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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Greve... ao mau humor

Eu sei que é segunda-feira, mas...hoje é dia de greve... ao mau humor!

Se acordarmos de bom-humor, com um sentimento caloroso, a nossa "porta interior" abre-se automaticamente para esse dia.
Quando criamos uma atmosfera amistosa e positiva, reduzimos o receio e a insegurança. Desta forma, é-nos mais fácil criar amizades e gerar sorrisos.

A felicidade atrai.




Facebook: João Monge Ferreira https://www.facebook.com/joaomongeferreira

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Os dias que correm - Em modo de sobrevivência

Andamos por aí blindados, brincando aos carros de assalto, cada um a pensar na melhor estratégia para defender os seus interesses. Fala-se e ninguém realmente escuta, impacientemente à espera da sua vez de falar. E depois… todos têm tantas opiniões para dar e tanta razão no que dizem!
Quando as coisas azedam, do assunto em discussão passa-se para o ataque pessoal e lá vão mais uns entrechoques, uns riscos e uns arranhões. Fala-se de coisas que nada têm que ver mas há que saber que, em modo de sobrevivência, os egos disparam sem raciocinar sobre tudo o que mexe. E os minutos e as horas passam… nada se decide… nada se conclui. Vai-se lavando roupa suja. E à mão!
Geralmente está tudo muito mais empenhado em ter razão e fazer valer o seu ponto de vista – custe o que custar e sem olhar a meios – do que em ouvir todas as partes, ponderar a melhor solução e chegar a um consenso. Alguns opinam mesmo só por opinar, porque ficar calado é sinal de não se ter opinião – fica mal. Por isso, quando chega a hora de tomar decisões – daquelas que não podem ser adiadas – está tudo exausto e desgastado. Decide-se então à pressa, tendo em pouca conta o que foi dito, porque tem de se chegar a alguma conclusão e já é tarde!
Escute o seu coração!


Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Menos coisas, mais felicidade



O escritor e designer Graham Hill pergunta: Será que ter menos coisas, em menos espaço, pode originar mais felicidade? Ele defende que é possível viver ocupando menos espaço e desvenda três regras para ajustarmos a nossa vida.

Portugal sem Prozac
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A escolha é nossa!



Há pessoas que andam pela vida sempre contrariadas. Se faz sol, queixam-se do calor; se chove, queixam-se da chuva. Detestam o frio, odeiam o calor, parece às vezes que a única coisa de que gostam mesmo é de se queixarem.

Já repararam como, muitas vezes, uma boa parte do nosso descontentamento vem das ideias feitas que temos sobre as coisas e da nossa recusa em aceitar o que é?

Porque se a vida não tem botão de rewind, tem certamente um botão forward. A escolha é nossa.

Portugal sem Prozac
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Medindo o que faz a vida valer a pena



Quando estourou a bolha do pontocom, o hoteleiro Chip Conley foi em busca de um modelo de negócio baseado na felicidade. Através de uma velha amizade com um funcionário e na sabedoria de um rei budista, ele aprendeu que o sucesso vem do que se conta.


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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Meditações



A meditação abre-nos as portas da vida. Faz com que o que temos seja suficiente. Transforma a revolta em aceitação, o caos em ordem, a confusão em claridade… Transforma os problemas em dádivas, os falhanços em sucessos, os erros em acontecimentos importantes e acolhe o imprevisto como se fosse oportuno.

Com meditação damos sentido ao passado, trazemos paz ao presente e criamos uma visão para o futuro. Não nos privemos de uma das maiores fontes de felicidade, gratuita e totalmente ao nosso alcance!

Pensem e meditem!
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ser Optimista



Dizem que no Portugal sem Prozac, somos optimistas, porque só olhamos para o lado bom da vida, porque só vemos as virtudes, desprezando os defeitos.

Dizem-nos que somos optimistas porque não queremos ver; que ser
optimista é um luxo de quem tem sucesso e de quem só vê o lado bom da
vida porque assim pode.

Num manifesto pedido de reflexão, gostaria de aqui afirmar o
contrário.O pessimismo, esse sim, é um luxo dos que podem, um
desperdício de energia e uma falta de respeito para connosco próprio,
para com a vida e acima de tudo, para com os outros.

Ser optimista não é, por isso, uma opção. É, antes, uma necessidade,
um imperativo que temos de aprender a lançar sobre a nossa vida.
Optimismo é começar por acreditar no sucesso como a única opção, é
declarar “guerra” ao pessimismo, de modo a que seja possível, ver no
futuro prosperidade.

Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
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terça-feira, 26 de julho de 2011

7 regras para criar mais felicidade



Usando ilustrações simples e encantadoras, o designer Stefan Sagmeister partilha os seus mais recentes pensamentos sobre a felicidade -- seja ela consciente ou inconsciente. As suas sete regras para a felicidade na vida e no design (com algumas personalizações) aplicam-se a todos os que procuram mais alegria.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Movimento Slow Life




O "Movimento Slow Food" surgiu na Itália, e difundiu-se no Japão, uma sociedade que sofre os efeitos de uma rápida expansão económica seguida de uma recessão. Os japoneses começaram a questionar-se sobre o que lhes é significativo. É cada vez maior o número de pessoas que preferem uma vida calma e feliz a uma vida baseada em competição, eficiência económica e rapidez, e essa percepção está fortalecendo o Movimento ""Slow Life" no Japão. O Ministério do Meio Ambiente do Japão mencionou o termo "Slow Life" pela primeira vez na edição 2003 do seu Relatório Oficial Ambiental, indicando que o movimento está crescendo.


Esta tendência é um passo no sentido de criar uma sociedade sustentável, passando de uma era de produção e consumo em massa, e também de descarte em massa. Alguns observadores acharão difícil acreditar que um movimento desse tipo esteja acontecendo no Japão, que é visto como um país corporativo. Mas podemos ter uma noção das possibilidades futuras observando o caso da Prefeitura da cidade de Kakegawa, província de Shizuoka, com seus notáveis e pioneiros esforços. Em 1979, Kakegawa foi a primeira cidade no Japão a adoptar uma "Declaração Municipal de Aprendizado Vitalício", promovendo activamente o desenvolvimento dos recursos humanos e comunitários através de um aprendizado ao longo de toda a vida. Esses vinte anos de experiência e esforço culminaram com a criação de uma nova visão apropriadamente chamada "Slow Life". O Prefeito Junichi Shinmura foi reeleito após apoiar a Slow Life na sua campanha política das últimas eleições municipais. Podemos ter uma visão mais clara dessa visão através da leitura do excerto a seguir, da "Declaração Slow Life" adoptada pela cidade de Kakegawa em 2002:

" No final do Século XX, o Japão valorizava e buscava um estilo de vida "rápido, barato, conveniente e eficiente", que proporcionasse prosperidade económica. Porém, esse estilo também causou problemas tais como a desumanização, doenças sociais e poluição ambiental. Desejamos avançar no conceito de Slow Life, para alcançar estilos de vida " calmos, relaxados e confortáveis, e passar de uma sociedade de produção e consumo em massa para uma sociedade que não agitada, mas que valoriza os bens e valores do coração.

A vida humana dura aproximadamente 700.800 horas (considerando uma expectativa média de vida de 80 anos). Desse tempo, dedicamos algo como 70.000 horas trabalhando (considerando 40 anos de trabalho). As 630.000 horas remanescentes são utilizadas em outras actividades, tais como alimentar-se, estudo e lazer, incluindo 230.000 horas dormindo. Até agora, as pessoas usualmente focam suas vidas nessas 70.000 horas dedicadas ao trabalho, devotando suas vidas aos seus empregos, Todavia, com o Movimento Slow Life, devemos agora dedicar mais atenção às 630.000 horas em que estamos fora de nossos trabalhos, a fim de atingir verdadeira felicidade e paz mental.

A prática da Slow Life envolve os seguintes oito temas:

- Slow Pace (Passos) - Nós valorizamos a cultura do caminhar, para ficar em forma e reduzir acidentes de trânsito.

- Slow Wear (Vestir) - Respeitamos e apreciamos nossos belas roupas tradicionais, incluindo os tecidos fiados e coloridos artesanalmente, os kimonos e pijamas (yukatas) japoneses.

- Slow Food (Alimentos) - Apreciamos a cultura gastronómica japonesa, tais como os pratos típicos e a Cerimónia do Chá, e ingredientes locais saudáveis.

- Slow House (Habitações) - Respeitamos as casas construídas em madeira, bambu e papel, que subsistem há mais de cem ou duzentos anos, caracterizando-se por técnicas com ênfase na durabilidade e, ao final, em conservar o ambiente natural.

- Slow Industry (Produção) - Cuidamos de nossas florestas, através de nossas formas de agricultura e indústrias, com empreendimentos sustentáveis que utilizam mão-de-obra humana, e também difundindo lavouras urbanas e turismo ecológico.

-Slow Education (Educação) - Dedicamos menos atenção às conquistas académicas, e criamos uma sociedade na qual as pessoas podem apreciar as artes, os hobbies e os desportos no decurso de suas vidas, e onde todas as gerações podem comunicar-se bem umas com as outras.

- Slow Aging (Envelhecer) - Aspiramos envelhecer com graça e auto-confiança, ao longo de toda a vida.

- Slow Life (Vida) - Baseados na filosofia de vida declarada acima, vivemos nossas vidas com a natureza e as estações, poupando nossos recursos e energia."


segunda-feira, 20 de junho de 2011

O enigma da experiência vs. memória







Através do uso de exemplos que vão desde tirar férias a colonoscopias, o laureado de um prémio Nobel e fundador da economia comportamental revela como o nosso "eu que experiencia" e o nosso "eu que recorda" percepcionam a felicidade de forma diferente. Este novo conhecimento tem implicações profundas para as ciências económicas, as políticas públicas,  e a nossa própria auto-consciência.

domingo, 19 de junho de 2011

O Índice Planeta Feliz



O Estatístico Nic Marcs pergunta por quê nós medimos o sucesso das nações por sua produtividade -- em vez da felicidade e o bem estar de sua população. Ele apresenta o Índice Planeta Feliz, que avalia o bem-estar nacional versus o uso de recursos (porque uma vida feliz não tem que custar a terra). Quais os países mais bem pontuados no IPF? Você pode se surpreender.

sábado, 4 de junho de 2011

Adaptação


Dan Ariely: Adaptive Responses from PopTech on Vimeo.

O grande Dan Ariely fala sobre a nossa capacidade para nos adaptarmos às circunstâncias, seja por alterações do mundo exterior ou devido a processos de transformação pessoal. Partindo de dois exemplos distintos – a dor e as relações sociais – este professor de economia comportamental do MIT explora os meandros da psicologia humana: a capacidade de resistência, a definição de expectativas, o ajustamento do sentido de felicidade. Por vezes divertido, outras brutalmente pessoal, é uma exposição estimulante para reflectir sobre o modo como podemos encarar o que nos rodeia e a possibilidade de estabelecermos um sentido de perspectiva e o desejo de uma mais promissora normalidade. Mais para ver no PopTech.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O que é a felicidade?

O que é a felicidade? Como podemos atingi-la? Mathieu Ricard, bioquímico de formação e monge budista por opção, diz-nos que podemos treinar as nossas mentes em hábitos de bem-estar de forma a gerar um verdadeiro estado de bem-estar e realização.




domingo, 20 de março de 2011

Viver a vida ao máximo




"O homem seria muito mais feliz se se esforçasse tanto para não cometer asneiras como se esforça depois para as remediar."

George Bernard Shaw


Há pessoas que fazem tudo de qualquer maneira, cometem erros e depois encrencam-se. Sair de uma situação é mais difícil do que evitar lá entrar. Isto é senso comum.

Todavia também há aqueles que, por medo de cometer asneiras nunca fazem coisa nenhuma. Para não terem de sair de uma situação difícil, não entram em nenhuma.
Entre um e outro tipo de pessoas, se eu tivesse de escolher, eu escolheria o primeiro. Aqueles que se encrencam e depois têm de sair da situação. Imagina a diferença de desenvolvimento, riqueza de vida, de experiência que traz a necessidade absoluta de achar soluções!

Imagina dois velhinhos de 85 anos. Um, do primeiro tipo e outro do segundo. Consegues imaginar a conversa deles um com o outro? O que têm para contar? Para cada história de aventura de um existe uma história de... nada do outro. Para cada problema resolvido por um existe um... nada do outro. Para cada fracasso e vitória de um existe um... nada do outro.

Olha bem. Eu não estou a dizer para desatares a fazer asneiras. Não. Deves evitar algumas. As que conseguires. Mas o receio de fazer asneiras não te pode travar no propósito de viver a tua vida ao máximo e de revelares todo o teu potencial.
Se não queres que, quando tiveres 85 anos a tua vida não tenha sido um bocejo, não podes passar o dia de hoje a bocejar.



terça-feira, 15 de março de 2011

Sucesso e Felicidade

Arianna Huffington, explica como ela encontrou uma forma simples de ser mais produtiva, mais criativa e mais feliz. Ela é co-fundadora e editora-chefe do The Huffington Post




Quais são seus pensamentos sobre isso? Por favor, compartilhe-os connosco.


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

As tuas escolhas




Se não consegues mudar as tuas escolhas, 
como queres mudar a tua vida?


"O método secreto de atrair a felicidade
O remédio espiritual para todas as doenças
Só por hoje (neste preciso momento)
Fica sereno (não te irrites)
...Fica tranquilo (não te preocupes)
Tão cedo passa tudo quanto passa!
Circunda-te de rosas,
ama bebe e cala,
o resto é nada


"Depois do céu quem mais faz milagres é o amor" 


 Camilo Castelo Branco.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ESQUECEMO-NOS DE VIVER


Engolidos pelas preocupações do dia-a-dia, deixamos a vida escorrer por entre os dedos como a água fugidia. Quando damos conta, estamos a percorrer a recta final, um pouco atordoados, com a angústia instalada dentro de nós, esquecidos de ser felizes, ansiosos por ainda fazermos isto mais aquilo, embora sabendo, por experiência vivida, que os sonhos raramente se cumprem e os projectos se foram adiando sine die. Consumimos a maior percentagem da nossa existência a cumprir rotinas. Isso bastará para nos dar a felicidade que todos perseguimos? Ou, como seres inquietos que nascemos, ambicionamos sempre algo mais, algo diferente do que satisfaz os outros bichos?


Eis um problema existencial que sempre preocupou espíritos sensíveis. Quem é mais feliz? Quem preenche um ideal de vida mais verdadeiro? A gente simples e inculta do campo, que frui a sua existência em contacto com a natureza, sem interrogações, sem angústias, sem dúvidas, limitando-se a viver uma vida natural, acreditando na pureza dos seus actos e na força da fé, ou as pessoas que lêem, viajam, estudam, se interrogam, duvidam, se angustiam, sempre insatisfeitas, sempre em busca de respostas que não encontram, desesperadas?


Que vida tem mais sentido? A vida simples e natural ou a vida complexa de quem ousa questionar? O povo tem um ditado: “Não vá o sapateiro além da chinela.” Isto é, não estaremos a querer saber demais? Os românticos promoveram o mito do bom selvagem…

Na realidade, quem ousa dizer que tem a chave da felicidade? Como vivíamos quando começámos a erguer-nos nos pés? Não foi o homem que criou os deuses? Não foi o homem que inventou as filosofias? Não foi o homem que criou a moeda, a política, o poder, as guerras, as leis, as confusões? Não é o homem que se vai afastando cada vez mais da simplicidade e cria mais e mais barreiras à naturalidade? Não seremos apenas transitórios e insignificantes bichinhos terrenos, arrogantes inventores de mitos?

Será a pessoa humana, depois de experimentar os venenos da civilização, capaz de recuperar a capacidade de viver de modo simples?

Não serão mais felizes os que, depois de romperem as armaduras em combates vários, caiem na humildade, retornam à natureza-mãe e reaprendem o sabor do pão cozido a lenha, o encanto do cantar do pintassilgo, o rumorejar de um regato de água das serras, o prazer de contar histórias, de conviver, de engolir fungos e bactérias?

Às vezes, esquecemo-nos de que os outros também são natureza, e uma natureza especial. Será que, se aprendermos a viver em comunidade, a respeitarmo-nos, não encontraremos as chaves da alegria que procuramos algures, perdidamente? Não estará o segredo da vida aqui, ao nosso lado, nos outros, e em nós, no nosso coração?

Aprendermos a viver juntos não será um projecto autêntico e suficientemente ambicioso para merecer ser vivido em pleno?

Acabo de reler um soneto de Florbela Espanca onde a poetisa invoca, de certo modo, esta temática.

Onze versos descrevem o paraíso na terra centrado na figura de uma camponesa que vive a vida como o rouxinol, aproveitando o que Deus lhe deu, preenchendo os dias com as rotinas do rio que corre sempre para o mar. Aceita o que lhe acontece, agradece, vai em frente até descer à “terra da verdade”, com a consciência do dever cumprido, feliz. Nos outros três, a autora grita o seu pessimismo, a sua angústia, a sua insatisfação, atormentada por dúvidas, destruindo-se, sobretudo, pelos excessos de quem quis devorar a vida em vez de a saborear, acabando devorada!





sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Sono dos Bem-Sucedidos

"Um homem é um sucesso se pula da cama pela manhã, vai dormir à noite e, nesse meio tempo, faz o que gosta."


Bob Dylan





O ideal é ser tão rico que não precises de te preocupar com a quantidade de dinheiro que não tens, ter tanto amor que não te cubra a sombra da falta, ter tanta realização pessoal que o teu progresso como pessoa te encha de felicidade, tanto tempo livre que nunca te passe pelo pensamento "não faço isto porque não tenho tempo", tanta saúde que nem penses que poderás ficar doente.


Não te parece que isto seria uma boa medida para o teu sucesso? Eu também. Agora vem a boa notícia:


Reparaste no parágrafo que leste, e com o qual concordaste, que o único obstáculo ente ti e a riqueza é "a preocupação com a quantidade de dinheiro que te falta"? E que para seres feliz no amor basta agradeceres o muito que já tens? E que para teres toda a realização pessoal é suficiente gostares de ti mesmo como és e progredires como pessoa? E que para teres todo o tempo do mundo basta fazeres as coisas como se o tivesses, priorizando o que é mais importante para ti? E que se viveres como se tivesses toda a saúde do mundo... provavelmente irás tê-la.


Parece-me que se te levantares de manhã e pensares bem na tua vida, exactamente como ela é, encontrarás tantos motivos de gratidão e alegria que provavelmente, chegando à noite, irás dormir o sono dos bem-sucedidos. Afinal és bastante bem sucedido e amanhã serás ainda mais porque iniciaste um processo que não tem retorno.
 
 

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