“Nada nos livra de nós mesmos.”
Jorge de Sena
Quase todos passamos por alguma fase da vida em que nos apetece fugir. Pensamos (mal) que uma fuga para longe nos afasta do que nos irrita ou do que nos massacra os dias. Pura ilusão.
Quem experimentou fugir, percebeu, em pouco tempo, que estava a tentar uma coisa impossível: fugir de si próprio.
Podemos fugir de uma pressão, podemos fugir de outra pessoa, mas nunca conseguimos fugir de nós próprios.
E, quase sempre, é em nós mesmos que temos de encontrar soluções para os problemas que nos afligem.
Há quem se julgue acima da medida humana das nossas vidas. Há quem considere inferiores os que vivem rotinas e estabilidade. Há quem não saiba valorizar os que os amam desinteressadamente. Há quem pense que basta mudar de latitude para fugir aos vícios. Há quem tenha nascido em berço de ouro e persista em viver a adolescência durante décadas. Há quem ignore que uma aventura tem quase sempre um início previsível e um fim imprevisível…
Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
domingo, 14 de novembro de 2010
Nunca conseguimos fugir de nós próprios
Etiquetas:
ajuda,
meditação,
meditar,
Motivação,
realização pessoal
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Já falhei tantas vezes na minha vida
"Já falhei mais de 9.000 lançamentos na minha carreira. Já perdi quase 300 jogos. Em 26 jogos foi-me confiada a oportunidade de fazer o lançamento que daria a vitória e falhei. Já falhei e falhei e falhei tantas vezes na minha vida. E é por isso que.....eu venço".
Michael Jordan
Etiquetas:
confiança,
falhar,
Michael Jordan,
Motivação,
oportunidade,
Vencer
domingo, 7 de novembro de 2010
Trabalhar sobre ti mesmo
"Conseguirás atingir seja o que for na tua vida se continuares todos os dias a trabalhar sobre ti mesmo."
Mark Hughes
Parece tão difícil de acreditar: como é que mudando a nós mesmos podemos mudar o que pensamos e, por isso, o que nos acontece, as circunstâncias e, literalmente mudar o mundo. Ainda não acreditas nisto? É porque ainda não experimentaste. Há tanta verdade nestas palavras que parece impossível que tão poucas pessoas acreditem nelas.
Mark Hughes
Parece tão difícil de acreditar: como é que mudando a nós mesmos podemos mudar o que pensamos e, por isso, o que nos acontece, as circunstâncias e, literalmente mudar o mundo. Ainda não acreditas nisto? É porque ainda não experimentaste. Há tanta verdade nestas palavras que parece impossível que tão poucas pessoas acreditem nelas.
Etiquetas:
meditação,
Motivação,
mudar o mundo
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
ESQUECEMO-NOS DE VIVER
Engolidos pelas preocupações do dia-a-dia, deixamos a vida escorrer por entre os dedos como a água fugidia. Quando damos conta, estamos a percorrer a recta final, um pouco atordoados, com a angústia instalada dentro de nós, esquecidos de ser felizes, ansiosos por ainda fazermos isto mais aquilo, embora sabendo, por experiência vivida, que os sonhos raramente se cumprem e os projectos se foram adiando sine die. Consumimos a maior percentagem da nossa existência a cumprir rotinas. Isso bastará para nos dar a felicidade que todos perseguimos? Ou, como seres inquietos que nascemos, ambicionamos sempre algo mais, algo diferente do que satisfaz os outros bichos?
Eis um problema existencial que sempre preocupou espíritos sensíveis. Quem é mais feliz? Quem preenche um ideal de vida mais verdadeiro? A gente simples e inculta do campo, que frui a sua existência em contacto com a natureza, sem interrogações, sem angústias, sem dúvidas, limitando-se a viver uma vida natural, acreditando na pureza dos seus actos e na força da fé, ou as pessoas que lêem, viajam, estudam, se interrogam, duvidam, se angustiam, sempre insatisfeitas, sempre em busca de respostas que não encontram, desesperadas?
Que vida tem mais sentido? A vida simples e natural ou a vida complexa de quem ousa questionar? O povo tem um ditado: “Não vá o sapateiro além da chinela.” Isto é, não estaremos a querer saber demais? Os românticos promoveram o mito do bom selvagem…
Na realidade, quem ousa dizer que tem a chave da felicidade? Como vivíamos quando começámos a erguer-nos nos pés? Não foi o homem que criou os deuses? Não foi o homem que inventou as filosofias? Não foi o homem que criou a moeda, a política, o poder, as guerras, as leis, as confusões? Não é o homem que se vai afastando cada vez mais da simplicidade e cria mais e mais barreiras à naturalidade? Não seremos apenas transitórios e insignificantes bichinhos terrenos, arrogantes inventores de mitos?
Será a pessoa humana, depois de experimentar os venenos da civilização, capaz de recuperar a capacidade de viver de modo simples?
Não serão mais felizes os que, depois de romperem as armaduras em combates vários, caiem na humildade, retornam à natureza-mãe e reaprendem o sabor do pão cozido a lenha, o encanto do cantar do pintassilgo, o rumorejar de um regato de água das serras, o prazer de contar histórias, de conviver, de engolir fungos e bactérias?
Às vezes, esquecemo-nos de que os outros também são natureza, e uma natureza especial. Será que, se aprendermos a viver em comunidade, a respeitarmo-nos, não encontraremos as chaves da alegria que procuramos algures, perdidamente? Não estará o segredo da vida aqui, ao nosso lado, nos outros, e em nós, no nosso coração?
Aprendermos a viver juntos não será um projecto autêntico e suficientemente ambicioso para merecer ser vivido em pleno?
Acabo de reler um soneto de Florbela Espanca onde a poetisa invoca, de certo modo, esta temática.
Onze versos descrevem o paraíso na terra centrado na figura de uma camponesa que vive a vida como o rouxinol, aproveitando o que Deus lhe deu, preenchendo os dias com as rotinas do rio que corre sempre para o mar. Aceita o que lhe acontece, agradece, vai em frente até descer à “terra da verdade”, com a consciência do dever cumprido, feliz. Nos outros três, a autora grita o seu pessimismo, a sua angústia, a sua insatisfação, atormentada por dúvidas, destruindo-se, sobretudo, pelos excessos de quem quis devorar a vida em vez de a saborear, acabando devorada!
Etiquetas:
Deus,
felicidade,
meditar,
Motivação,
motivação pessoal,
projectos
sábado, 23 de outubro de 2010
A ordem da vida
Um professor de filosofia iniciou a aula em silêncio, colocando alguns objectos em cima da secretária à sua frente. Como não dizia nada, os alunos começaram a mexer-se nas cadeiras, primeiro, depois a cochichar uns com os outros. Todos se calaram quando ele começou a encher um grande frasco de vidro com um determinado número de bolas de golfe, até ficar cheio.
Depois perguntou à turma: “O frasco está cheio?” e todos concordaram que sim, o frasco estava cheio, nem mais uma bola de golfe lá caberia.
O professor então pegou num saquinho de seixos pequenos e despejou-o dentro do frasco. Os seixos rebolaram pelos espaços entre as bolas de golfe e assim o professor despejou o saquinho.
Em seguinda perguntou à turma: “O frasco está cheio?” e os alunos, agora mais atentos, responderam que sim, que agora estava cheio.
Sem dizer uma palavra, pegou num saquinho com areia e começou a despejá-la dentro do frasco. À medida que os grãzinhos se infiltravam nos espaços livres deixados pelas bolas de golfe e pelos seixos, alguns alunos começavam a rir-se, divertidos, a ver onde aquilo iria chegar. Não poderia ir muito mais longe, afinal quantas mais coisas se poderiam enfiar naquele frasco de vidro? Quando terminou de despejar toda a areia, o professor perguntou de novo: “O frasco está cheio?” e todos concordaram que, antes realmente não estava, mas agora está, definitivamente cheio.
Então o professor emitiu um sorriso rasgado e retirou duas chávenas de café de debaixo da secretária e começou a despejá-las para dentro do frasco. Os alunos começaram todos a rir, não só da esperteza do professor, mas também da própria ignorância, como se tivessem sido apanhados numa partida. O café escorreu das chávenas até à última gota, preenchendo os espaços deixados livres pela areia.
“Agora”, disse o professor, “gostaria de comparar o frasco com a vossa vida. As bolas de golfe são as coisas mais importantes para vocês: A saúde, a família, o dinheiro, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São as coisas que, mesmo que o resto desaparecesse, a vossa vida ainda assim seria completa.
Os seixos são as outras coisas de muita importância nas vossas vidas, como a casa, o carro ou o emprego.
A areia representa tudo o resto. As coisas pequenas, os pequenos caprichos, as preguiças de fim de semana, os passeios, a comida e a bebida, enfim, o que para cada um fôr pouco importante.
Quem entendeu esta lição?”- alguns alunos levantaram a mão e, a um sinal do professor, um deles respondeu:
“Isto significa que, se fizermos primeiro as coisas mais importantes, teremos tempo para fazer tudo o que precisamos.”
“Muito bem”, atalhou o professor, “mas não só isso! O facto é que se colocares primeiro a areia no frasco, os seixos já não caberão. E se colocares primeiro os seixos, as bolas de golfe já não caberão. Ou seja, se gastares a maior parte do teu tempo e da tua energia com a areia, não podes esperar possuir também as bolas de golfe e, aos poucos, a tua vida deixa de fazer sentido. Presta atenção às coisas que são críticas para a tua felicidade e coloca-as à frente de tudo, em tempo e importância. Brinca com os teus filhos, dá um mimo à tua mãe, ou à tua esposa ou esposo conversa com o teu pai e o teu filho pequenino, toma conta de ti, do teu bem.estar e da tua saúde física, mental e financeira.”
Um dos alunos então, levantou a mão e perguntou: “Então e as chávenas de café?”
O professor sorriu “ainda bem que há alguém atento na sala!” e respondeu:
“As chávenas de café são somente para mostrar que, por muito cheia que a tua vida possa parecer... há sempre tempo para um cafezinho e dois dedos de conversa com o teu melhor amigo”.
Etiquetas:
consistência,
disciplina,
ordem,
paciencia,
perseverança,
prioridades
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Tens um sonho?
"Obstáculos são as coisas assustadoras que encontra quando desvia os olhos do seu sonho"
Henry Ford
Tens um sonho? Se não tens andas sem direcção. Se tens e te desvias dele, a tua vida é feita de dificuldades e obstáculos. Mas se tens um sonho e vives em consequência com ele, na sua direcção e focado nele, passas pelas pedras do caminho como se fosses a voar.
Henry Ford
Tens um sonho? Se não tens andas sem direcção. Se tens e te desvias dele, a tua vida é feita de dificuldades e obstáculos. Mas se tens um sonho e vives em consequência com ele, na sua direcção e focado nele, passas pelas pedras do caminho como se fosses a voar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





