terça-feira, 26 de julho de 2011

7 regras para criar mais felicidade



Usando ilustrações simples e encantadoras, o designer Stefan Sagmeister partilha os seus mais recentes pensamentos sobre a felicidade -- seja ela consciente ou inconsciente. As suas sete regras para a felicidade na vida e no design (com algumas personalizações) aplicam-se a todos os que procuram mais alegria.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

SlowTourism - Portugal




Tornar-se parte do local que se visita, apreciar as esplanadas, conversar com quem ali vive, procurar entender as pessoas, os modos de viver, os espaços. Escolher os locais com que mais nos identificamos e passar lá horas. Conhecer a pé, de bicicleta, de comboio. Participar nas actividades locais, contribuir para o seu desenvolvimento. 

SlowTourism - Portugal
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sábado, 23 de julho de 2011

O QUE SÃO AGÊNCIAS DE RATING:




Todos os dias o Miguel, filho do dono da mercearia, rouba pastilhas elásticas ao pai para as vender aos colegas na escola. Os colegas, cujos pais só lhes dão dinheiro para uma pastilha, não resistem e começam a consumir em média cinco pastilhas diárias, pagando uma e ficando a dever quatro. Até que um dia já todos devem bastante dinheiro ao Miguel, por isso ele conversa com o Cabeças,  alcunha do matulão lá da escola, um gajo que já chumbou quatro vezes,  e  nomeia-o a sua agência de rating. Basicamente, cada vez que um miúdo quer ficar a dever mais uma pastilha ao Miguel, é o Cabeças que dá o aval, classificando a capacidade financeira de cada um dos putos com "A+", "A", "A-", "B"... e por aí fora.

A Ritinha já está com uma dívida muito grande e um peso na consciência ainda maior, por isso acaba por confessar aos pais que tem consumido mais pastilhas do que devia. Os pais ao perceberem que a Ritinha está endividada, estabelecem um plano de ajuda para que ela possa saldar a sua dívida, aumentando-lhe a semanada mas obrigando-a a prometer que não gasta mais enquanto não pagar a dívida contraída. O Cabeças quando descobre isto, desce imediatamente o rating da Ritinha junto do Miguel que, por sua vez, passa a vender-lhe cada pastilha pelo dobro do preço. A Ritinha prolonga o pagamento da sua dívida e o Miguel divide o lucro daí obtido com o Cabeças que, como é o mais forte, é respeitado por todos.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Movimento Slow Life




O "Movimento Slow Food" surgiu na Itália, e difundiu-se no Japão, uma sociedade que sofre os efeitos de uma rápida expansão económica seguida de uma recessão. Os japoneses começaram a questionar-se sobre o que lhes é significativo. É cada vez maior o número de pessoas que preferem uma vida calma e feliz a uma vida baseada em competição, eficiência económica e rapidez, e essa percepção está fortalecendo o Movimento ""Slow Life" no Japão. O Ministério do Meio Ambiente do Japão mencionou o termo "Slow Life" pela primeira vez na edição 2003 do seu Relatório Oficial Ambiental, indicando que o movimento está crescendo.


Esta tendência é um passo no sentido de criar uma sociedade sustentável, passando de uma era de produção e consumo em massa, e também de descarte em massa. Alguns observadores acharão difícil acreditar que um movimento desse tipo esteja acontecendo no Japão, que é visto como um país corporativo. Mas podemos ter uma noção das possibilidades futuras observando o caso da Prefeitura da cidade de Kakegawa, província de Shizuoka, com seus notáveis e pioneiros esforços. Em 1979, Kakegawa foi a primeira cidade no Japão a adoptar uma "Declaração Municipal de Aprendizado Vitalício", promovendo activamente o desenvolvimento dos recursos humanos e comunitários através de um aprendizado ao longo de toda a vida. Esses vinte anos de experiência e esforço culminaram com a criação de uma nova visão apropriadamente chamada "Slow Life". O Prefeito Junichi Shinmura foi reeleito após apoiar a Slow Life na sua campanha política das últimas eleições municipais. Podemos ter uma visão mais clara dessa visão através da leitura do excerto a seguir, da "Declaração Slow Life" adoptada pela cidade de Kakegawa em 2002:

" No final do Século XX, o Japão valorizava e buscava um estilo de vida "rápido, barato, conveniente e eficiente", que proporcionasse prosperidade económica. Porém, esse estilo também causou problemas tais como a desumanização, doenças sociais e poluição ambiental. Desejamos avançar no conceito de Slow Life, para alcançar estilos de vida " calmos, relaxados e confortáveis, e passar de uma sociedade de produção e consumo em massa para uma sociedade que não agitada, mas que valoriza os bens e valores do coração.

A vida humana dura aproximadamente 700.800 horas (considerando uma expectativa média de vida de 80 anos). Desse tempo, dedicamos algo como 70.000 horas trabalhando (considerando 40 anos de trabalho). As 630.000 horas remanescentes são utilizadas em outras actividades, tais como alimentar-se, estudo e lazer, incluindo 230.000 horas dormindo. Até agora, as pessoas usualmente focam suas vidas nessas 70.000 horas dedicadas ao trabalho, devotando suas vidas aos seus empregos, Todavia, com o Movimento Slow Life, devemos agora dedicar mais atenção às 630.000 horas em que estamos fora de nossos trabalhos, a fim de atingir verdadeira felicidade e paz mental.

A prática da Slow Life envolve os seguintes oito temas:

- Slow Pace (Passos) - Nós valorizamos a cultura do caminhar, para ficar em forma e reduzir acidentes de trânsito.

- Slow Wear (Vestir) - Respeitamos e apreciamos nossos belas roupas tradicionais, incluindo os tecidos fiados e coloridos artesanalmente, os kimonos e pijamas (yukatas) japoneses.

- Slow Food (Alimentos) - Apreciamos a cultura gastronómica japonesa, tais como os pratos típicos e a Cerimónia do Chá, e ingredientes locais saudáveis.

- Slow House (Habitações) - Respeitamos as casas construídas em madeira, bambu e papel, que subsistem há mais de cem ou duzentos anos, caracterizando-se por técnicas com ênfase na durabilidade e, ao final, em conservar o ambiente natural.

- Slow Industry (Produção) - Cuidamos de nossas florestas, através de nossas formas de agricultura e indústrias, com empreendimentos sustentáveis que utilizam mão-de-obra humana, e também difundindo lavouras urbanas e turismo ecológico.

-Slow Education (Educação) - Dedicamos menos atenção às conquistas académicas, e criamos uma sociedade na qual as pessoas podem apreciar as artes, os hobbies e os desportos no decurso de suas vidas, e onde todas as gerações podem comunicar-se bem umas com as outras.

- Slow Aging (Envelhecer) - Aspiramos envelhecer com graça e auto-confiança, ao longo de toda a vida.

- Slow Life (Vida) - Baseados na filosofia de vida declarada acima, vivemos nossas vidas com a natureza e as estações, poupando nossos recursos e energia."


quinta-feira, 21 de julho de 2011

O teu mundo a avançar




"A quantidade de entropia de qualquer sistema isolado termodinamicamente tende a incrementar-se com o tempo, até alcançar um valor máximo".


Esta lei vinda da física, tem-se provado verdadeira para descrever os mais variados tipos de sistemas e tem sido aplicada para descrever a evolução de sociedades, de indivíduos, da economia, etc.

Pessoalmente é muito reveladora: tudo o que tu deixas à sua sorte, entra em caos. A tua saúde, o teu dinheiro, as tuas relações, a tua vida. Se não estiveres sempre alerta, as ervas daninhas tomam conta do jardim.

Rotinas, hábitos, padrões de ética, de trabalho e de resultados elevados mantém o teu mundo a rolar.

Inovação, ruptura, mudanças, mantém o teu mundo a avançar.



quinta-feira, 14 de julho de 2011

O poder da criatividade




"Há poucas coisas tão importantes para o crescimento contínuo como a cultura da inovação."

Podes passar anos no relax pensando os mesmos pensamentos, sentindo as mesmas emoções, executando as mesmas rotinas, convivendo com os mesmo amigos nos mesmos locais.

Contudo também podes viver em modo evolutivo: melhorando sempre na tua profissão, melhorando-te a ti mesmo e à tua performance em todos os aspectos da vida.

E podes ainda viver em revolução. Evoluis, sim, sempre, mas o teu foco não é somente evoluir na continuidade, melhorar o que está feito, a pessoa que és. Com alguma regularidade tu reinvestas-te. Tens rotinas sim, vives em modo evolutivo, também, mas de vez em quando dás aquele salto quântico que transforma a tua vida e a de quem te rodeia e fazes algo que deixa toda a gente abismada, assustada, incrédula.

Tens um poder assustador para resolver problemas: chama-se criatividade. Tem a capacidade de te virar ao avesso e de te reinventar, de te levar a um mundo onde tudo é possível, independentemente daquilo que te tenham dito.


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