Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Trabalho - Equilíbrio de vida?

Há milhares e milhares de pessoas lá fora, vivendo vidas de silêncio, gritando desesperados que trabalham horas longas, duras, em empregos que odeiam, que lhes permitem comprar coisas que não precisam para impressionar pessoas que não gostam.
Nigel Marsh uma conferência TED
Isto é interessante, não é?
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
O dilema do prisioneiro
No início da década de 1980, Robert Axelrod, sociólogo americano, fez uma descoberta notável acerca da natureza da cooperação. A verdadeira importância do resultado de Axelrod ainda não foi devidamente valorizada fora de um grupo restrito de especialistas. Encerra a potencialidade de alterar não apenas as nossas vidas pessoais, como também o mundo da política internacional.
Para compreendermos o que Axelrod descobriu, precisamos primeiro de saber algo sobre o problema que o interessou um bem conhecido quebra-cabeças sobre cooperação chamado Dilema do Prisioneiro. O nome vem da forma como o quebra-cabeças é geralmente apresentado: uma escolha imaginária que se apresenta a um prisioneiro. Há muitas versões. Eis a minha:
O leitor e outro prisioneiro jazem em celas separadas da Esquadra Principal da Polícia da Ruritânia. Os agentes tentam fazer-vos confessar ter conspirado contra o estado. Um interrogador vem até à sua cela, serve um copo de vinho da Ruritânia, dá-lhe um cigarro e, num tom de amizade sedutora, propõe-lhe um acordo.
— Confesse o crime! — exorta ele. — E se o seu amigo na outra cela…
O leitor protesta, alegando nunca ter visto antes o prisioneiro que se encontra na outra cela, mas o interrogador ignora a objecção e prossegue:
— Ainda melhor, então, se ele não é seu amigo; pois, como eu estava a dizer, se o senhor confessar, e ele não, usaremos a sua confissão para o engaiolar a ele dez anos. A sua recompensa será a liberdade. Por outro lado, se for estúpido ao ponto de se recusar a confessar, e o seu "amigo" na outra cela confessar, será o senhor a ir para a prisão dez anos, e ele será libertado.
O leitor pensa nisto durante algum tempo e percebe que não tem informação suficiente para decidir, por isso pergunta:
— E se confessarmos ambos?
— Então, e uma vez que não precisamos realmente da sua confissão, não sairá em liberdade. Mas, tendo em conta que estavam a tentar ajudar-nos, passarão os dois oito anos na cadeia.
— E se nenhum de nós confessar?
Uma expressão de desdém perpassa o rosto do interrogador e o leitor receia que ele esteja prestes a golpeá-lo. Mas o homem controla-se e rosna que, então, uma vez que não terão provas para a condenação, não poderão manter-vos lá dentro muito tempo. Mas acrescenta:
— Não desistimos facilmente. Ainda podemos manter-nos aqui seis meses, a interrogar-vos, antes de os sacanas da Amnistia Internacional conseguirem pressionar o governo para vos tirar daqui. Portanto, pense no assunto: quer o seu colega confesse, quer não, o senhor ficará melhor se confessar do que se não o fizer. E o meu colega vai dizer a mesma coisa ao outro tipo, agora mesmo.
O leitor reflecte no que ele disse e compreende que o guarda tem razão. Faça o que fizer o estranho na outra cela, o leitor ficará melhor se confessar. Se ele confessar, a sua escolha é entre confessar também, e apanhar oito anos de prisão, ou não confessar, e passar dez anos atrás das grades. Por outro lado, se o outro prisioneiro não confessar, a sua escolha é entre confessar, e sair livre, ou não confessar, e passar seis meses na cela. Portanto, parece que o melhor a fazer é confessar. Mas, então, ocorre-lhe outro pensamento. O outro prisioneiro está exactamente na mesma situação. Se, para si, é racional confessar, também será racional para ele confessar. Assim, passarão ambos oito anos na cadeia. Por outro lado, se ninguém confessar, ambos ficarão livres dentro de seis meses. Como pode ser que a escolha que parece racional, para cada um dos dois, individualmente — ou seja, confessar — vos prejudique mais a ambos do que se decidirem não confessar? O que deve fazer?
Não há solução para o Dilema do Prisioneiro. De um ponto de vista puramente do interesse próprio (aquele que não toma em consideração os interesses do outro prisioneiro), é racional, para cada prisioneiro, confessar — e se cada um fizer o que é racional do ponto de vista do interesse próprio, ficarão ambos pior do que ficariam se tivessem escolhido de outro modo. O dilema prova que quando cada um de nós, individualmente, escolhe aquilo que é do seu interesse próprio, pode ficar pior do que ficaria se tivesse sido feita uma escolha que fosse do interesse colectivo.
Peter Singer
Tradução de M. de Fátima St. Aubyn
Retirado de Como Havemos de Viver? A Ética Numa Época de Individualismo (1993) Lisboa: Dinalivro, 2006, pp. 241-244.
O dilema do prisioneiro é um problema da teoria dos jogos e um exemplo claro, mas atípico, de um problema de soma não nula. Neste problema, como em outros muitos, supõe-se que cada jogador, de modo independente, quer aumentar ao máximo a sua própria vantagem sem lhe importar o resultado do outro jogador.
As técnicas de análise da teoria de jogos padrão - por exemplo determinar o equilíbrio de Nash - podem levar cada jogador a escolher trair o outro, mas curiosamente ambos os jogadores obteriam um resultado melhor se colaborassem. Infelizmente (para os prisioneiros), cada jogador é incentivado individualmente para defraudar o outro, mesmo após lhe ter prometido colaborar. Este é o ponto-chave do dilema.
No dilema do prisioneiro iterado, a cooperação pode obter-se como um resultado de equilíbrio. Aqui joga-se repetidamente, pelo que, quando se repete o jogo, oferece-se a cada jogador a oportunidade de castigar ao outro jogador pela não cooperação em jogos anteriores. Assim, o incentivo para defraudar pode ser superado pela ameaça do castigo, o que conduz a um resultado melhor, cooperativo.
O dilema do prisioneiro foi originalmente formulado por Merrill Flood e Melvin Dresher enquanto trabalhavam na RAND em 1950. Mais tarde, Albert W. Tucker fez a sua formalização com o tema da pena de prisão e deu ao problema geral esse nome específico. O dilema do prisioneiro (DP) ditoclássico funciona da seguinte forma:
Dois suspeitos, A e B, são presos pela polícia. A polícia tem provas insuficientes para os condenar, mas, separando os prisioneiros, oferece a ambos o mesmo acordo: se um dos prisioneiros, confessando, testemunhar contra o outro e esse outro permanecer em silêncio, o que confessou sai livre enquanto o cúmplice silencioso cumpre 10 anos de sentença. Se ambos ficarem em silêncio, a polícia só pode condená-los a 6 meses de cadeia cada um. Se ambos traírem o comparsa, cada um leva 5 anos de cadeia. Cada prisioneiro faz a sua decisão sem saber que decisão o outro vai tomar, e nenhum tem certeza da decisão do outro. A questão que o dilema propõe é: o que vai acontecer? Como o prisioneiro vai reagir?
O fato é que pode haver dois vencedores no jogo, sendo esta última solução a melhor para ambos, quando analisada em conjunto. Entretanto, os jogadores confrontam-se com alguns problemas: Confiam no cúmplice e permanecem negando o crime, mesmo correndo o risco de serem colocados numa situação ainda pior, ou confessam e esperam ser libertados, apesar de que, se ele fizer o mesmo, ambos ficarão numa situação pior do que se permanecessem calados?
Um experimento baseado no simples dilema encontrou que cerca de 40% de participantes cooperaram (i.e., ficaram em silêncio).
Em abstracto, não importa os valores das penas, mas o cálculo das vantagens de uma decisão cujas conseqüências estão atreladas às decisões de outros agentes, onde a confiança e traição fazem parte da estratégia em jogo.
Casos como este são recorrentes na economia, na biologia e na estratégia. O estudo das táticas mais vantajosas num cenário onde esse dilema se repita é um dos temas da teoria dos jogos.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Hoje é o dia do sorriso.
"O sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram o que o coração procura."
Partilha este sorriso! http://on.fb.me/anButv
Partilhem connosco o vosso testemunho! Enviem-nos fotos e vídeos que vos façam sorrir!
PARTILHEM SORRISOS!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Oportunidades - Não te deixes adormecer
"Sorte é o que acontece quando capacidade se encontra com oportunidade."
Séneca
Por acaso sabes quando é que a oportunidade da tua vida te irá bater à porta? E sabes o que vai exigir de ti? Sabes? Acho que não. E como não sabes, como poderás preparar-te para lhe abrir a porta, acolhê-la e aproveitá-la? Não podes. Serás apanhado desprevenido. A oportunidade vai tocar à campainha e tu vais dizer: "É o vento". Depois vai bater com força à porta e tu dirás que é um trovão. Em seguida, se tiveres muitíssima sorte irá arrombar a porta e mostrar-se, mas tu pegas na vassoura e sacodes aquele intruso que veio perturbar o teu sossego.
Amanhã, olhando para a tua vida vais lamentar-te que não tens sorte nenhuma, que as coisas boas só acontecem aos outros. Vais afirmar "Um dia vai calhar-me a lotaria!" e isso acalma a tua consciência, pensas que a sorte está no euromilhões.
Repara bem se algo assim, como descrevi, já aconteceu contigo. O normal é não o reconheceres, mas, pelo menos, verifica que não aconteça no futuro. Não te deixes adormecer, vive em permanente preparação, ouvidos aguçados, olhos atentos, não vá uma oportunidade passar de mansinho e tu não a aproveitares porque não tens olhos e ouvidos treinados o suficiente.
Assim damos a volta a isto!

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar,
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração 'casinha dos pais',
se já tenho tudo, para quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Sou da geração 'vou queixar-me para quê?'
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração 'eu já não posso mais!'
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo
onde para ser escravo é preciso estudar.
Afinal, quem são os parvos?
Chama-se "Que Parva que eu Sou", não se encontra em qualquer disco dos Deolinda e retrata a "geração sem remuneração", com passagens como "que mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar.
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sábado, 29 de janeiro de 2011
O Universo a trabalhar para ti
"Nada é mais fácil do que se iludir, pois todo o homem acredita que aquilo que deseja seja também verdadeiro."
Demóstenes
Então agora basta pensar nas coisas para elas acontecerem? Isso é que era bom!
Para pores o Universo a trabalhar para ti, ou a conspirar em teu favor, tens de:
- Estabelecer a tua Intenção. Formula o teu desejo, visualiza-o concretizado, agradece por o teres alcançado. Lança-o no mundo.
- Depois entra em modo de Atenção. Faz os teus afazeres, cumpre a tua vida, mas mantém-te alerta, no segundo plano da tua mente.
Irás receber um sinal muito em breve, algo que te irá colocar no caminho do teu desejo. Reconhece esse sinal. Se não estiveres em sintonia com o Universo não o reconhecerás, por isso é importante manteres-te agradecido e paciente. Já "ganhaste a lotaria", mas ainda não tens o prémio na tua mão. Como reconhecer se esse sinal é genuíno ou somente ruído? É simples: ele sugere-te ideias bonitas, mantém-te satisfeito, positivo e com fé no futuro? Então NÃO é o sinal por que esperas. Este irá ser algo muito simples, uma tarefa, algo para executares.
- Assim que reconheceres o sinal, põe Acção nele. Isso é simples, uma vez que vai ser uma tarefa, basta executá-la. Mas toma atenção: frequentemente essa tarefa é grande e tu terás falta de coragem, pensas que estás enganado, não vais fazer isso baseado numa intuição idiota. Outras vezes será algo tão prosaico, tão fácil de fazer que tu duvidas que isso te possa proporcionar a realização do teu sonho. E aí pára tudo. Pára até a rotação da galáxia, não há nada que ninguém possa fazer para realizar o teu sonho, ele irá morrer. É aqui que entra o tal pensamento positivo, que te permite acreditar apesar das evidências poderem dizer o contrário. E, acreditando, ages. Quando reconheceres o sinal AGE. Sem pensar duas vezes, sem duvidar, com paixão e agradecimento.
Enquanto executas a tua tarefa volta ao ponto um e continua a enviar a tua intenção, a visualizar o resultado e a agradecer. Quando essa tarefa estiver terminada, volta aos teus afazeres e liga o modo de Atenção para receberes o sinal seguinte. E assim por diante, como uma respiração em três tempos: Intenção-Atenção-Acção, até conseguires o teu objectivo. Ele chegará. Mantém-te a respirar.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Ignite Portugal - José Pedro Cobra Ferreira - "PUZZLE com gente dentro"
José Pedro Cobra Ferreira proporcionou-nos um dos momentos mais marcantes desta edição. Conseguiu no mesmo talk misturar um sentido de humor muito peculiar com uma mensagem de elevada profundidade, conseguindo cativar a audiência muito além dos 5 minutos "tradicionais". Um talk a não perder!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Projecto de vida
"Quando a obra dos melhores chefes fica concluída, o povo diz: fomos nós que a fizemos."
Lao-Tsé
Uma pessoa grande assume toda a responsabilidade pelos fracassos e partilha toda a glória dos sucessos. Concordas? Penso que sim.
Vejamos então o teu tamanho:
Ficas furioso quando alguém te rouba uma ideia e recebe crédito por algo que tu fizeste? Pontos: zero.
Quando te apontam algo de errado que fizeste, tentas justificar-te? Pontos: outro zero.
Mostras-te feliz mas sentes-te triste contigo mesmo quando algum amigo conseguiu sucesso em algo que tu gostarias de suceder? Pontos: mais um zero.
Comparas o carro, a casa, a mulher, o marido, a roupa, o estilo, a linguagem e o ordenado com os amigos e sentes-te superior ou inferior, consoante consideras que tens melhor ou pior que eles? Pontos: mais outro zero.
E poderíamos continuar a lista somando mais zeros. O problema dos zeros é que não interessa quanto somas, o resultado é sempre o mesmo: zero.
Se conseguires ter o melhor carro, casa, etc... de forma que os teus companheiros sintam que também participaram do teu sucesso, fazer cumprir uma boa ideia mesmo fazendo parecer que não foi tua para que outro se sinta orgulhoso, assumir a responsabilidade por corrigir erros teus e de outros e sentires-te orgulhoso pelo teu amigo que conseguiu atingir aquele objectivo, então, és um líder que espreme dos outros tudo o que de melhor eles têm e lhe dá uma expressão real.
Como projecto de vida, assim de repente, não me ocorre um melhor que este: dar expressão real às potencialidades tuas e dos outros.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
A nossa vida é uma só
"Todos os negócios duradouros são baseados na amizade."
Alfred A. Montapert
Eu diria que todos os empreendimentos são baseados em relações pessoais. Ninguém é uma ilha. Tendo isso em conta, talvez a maior competência que possas desenvolver é a de aprender a lidar com pessoas, começando contigo mesmo.
Começa por ser o teu próprio melhor amigo. Trata-te com respeito e admiração, ajuda-te a ti mesmo a melhorar todos os dias, compreende-te e perdoa-te, mima-te e estimula-te a conseguir chegar sempre mais longe. Não é isso que fazem os amigos?
Enquanto te vais tornando o teu melhor amigo, faz o mesmo com quem está à tua volta. Não te envolvas com quem não tens química, seja em que aspecto da tua vida for. Não funciona. Dizem que "conhaque é conhaque e serviço é serviço" como se nós pudéssemos ser uma pessoa no trabalho, outra no amor, na família ou com os amigos.
A nossa vida é uma só. Eu diria que somos sempre conhaque. Mas, se somos conhaque, que sejamos muitíssimo bons e os nossos primeiros apreciadores.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
A ética da globalização
"Se o grupo junto do qual nos queremos justificar for a tribo ou a nação, a nossa moral será provavelmente tribal ou nacionalista. Se, no entanto, a revolução nas comunicações tiver criado um público global, podemos sentir necessidade de justificar o nosso comportamento junto de todo o mundo. Esta alteração fornece a base material de uma nova ética que servirá os interesses de todos aqueles que vivem neste planeta, e fá-lo-á de uma forma que, apesar de muita retórica, nenhuma ética produziu até agora"
Peter Singer, Um só mundo. A ética da globalização
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
As tuas escolhas
Se não consegues mudar as tuas escolhas,
como queres mudar a tua vida?
"O método secreto de atrair a felicidade
O remédio espiritual para todas as doenças
Só por hoje (neste preciso momento)
Fica sereno (não te irrites)
...Fica tranquilo (não te preocupes)
Tão cedo passa tudo quanto passa!
Circunda-te de rosas,
ama bebe e cala,
o resto é nada
"Depois do céu quem mais faz milagres é o amor"
Camilo Castelo Branco.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Por que devemos sair da zona de conforto?
“Daqui a vinte anos estará mais desapontado pelas coisas que não fez do que as que foi fazendo, por isso saia da zona de conforto, apanhe as correntes. Explore, sonhe e descubra”.
Mark Twain
Corra riscos. Não espere sempre por uma garantia. Não temos de ouvir: "Eu não disse?". Depois de um erro, sacuda o pó e caminhe para o sucesso.
A razão é que, como seres humanos, acredito que procuramos maneiras de nos refinar e melhorar. Temos, dentro de nós, a capacidade e o desejo poderoso de melhorar nosso protótipo. E só podemos fazer isso nos esforçando e testando.
Experimente. Tente algo novo. Dê mais um passo. Temos estado presos há muito tempo. Temos nos segurado há muito tempo.
Quando crianças, muitos de nós foram reprimidos do direito de experimentar. Como adultos não é diferente; continuamos nos privando deste direito.
Agora, é hora de experimentar. Permita-se provar coisas novas. Deixe-se tentar por algo novo. Sim, você cometerá erros, mas a partir desses erros você conhecerá quais são seus valores.
Algumas coisas não apreciaremos. Isso é bom, pois saberemos um pouco mais sobre quem somos e o que não gostamos.
Outras coisas nós apreciaremos. Elas funcionarão com nossos valores, com quem somos e contribuirão com a descoberta de coisas importantes e enriquecedoras para nossa vida.
Quem leva uma vida segura e previsível nunca saberá que pessoa extraordinária realmente é. Torne desafiadoras as circunstâncias de sua vida para que sua grandeza possa subir à superfície.
"De vez em quando é preciso subir num galho perigoso, porque é lá que estão as frutas"
Will Rogers
Amor e Paixão
"A vida é uma escuridão se não houver um impulso.
Todo o impulso é cego se não houver o saber.
Todo o saber é em vão se não houver o trabalho.
Todo o trabalho é vazio se não houver amor/paixão."
(Hermes)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Certeza
Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.
De tudo, ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre começando.
A certeza de que precisamos continuar.
A certeza de que seremos
interrompidos antes de terminar.
Portanto devemos:
Fazer da interrupção um caminho novo.
Da queda um passo de dança.
Do medo, uma escada.
Do sonho, uma ponte.
Da procura, um encontro.
(Fernando Pessoa)
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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Education: It's time to do better
Eis a razão porque uma escola que era boa há 30 anos pode ser hoje um atraso de vida, se não perceber que o mundo mudou entretanto.
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terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Atrair Prosperidade
"Não procures prosperidade, procura antes desenvolver as qualidades que te trarão prosperidade."
- Se me desses essa pedra preciosa eu teria de comer para sempre, nunca mais teria de passar fome.
A velhinha então pegou na pedra e deu-lha, juntamente com alguma comida.
Uns dias mais tarde alguém bateu à porta da casa humilde da velhinha. Era o mendigo que vinha devolver a pedra preciosa. Disse:
- Ensina-me a qualidade que tu tens que te fez dar-me a pedra preciosa quando eu ta pedi".
O mendigo entendeu que ter prosperidade é algo passageiro se não fores próspero por dentro. O sucesso, o dinheiro, as relações vão e vêem, mas tu permaneces e atrairás sempre, não o que tu queres, mas o que tu és.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Somos o que fazemos, para mudar o que somos
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse a mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.
- Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.
- Ruim. – disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água. Enquanto a água corria no queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! – disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.
- Não, disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: é deixar de ser copo para tornar-se lago. Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Criar riqueza em todos os aspectos da vida
"Um negócio que não produz riqueza além do dinheiro é um pobre negócio."
Henry Ford
Henry Ford
Quem gosta de dinheiro? Da liberdade que ele proporciona? Acho que toda a gente. Eu ouço muita gente criticar o dinheiro como se ele fosse o responsável por todos os males do mundo, e talvez seja, mas na mesma medida em que é responsável por todos os bens.
É justo e legítimo que cada um faça por ter mais riqueza e proporcionar a si mesmo e a outras pessoas uma vida mais abundante. Mas criar um negócio ou ter um emprego é, neste aspecto, a mesma coisa: se não ganhas nada mais além de dinheiro, tens um pobre negócio ou um pobre emprego porque o objectivo das tuas actividades é gerar abundância em todos os aspectos da vida ao mesmo tempo: dinheiro, afectos, saúde, realização.
Se as tuas actividades te trouxerem somente dinheiro, não importa quanto, então és pobre. Mas se não te trouxerem dinheiro também, mesmo que te tragam uma enorme satisfação pessoal, então és pobre da mesma forma.
Se queres ser próspero, além de rico e além de realizado, tens de investir forte e simultaneamente em cada uma das áreas nucleares da tua vida, sem deixar nenhuma de fora. Não desprezes o dinheiro porque ele é a energia que põe todas as rodas em movimento. Não desprezes a generosidade porque é através dela que te mostras agradecido e essa é a qualidade necessária para atrair ainda mais abundância. Não desprezes o tempo dito "improdutivo" porque ele é a oportunidade de te encontrares contigo mesmo e com os teus amigos e família.
Aprecia a tua metade materialista e organizada que põe ordem no teu mundo e prevê, planeia e executa, mas desfruta também da tua metade sonhadora, espiritual e desamarrada porque te ensina que és parte de um todo muito maior e que não tens de ter controlo sobre o universo porque ele é que cuida de ti.
Afinal de contas vais reparar que te tornas uma pessoa mais ética, mais rica, mais próspera e mais feliz, que é o que realmente importa e é para isso que foi feita a invenção do dinheiro.
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