora, espiritual e desamarrada porque te ensina que és parte de um todo muito maior e que não tens de ter controlo sobre o universo porque ele é que cuida de ti.


Afinal de contas vais reparar que te tornas uma pessoa mais ética, mais rica, mais próspera e mais feliz, que é o que realmente importa e é para isso que foi feita a invenção do dinheiro.





terça-feira, 12 de outubro de 2010

Planos e Objectivos

"Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe para onde vai"


Séneca





Tens um objectivo grande, a longo prazo? Tens um plano com metas a curto prazo? Tens como guia alguém que já chegou até onde tu queres ir? Coloca estas perguntas em todos os aspectos da vida: dinheiro, amor, realização pessoal, saúde, etc. Se disseste não a alguma destas perguntas, reavalia a tua vida porque provavelmente andas à deriva.
 

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Joga o teu jogo.

"Tu jogas um jogo. Se não jogas no teu tabuleiro, jogas no tabuleiro de outra pessoa."







Um coisa é certa. Quem não sabe para onde vai todos os lugares são certos e errados. Tu tens talentos, gostos, energia, ideias, iniciativa, capacidade de trabalho, inteligência, saúde, dinheiro, amor, sucesso, sentido de humor e todas as capacidades necessárias para criares o teu próprio jogo.

Enquanto jogas em vários tabuleiros, aproveita para desenhar o teu. Cria os teus objectivos, afina as regras. Se tiveres um jogo divertido, estimulante, rentável e viciante muitas pessoas vão querer juntar-se a ti. Se não o tiveres irás continuar a jogar no tabuleiro dos outros, servindo somente os objectivos deles.

Não há nenhum mal nisso. Eu conheço muitas pessoas que preferem a sonolência à excitação, mas deves saber que não podes querer ao mesmo tempo estar adormecido e activo, construir algo e não fazer nada.

Joga o teu jogo. Por vezes faz parte do jogo a observação. Espia os melhores jogos que encontrares, joga com eles, aprende-os de memória, envolve-te. Quando deres por isso surgirá a tua própria agenda, os teus próprios objectivos, regras e tabuleiro. Usa-os e és senhor da tua própria vida. Livre.




segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Não tens um plano?

"Falta de dinheiro não é obstáculo. Falta de idéia é um obstáculo."


Ken Hakuta







Não interessa qual o teu objectivo. Seja ele qual for vais encontrar, em algum momento do processo, um obstáculo insuperável. Insuperável se mantiveres inalterada a tua mentalidade, valores, métodos de resolução de problemas. Como resultado, em algum momento irás ter de te ultrapassar a ti mesmo por forma a ultrapassares uma determinada dificuldade. Vais crescer. Não penses que consegues fazer coisas maiores mantendo-te do tamanho que tens. Irás fazê-las sim, crescendo juntamente.

Um dia destes ouvi um amigo da minha organização a queixar-se que adoraria poder tirar umas duas semanas de férias nas ilhas gregas, mas que infelizmente não seria possível porque não tinha dinheiro. Eu perguntei qual era o plano dele e ele respondeu: "Qual plano?" Eu perguntei de novo: "Não tens um plano?" Não tinha. Ora se não tem dinheiro e não tem plano, o que tem é um sonho irrealizável, uma espécie de droga mental que lhe traz alguma serotonina e o faz sentir ilusoriamente feliz.

Tu, leitor, provavelmente tens algum destes "sonhos impossíveis". Mas eu vou-te revelar o "ovo de colombo" para os concretizares: Ou tens o meio ou tens um plano. Se não tiveres nem um nem outro, é melhor esqueceres esse sonho porque não passa, e nunca passará, de uma ilusão. Mas se tiveres um deles, então ele está de facto ao teu alcance.

Primeiro toma a decisão firme de perseguir o teu sonho. Verifica se o podes financiar com os meios que tens actualmente. É claro que irás ter de fazer escolhas, provavelmente terás de abdicar de algumas coisas que também aprecias. Isso são somente testes para verificares o quanto queres mesmo alcançar o teu sonho.

Se não tiveres forma de financiar o teu objectivo, então tens de ter um plano. Se o problema for o dinheiro, descobre as formas mais baratas de o atingir e em seguida inicia um processo de angariação de fundos. Não tens de ter todo o dinheiro amanhã, mas se começares hoje a poupar de 10 a 20% do teu rendimento daqui por algum tempo terás todo o dinheiro de que precisas. Podes demorar 6 meses, ou um ano, ou mesmo 5 anos. Não faz mal. Vai acontecer. Irás realizar o teu sonho. E sabes uma coisa? Mesmo que demore 5 anos, daqui por 5 anos, com poupança ou sem ela, tu estarás 5 anos mais velho. Mas se seguires o teu plano, daqui a 5 anos podes estar de papo para o sol ou no mesmo local onde estás agora.


Outro exemplo: Queres uma família, filhos, esposa ou marido, mas estás sozinho(a) e não parece haver ninguém no mundo capaz de te cativar. Óptimo. Não tens uma namorada ou namorado, precisas de ter um plano.

Ainda outro: Pretendes atingir uma determinada posição na tua carreira profissional. Ou tens os meios e consegues, ou não tens os meios e tens um plano para o conseguir no futuro.


Mais um: tens um problema de saúde ou bem estar que precisas de tratar. Ou tens os meios ou tens um plano. Se tiveres um dos dois e agires em conformidade atingirás o teu objectivo.

E assim com todas e cada uma das áreas da tua vida. Conseguirás tudo o que quiseres se tiveres os meios e agires em conformidade, mas se não tiveres os meios podes atingir na mesma os teus objectivos se tiveres um plano... e agires em conformidade. A frase-chave, se não tinhas reparado ainda é "agir em conformidade" não é "sonhar acordado", nem "basta desejar", nem "pensamento positivo". Não!

Muito claro e óbvio. Parece suficientemente simples, e é.
Cria esta disciplina: Tomas a decisão, depois verificas se tens os meios e, caso contrário, defines um plano. Esta disciplina simples faz libertar a tua energia criativa na solução em vez de a concentrar no problema.

Por isso te digo: Primeiro a decisão, depois a solução. Se esperares ter os meios para tomar uma decisão e estabelecer um objectivo, nunca sairás de onde te encontras.



quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Os bolsos rotos

"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles."


Douglas Hurd






Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.

Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.

Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".

O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.



Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.





sábado, 28 de agosto de 2010

O dia dos fracassados tem 24 horas.

"Falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de métodos."


Albert Einstein






Há algo de estruturalmente errado na vida de uma pessoa ou de uma organização quando alguém precisa de fazer horas extra para completar uma tarefa. Eu sei, eu já fiz isso. Eu tive uma empresa que ocupava todos os meus dias. Saía de casa pelas 7h30 da manhã, e chegava frequentemente depois das dez da noite, e trabalhava todos os Sábados, todos os feriados e muitos Domingos.


A minha razão/desculpa era: "tenho de ganhar mais dinheiro, logo tenho de trabalhar mais horas". Idiota.


Este meu modo de vida tinha alguns efeitos colaterais negativos. A minha produtividade era realmente baixa, a saúde começou a sofrer, nas relações familiares em casa cresciam ervas daninhas à vontade, via os meus filhos sempre na horizontal (quando eu saía de casa ainda estavam a dormir e quando eu chegava já estavam a dormir), eu parecia uma barata tonta, trabalhando em força em vez de trabalhar com inteligência.


Também tinha efeitos positivos, por assim dizer: Por um lado eu não tinha dinheiro, mas trabalhava muitíssimo e isso acalmava a minha consciência, por outro toda a gente, família e amigos, me admiravam por eu ser tão trabalhador.


Naquela altura eu não sabia avaliar isso, mas de facto eu, empresário, ganhava menos por hora que a senhora da limpeza que limpava o escritório dia sim dia não.


A empresa fechou. A pouco e pouco fui descobrindo que trocar o tempo por dinheiro é somente uma forma de escravidão. Não premeia o desempenho. Aprendi a trocar resultados por dinheiro e aí as coisas funcionam noutro paradigma. Não estás dependente de horas de trabalho mas de resultados. Mais resultados, mais dinheiro, menos resultados, menos dinheiro. Ponto final.


Esta nova intuição permitiu-me investir fortemente no meu desenvolvimento pessoal e profissional, nas relações pessoais de qualidade e na generosidade como filosofia de vida. Deixei de me focar no "tenho de trabalhar para ganhar dinheiro" e passei a focar-me em "tenho de valorizar a minha vida para ganhar mais dinheiro".


O resultado disso é que cada vez posso pedir mais dinheiro por fazer as mesmas coisas porque sou cada vez mais eficaz e cada vez tenho maior valor para o mercado. E isso é realmente o único importante. Se te tornares mais valioso é impossível que não ganhes mais dinheiro.


Este novo paradigma obriga-me a não perder oportunidades de aprender mais todos os dias e com todas as pessoas e ocasiões, a ser organizado, a focar-me em objectivos, planos e acções concretas, a avaliar e corrigir.


E passei a ter tempo para fazer tudo o que considero importante. Almoço e janto em casa com a minha família, acompanho o dia-a-dia das minhas filhas na escola, nas actividades extra-curriculares e no desporto, a minha filha mais velha acabou de entrar para a Universidade que ela escolheu e vive num belíssimo apartamento a 10 minutos do campus.


Em consequência desta minha experiência, continuo a melhorar a minha performance ensinando outras pessoas interessadas em fazer o mesmo: mudar as regras do jogo. Quando alguma das pessoas que vêm ter comigo para alguma orientação me diz "não tenho tempo" para ler isto ou fazer aquilo, eu sei imediatamente por onde começar.


O dia dos fracassados tem 24 horas. Adivinha quantas horas tem o dia dos prósperos? Se tu mesmo(a) estás a pensar que não tens tempo, pensa de novo, avalia a tua filosofia de vida e as tuas prioridades e vais ver que, tempo, é coisa que tens até de sobra, exactamente 24 horas e seis minutos em cada dia.




sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Não há nada mais nobre que sair da pobreza

"A pobreza é romanceada somente por idiotas."

J. K. Rowling





Qualquer pessoa tem uma ideia pré-concebida acerca do dinheiro, da riqueza e da pobreza. Em Portugal, a ideia cristã e salazarista que impregnou a geração dos meus pais e, por via disso a minha, abomina o dinheiro e valoriza a pobreza. "Pobrezinhos mas honrados", "é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha que um rico no reino dos céus".

Mas a pobreza não é uma experiência nobre, é stressante, traz agarrada muita subserviência, humilhação, doença, falta de auto-estima e infelicidade. Quem alguma vez pode dizer que estas coisas são românticas? Quando ouves dizer que "o dinheiro não é tudo" queres dizer que tudo é mais importante que o dinheiro, mas deixa que te diga uma coisa: quando ele te falta, ele passa a ser tudo para ti. Facilmente vives focado nessa falta.

Vi recentemente no TED um estatístico a referir que as pessoas se consideram mais felizes quando têm uma determinada quantia de dinheiro que lhes permite pagar as contas e fazer pequenas extravagâncias do que quando não ganham o suficiente para isso. Por outro lado, uma vez atingido esse patamar, o aumento de rendimento não corresponde com aumento de felicidade, ou seja, alguém que ganhe 60 mil por ano ou 200 mil por ano, a felicidade que diz ter é sensivelmente a mesma.

Isto diz-me uma coisa: que o dinheiro traz felicidade sim, mas que a partir de certo ponto mais dinheiro não significa mais felicidade. Quem vive em pobreza? Vivem em pobreza todas as pessoas que não têm o rendimento suficiente para se sentirem felizes.

Se lutas pela sobrevivência, se o mês é mais comprido que o salário, se tens dificuldade em ter as contas em dia, se precisas de algum cuidado de saúde (ou alguém da família) e não o tens porque não o podes pagar, se fazes coisas que detestas por causa do salário e se perdeste os sonhos porque achas que nunca os poderás pagar, se tens medo do futuro, então és pobre.

Tens o dever, por ti mesmo e pelos teus, de lutar pela tua liberdade e de sair da pobreza. O primeiro passo é reconhecer que és pobre, o segundo é procurar alternativas, encontrar oportunidades, persegui-las e realizá-las. Não penses somente em sobreviver, que isso é o que fazes agora, mas em ficar rico. Rico de tudo, incluindo de dinheiro.

Não há nada mais nobre que sair da pobreza, ser próspero, ter abundância para dar e vender e ajudar outros a libertarem-se dessa escravidão horrível.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os bolsos rotos

"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles."


Douglas Hurd




Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.


Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.


Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".


O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.



Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.



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