Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Tu és livre no Agora.
"Cada dia pode ser um ponto de partida para uma vitória, não importando o que se perdeu antes."
Está sol lá fora, o frio do Outono começa finalmente a mostrar-se e o ar está tão limpo que limpa a alma a cada respiração. Não tem a mínima importância a tua situação actual, se estás bem de vida ou mal, se estás emocionalmente resolvido (ou resolvida) ou ainda por resolver, nem se te amas como és ou te detestas ainda. Nada disso importa. Imagina que estás sentado no primeiro degrau de uma escada de mil degraus. Tens um problema. E esse problema não é a escada ter mil degraus, e também não é tu estares ainda no primeiro, e não é também o facto de, eventualmente, estares nesse primeiro degrau há muitos anos. Não. O teu único problema é estares sentado nele.
Lembra-te: não importa em que degrau estás, desde que não estejas sentado. O teu passado não te define com pessoa, nem tem de condicionar as tuas acções presentes. Tu és livre no Agora. O Wayne Dyer diz que o rasto do barco na água não determina a sua direcção, é somente um rasto por onde o barco passou no passado, neste momento o piloto pode mudar de direcção à sua vontade, com total liberdade.
Hoje, toma a decisão determinada (decisão + acção) de descolar o rabo da escada e subir mais um degrau. Só um. É fácil de fazer? Com certeza. É fácil de não fazer? Evidentemente. Escolhe.
Está sol lá fora, o frio do Outono começa finalmente a mostrar-se e o ar está tão limpo que limpa a alma a cada respiração. Não tem a mínima importância a tua situação actual, se estás bem de vida ou mal, se estás emocionalmente resolvido (ou resolvida) ou ainda por resolver, nem se te amas como és ou te detestas ainda. Nada disso importa. Imagina que estás sentado no primeiro degrau de uma escada de mil degraus. Tens um problema. E esse problema não é a escada ter mil degraus, e também não é tu estares ainda no primeiro, e não é também o facto de, eventualmente, estares nesse primeiro degrau há muitos anos. Não. O teu único problema é estares sentado nele.
Lembra-te: não importa em que degrau estás, desde que não estejas sentado. O teu passado não te define com pessoa, nem tem de condicionar as tuas acções presentes. Tu és livre no Agora. O Wayne Dyer diz que o rasto do barco na água não determina a sua direcção, é somente um rasto por onde o barco passou no passado, neste momento o piloto pode mudar de direcção à sua vontade, com total liberdade.
Hoje, toma a decisão determinada (decisão + acção) de descolar o rabo da escada e subir mais um degrau. Só um. É fácil de fazer? Com certeza. É fácil de não fazer? Evidentemente. Escolhe.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
É tão bom ter escolhas, não é?
"Muitos sonham com a imortalidade mas aborrecem-se num Domingo chuvoso."
Susan Ertz
Verifica se o teu sonho é para ti. Eu conheço uma pessoa que sonha correr uma maratona, mas assim que começa a correr, começam as dores nas pernas e desiste. Outra gostaria de ter uma grande conta bancária, mas assim que recebe o salário gasta-o inteiro. Outra ainda fica acordada de noite a idealizar uma vida em casal mas quando surge a oportunidade de se relacionar com alguém, retrai-se. Eu gostava de fazer uma volta ao mundo e conhecer outras culturas, mas se tiver a oportunidade de ir comer sushi faço uma careta e respondo que não gosto de peixe cru. Também gostaria de ser um grande futebolista, o dinheiro, a fama, mas o detalhe de jogar, treinar, bem... isso já não me agrada muito.
Podes sonhar o que quiseres, mas avalia se esse sonho é mesmo para ti. Quando maior ele for menos tu estás preparado para o alcançar. Tens duas alternativas. Ou mudas de sonho e o aproximas da tua realidade, ou mudas a tua realidade para a aproximares do teu sonho. Uma das duas coisas irá acontecer.
É tão bom ter escolhas, não é? Começa a fazer tudo o que estiver ao teu alcance agora mesmo. Queres dar a volta ao mundo e conhecer outras culturas? Começa hoje: vai ao sushi, ao kebab, ao chinês e ao indiano. Se queres a maratona treina até os bofos te sairem pela boca. Expõe-te a outras pessoas se pretendes um romance. Em todos os sonhos há uma parte importante que não depende de ti: há circunstâncias, outras pessoas envolvidas, meios e recursos, mas há sempre alguma coisa que depende de ti e que podes fazer agora mesmo.
Isso é tudo o que te é pedido. Agora vou dizer uma máxima imortal, prepara-te: "O que não depende de ti... não depende de ti, mas o que depende de ti, depende de ti." Gostaste? Profundíssimo Hein?
Susan Ertz
Verifica se o teu sonho é para ti. Eu conheço uma pessoa que sonha correr uma maratona, mas assim que começa a correr, começam as dores nas pernas e desiste. Outra gostaria de ter uma grande conta bancária, mas assim que recebe o salário gasta-o inteiro. Outra ainda fica acordada de noite a idealizar uma vida em casal mas quando surge a oportunidade de se relacionar com alguém, retrai-se. Eu gostava de fazer uma volta ao mundo e conhecer outras culturas, mas se tiver a oportunidade de ir comer sushi faço uma careta e respondo que não gosto de peixe cru. Também gostaria de ser um grande futebolista, o dinheiro, a fama, mas o detalhe de jogar, treinar, bem... isso já não me agrada muito.
Podes sonhar o que quiseres, mas avalia se esse sonho é mesmo para ti. Quando maior ele for menos tu estás preparado para o alcançar. Tens duas alternativas. Ou mudas de sonho e o aproximas da tua realidade, ou mudas a tua realidade para a aproximares do teu sonho. Uma das duas coisas irá acontecer.
É tão bom ter escolhas, não é? Começa a fazer tudo o que estiver ao teu alcance agora mesmo. Queres dar a volta ao mundo e conhecer outras culturas? Começa hoje: vai ao sushi, ao kebab, ao chinês e ao indiano. Se queres a maratona treina até os bofos te sairem pela boca. Expõe-te a outras pessoas se pretendes um romance. Em todos os sonhos há uma parte importante que não depende de ti: há circunstâncias, outras pessoas envolvidas, meios e recursos, mas há sempre alguma coisa que depende de ti e que podes fazer agora mesmo.
Isso é tudo o que te é pedido. Agora vou dizer uma máxima imortal, prepara-te: "O que não depende de ti... não depende de ti, mas o que depende de ti, depende de ti." Gostaste? Profundíssimo Hein?
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Cuidar do sonho
"O poder da reflexão é o poder do agricultor. Depois de semear, cuida e protege."
Fazer um plano é simples, segui-lo também. Mas verificar se ele nos está a levar onde queremos já não é um hábito comum.
Cria o hábito de reflectir ao final do dia, acerca do quanto estás agora mais próximo da concretização do(s) teu(s) sonho(s) em relação a ontem. Já aprendeste a colocar por escrito os teus objectivos, planos e tarefas. Agora habitua-te também a colocar por escrito os teus resultados diários.
Vamos fazer um exercício. Imagina que um dos teus objectivos é ganhar mais 50% de dinheiro este ano em relação ao anterior. Pode ser qualquer coisa, como por exemplo, encontrar uma namorada ou namorado, mudar de carro ou de casa, tirar umas férias na neve, pagar os estudos a um filho, não sei, qualquer coisa. Vamos ficar pelo aumento de 50% no teu rendimento e vamos imaginar que és trabalhador por conta de outrem.
Depois de fazeres o teu plano: pedir aumento, encontrar um part-time, fazer algum investimento, sei lá, seja qual for o teu plano, tens de executar diariamente determinadas acções que te aproximem do teu objectivo (as tarefas). No final de cada dia, avalia a tua performance. Não quer dizer que tenhas resultados palpáveis, mensuráveis, num dia só, não. Mas deves verificar se as tuas acções do dia te aproximaram ou afastaram do teu objectivo.
Se achas e sentes que o que fizeste está a levar-te na direcção certa, continua com o teu plano e as suas tarefas. Mas podes verificar que, mesmo executando as tarefas determinadas, a coisa não está a funcionar. Não há problema: reavalia o plano. Corrige-o no que for necessário, ou elimina-o mesmo e cria um outro de raiz. Coloca todas as considerações por escrito. O próprio acto de escrever num papel ajuda a definir e a clarificar as tuas ideias.
Este é o trabalho do "cuidar do sonho" como o agricultor que, depois de semear, e muito antes de poder colher, tem de cuidar e proteger. Ele rega, cobre com erva seca para proteger a cultura do sol forte, verifica se as pragas não a atacam, limpa as ervas daninhas, enxerta e poda. É isso que tu fazes com o teu plano.
Se fizeres isto com consistência, diariamente, estás a colocar-te numa posição de força na qual 80% das pessoas não estão. Imagina a vantagem que este hábito tão simples te dá sobre a maioria das pessoas na conquista dos teus sonhos!
É fundamental teres estas pequenas avaliações espalhadas pelo teu quotidiano, não se vá dar o caso de estares a trabalhar num plano pensando que ele te leva à lua e afinal vais parar ao quintal do vizinho, que é o que acontece a toda a gente que já teve um sonho e que agora pensa que isso de sonhar é para crianças e adolescentes.
Fazer um plano é simples, segui-lo também. Mas verificar se ele nos está a levar onde queremos já não é um hábito comum.
Cria o hábito de reflectir ao final do dia, acerca do quanto estás agora mais próximo da concretização do(s) teu(s) sonho(s) em relação a ontem. Já aprendeste a colocar por escrito os teus objectivos, planos e tarefas. Agora habitua-te também a colocar por escrito os teus resultados diários.
Vamos fazer um exercício. Imagina que um dos teus objectivos é ganhar mais 50% de dinheiro este ano em relação ao anterior. Pode ser qualquer coisa, como por exemplo, encontrar uma namorada ou namorado, mudar de carro ou de casa, tirar umas férias na neve, pagar os estudos a um filho, não sei, qualquer coisa. Vamos ficar pelo aumento de 50% no teu rendimento e vamos imaginar que és trabalhador por conta de outrem.
Depois de fazeres o teu plano: pedir aumento, encontrar um part-time, fazer algum investimento, sei lá, seja qual for o teu plano, tens de executar diariamente determinadas acções que te aproximem do teu objectivo (as tarefas). No final de cada dia, avalia a tua performance. Não quer dizer que tenhas resultados palpáveis, mensuráveis, num dia só, não. Mas deves verificar se as tuas acções do dia te aproximaram ou afastaram do teu objectivo.
Se achas e sentes que o que fizeste está a levar-te na direcção certa, continua com o teu plano e as suas tarefas. Mas podes verificar que, mesmo executando as tarefas determinadas, a coisa não está a funcionar. Não há problema: reavalia o plano. Corrige-o no que for necessário, ou elimina-o mesmo e cria um outro de raiz. Coloca todas as considerações por escrito. O próprio acto de escrever num papel ajuda a definir e a clarificar as tuas ideias.
Este é o trabalho do "cuidar do sonho" como o agricultor que, depois de semear, e muito antes de poder colher, tem de cuidar e proteger. Ele rega, cobre com erva seca para proteger a cultura do sol forte, verifica se as pragas não a atacam, limpa as ervas daninhas, enxerta e poda. É isso que tu fazes com o teu plano.
Se fizeres isto com consistência, diariamente, estás a colocar-te numa posição de força na qual 80% das pessoas não estão. Imagina a vantagem que este hábito tão simples te dá sobre a maioria das pessoas na conquista dos teus sonhos!
É fundamental teres estas pequenas avaliações espalhadas pelo teu quotidiano, não se vá dar o caso de estares a trabalhar num plano pensando que ele te leva à lua e afinal vais parar ao quintal do vizinho, que é o que acontece a toda a gente que já teve um sonho e que agora pensa que isso de sonhar é para crianças e adolescentes.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Enquando se concorda não se acorda
"Aprecio o facto de alguém me dizer que estou errado porque a maior parte das vezes estou mesmo."
Príncipe William
Ao contrário da filosofia ou da metafísica, diz-se que a ciência é falseável. Isto significa simplesmente que uma visão científica do mundo pode ser provada verdadeira hoje e provada falsa amanhã. Isso é o que vemos constantemente.
O que me leva a pensar na importância que damos às "verdades científicas". Se pensarmos bem naquilo em que depositamos a nossa maior confiança e que nos dá a segurança da verdade, que é a ciência, ela é de facto muito pouco confiável, no que diz respeito às suas capacidades de descrever a realidade.
Mas isso é outra conversa. Eu aprecio uma boa verdade científica como tu e, seguramente muito mais que a maioria das pessoas que conheço. Mas a maior lição que eu, pessoalmente, retirei da ciência é que, o que aparentemente parece uma debilidade, é de facto a sua força. De cada vez que se prova que alguma teoria está errada, o conhecimento científico dá um pulo e avança ("como bola colorida nas mãos de uma criança" diz poeticamente o António Gedeão).
"Enquando se concorda não se acorda", gosto eu de dizer. A Idade Média é chamada de Idade das Trevas porque não houve nenhum avanço científico significativo. A ciência de Aristóteles era insuspeita e, quem a provasse errada corria sérios riscos. Foi um sono de mil anos, nesse aspecto.
Por isso, eu acho que o príncipe William tem uma atitude louvável e de uma sabedoria muito acima da média. Eu não gosto que me apontem erros. Acho que sou bastante normal nisso, mas é só por causa do meu ego que quer sempre ser superior em tudo e entende erradamente as coisas. Não lhe presto muita atenção neste aspecto porque, apesar de me sentir mal com as críticas, eu sei que estou a avançar para o próximo nível.
Já entendeste porque é que para teres mais sucesso tens de aumentar o número de fracassos? Onde está então o problema com o cometer erros, fazer asneira? Somente no teu ego. Se o puseres de lado, com humildade, vais ver um mundo que se abre a cada fracasso. E isso é muito fácil se entenderes que as tuas actividades vêm sempre provar alguma coisa e, com isso, avanças de alguma maneira.
Se decidires encarar a tua vida como uma experiência científica vais agradecer pelos erros, do fundo do coração.
Príncipe William
Ao contrário da filosofia ou da metafísica, diz-se que a ciência é falseável. Isto significa simplesmente que uma visão científica do mundo pode ser provada verdadeira hoje e provada falsa amanhã. Isso é o que vemos constantemente.
O que me leva a pensar na importância que damos às "verdades científicas". Se pensarmos bem naquilo em que depositamos a nossa maior confiança e que nos dá a segurança da verdade, que é a ciência, ela é de facto muito pouco confiável, no que diz respeito às suas capacidades de descrever a realidade.
Mas isso é outra conversa. Eu aprecio uma boa verdade científica como tu e, seguramente muito mais que a maioria das pessoas que conheço. Mas a maior lição que eu, pessoalmente, retirei da ciência é que, o que aparentemente parece uma debilidade, é de facto a sua força. De cada vez que se prova que alguma teoria está errada, o conhecimento científico dá um pulo e avança ("como bola colorida nas mãos de uma criança" diz poeticamente o António Gedeão).
"Enquando se concorda não se acorda", gosto eu de dizer. A Idade Média é chamada de Idade das Trevas porque não houve nenhum avanço científico significativo. A ciência de Aristóteles era insuspeita e, quem a provasse errada corria sérios riscos. Foi um sono de mil anos, nesse aspecto.
Por isso, eu acho que o príncipe William tem uma atitude louvável e de uma sabedoria muito acima da média. Eu não gosto que me apontem erros. Acho que sou bastante normal nisso, mas é só por causa do meu ego que quer sempre ser superior em tudo e entende erradamente as coisas. Não lhe presto muita atenção neste aspecto porque, apesar de me sentir mal com as críticas, eu sei que estou a avançar para o próximo nível.
Já entendeste porque é que para teres mais sucesso tens de aumentar o número de fracassos? Onde está então o problema com o cometer erros, fazer asneira? Somente no teu ego. Se o puseres de lado, com humildade, vais ver um mundo que se abre a cada fracasso. E isso é muito fácil se entenderes que as tuas actividades vêm sempre provar alguma coisa e, com isso, avanças de alguma maneira.
Se decidires encarar a tua vida como uma experiência científica vais agradecer pelos erros, do fundo do coração.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
A Fórmula do Sucesso
"O sucesso requer primeiro que apliques 10 unidades de esforço para 1 unidade de resultados. O momentum produzirá 10 unidades de resultados para cada unidade de esforço."
Charles J. Givens
Já te aconteceu passares por um período de muito sucesso em que as coisas pareciam cair-te no regaço? Todos os dias tinhas mais uma boa notícia e progredias tão rapidamente que parecia milagre? Isso é "momentum", a acção do trabalho acumulado que atinge uma massa crítica e explode, espalhando resultados.
Os físicos expressam o momentum com "P=mv"(MOMENTUM = massa x velocidade) para expressar exactamente o mesmo conceito. Mas o que raio tem a física a ver com desenvolvimento pessoal? Tudo. Explico:
Há duas pessoas que têm dois trabalhos (ou negócios) e progridem à mesma velocidade. O mesmo crescimento, facturação, lucros, etc. Contudo um deles tem informações e competências que o outro não tem, por exemplo, sabe administrar bem o seu tempo, conhece bem a concorrência ou é um bom gestor de dinheiro. Ao fim de algum tempo, continuando ambos a fazer o mesmo esforço o empresário melhor preparado começa a sentir que o negócio se leva a si próprio, se está a multiplicar quase sozinho, enquanto que o outro continua a lutar para conseguir os mesmos resultados de sempre.
Qual a diferença entre estas duas pessoas? A que gerou o "momentum" estava melhor preparada, tinha mais massa, e foi isto que gerou uma reacção em cadeia que fez explodir o seu negócio. Por isso vês frequentemente uma pessoa a ter um imenso sucesso: criou a quantidade crítica de massa e de velocidade, e outras, trabalhando tanto ou mais e não têm sucesso algum.
Existe uma relação entre a massa e a velocidade para atingires o momentum que te interessa: se tiveres pouca massa precisas de uma grande velocidade, se tiveres muita massa precisas de muito menos velocidade. Por isso já sabes o que fazer: avança mais rápido, e ganha mais competências que o teu momentum surgirá.
Depois tens de ter uma coisa em atenção: reconhecê-lo quando acontecer. A pior coisa que te pode acontecer é matá-lo logo à nascença por ignorância. Se não o reconheceres poderás reduzir a tua velocidade pensando que atingiste o teu objectivo e isso acaba com ele instantaneamente. Foi assim que eu já arruinei um ou dois. Não! Se começares a senti-lo acontecer, dá-lhe mais combustível, mais trabalho e entusiasmo, e mais preparação: mais "velocidade" e mais "massa", porque desse modo ele vai gerar outro e outro e nunca mais irá parar.
Quando viveres diariamente em "momentum", além de uma sensação indescritível, poderás realizar todos os sonhos, teus e de outros. Eu gosto de lhe chamar "A Fórmula do Sucesso": P=mv.
Charles J. Givens
Já te aconteceu passares por um período de muito sucesso em que as coisas pareciam cair-te no regaço? Todos os dias tinhas mais uma boa notícia e progredias tão rapidamente que parecia milagre? Isso é "momentum", a acção do trabalho acumulado que atinge uma massa crítica e explode, espalhando resultados.
Os físicos expressam o momentum com "P=mv"(MOMENTUM = massa x velocidade) para expressar exactamente o mesmo conceito. Mas o que raio tem a física a ver com desenvolvimento pessoal? Tudo. Explico:
Há duas pessoas que têm dois trabalhos (ou negócios) e progridem à mesma velocidade. O mesmo crescimento, facturação, lucros, etc. Contudo um deles tem informações e competências que o outro não tem, por exemplo, sabe administrar bem o seu tempo, conhece bem a concorrência ou é um bom gestor de dinheiro. Ao fim de algum tempo, continuando ambos a fazer o mesmo esforço o empresário melhor preparado começa a sentir que o negócio se leva a si próprio, se está a multiplicar quase sozinho, enquanto que o outro continua a lutar para conseguir os mesmos resultados de sempre.
Qual a diferença entre estas duas pessoas? A que gerou o "momentum" estava melhor preparada, tinha mais massa, e foi isto que gerou uma reacção em cadeia que fez explodir o seu negócio. Por isso vês frequentemente uma pessoa a ter um imenso sucesso: criou a quantidade crítica de massa e de velocidade, e outras, trabalhando tanto ou mais e não têm sucesso algum.
Existe uma relação entre a massa e a velocidade para atingires o momentum que te interessa: se tiveres pouca massa precisas de uma grande velocidade, se tiveres muita massa precisas de muito menos velocidade. Por isso já sabes o que fazer: avança mais rápido, e ganha mais competências que o teu momentum surgirá.
Depois tens de ter uma coisa em atenção: reconhecê-lo quando acontecer. A pior coisa que te pode acontecer é matá-lo logo à nascença por ignorância. Se não o reconheceres poderás reduzir a tua velocidade pensando que atingiste o teu objectivo e isso acaba com ele instantaneamente. Foi assim que eu já arruinei um ou dois. Não! Se começares a senti-lo acontecer, dá-lhe mais combustível, mais trabalho e entusiasmo, e mais preparação: mais "velocidade" e mais "massa", porque desse modo ele vai gerar outro e outro e nunca mais irá parar.
Quando viveres diariamente em "momentum", além de uma sensação indescritível, poderás realizar todos os sonhos, teus e de outros. Eu gosto de lhe chamar "A Fórmula do Sucesso": P=mv.
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