Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O Peso do teu Passado
"As coisas incompletas puxam-te para o passado e impedem-te de progredir."
O poder de terminar as coisas não é um poder pequeno, aliás é o primeiro responsável pela tua liberdade. Quando uma tarefa está quase concluída acabou de entrar numa das fases mais críticas: a fase do "quase". Já passou por outras fases "quase", quando te perguntaram se já tinhas pensado no assunto e respondeste "mais ou menos", e, mais tarde, quando te perguntaram se já tinhas começado e respondeste "praticamente sim", em seguida se estava a progredir velozmente e respondeste "assim assim" e agora quando te perguntam se terminaste respondes "quase". Se ultrapassaste as anteriores, ultrapassa esta também.
Vou-te dizer o que acontece se não terminares a resolução de um assunto: A casa fica por pintar, o agradecimento por dar, o imposto por pagar, o favor por retribuir, a dívida por liquidar, a conversa por ter, a relação por clarificar e a inspiração por concretizar. O problema não é só teres efectuado a maior parte da solução e, por não teres terminado é como se não tivesses feito nada. O problema é ainda muito mais grave: a tua vida futura, as tuas opções desejos, ambições e acções ficam condicionadas pelo peso do teu passado. Tira-te a liberdade. Mantem-te voltado para trás.
Por isso, no teu caminho para o sucesso, desenvolve o poder do "terminador implacável" que consiste terminar tudo aquilo que começa. Inicia o processo exterminando o vírus da procrastinação. Depois toma as decisões e em seguida age sem dúvidas nem segundas opiniões, como um míssil teleguiado que não pára enquanto não tiver concluído a missão. E mais! Depois de concluída a missão, verifica de novo que ficou mesmo concluída, não vá a tua atenção ter-se distraído e algum detalhe esquecido vir-te agarrar no futuro com as suas garras de aço.
O poder de terminar as coisas não é um poder pequeno, aliás é o primeiro responsável pela tua liberdade. Quando uma tarefa está quase concluída acabou de entrar numa das fases mais críticas: a fase do "quase". Já passou por outras fases "quase", quando te perguntaram se já tinhas pensado no assunto e respondeste "mais ou menos", e, mais tarde, quando te perguntaram se já tinhas começado e respondeste "praticamente sim", em seguida se estava a progredir velozmente e respondeste "assim assim" e agora quando te perguntam se terminaste respondes "quase". Se ultrapassaste as anteriores, ultrapassa esta também.
Vou-te dizer o que acontece se não terminares a resolução de um assunto: A casa fica por pintar, o agradecimento por dar, o imposto por pagar, o favor por retribuir, a dívida por liquidar, a conversa por ter, a relação por clarificar e a inspiração por concretizar. O problema não é só teres efectuado a maior parte da solução e, por não teres terminado é como se não tivesses feito nada. O problema é ainda muito mais grave: a tua vida futura, as tuas opções desejos, ambições e acções ficam condicionadas pelo peso do teu passado. Tira-te a liberdade. Mantem-te voltado para trás.
Por isso, no teu caminho para o sucesso, desenvolve o poder do "terminador implacável" que consiste terminar tudo aquilo que começa. Inicia o processo exterminando o vírus da procrastinação. Depois toma as decisões e em seguida age sem dúvidas nem segundas opiniões, como um míssil teleguiado que não pára enquanto não tiver concluído a missão. E mais! Depois de concluída a missão, verifica de novo que ficou mesmo concluída, não vá a tua atenção ter-se distraído e algum detalhe esquecido vir-te agarrar no futuro com as suas garras de aço.
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sábado, 4 de setembro de 2010
Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.
"É fácil aumentar a auto-estima: realize coisas boas e lembre-se de tê-las realizado. Você é demais!"
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
O Sono dos Bem-Sucedidos
"Um homem é um sucesso se pula da cama pela manhã, vai dormir à noite e, nesse meio tempo, faz o que gosta."
Bob Dylan
O ideal é ser tão rico que não precises de te preocupar com a quantidade de dinheiro que não tens, ter tanto amor que não te cubra a sombra da falta, ter tanta realização pessoal que o teu progresso como pessoa te encha de felicidade, tanto tempo livre que nunca te passe pelo pensamento "não faço isto porque não tenho tempo", tanta saúde que nem penses que poderás ficar doente.
Não te parece que isto seria uma boa medida para o teu sucesso? Eu também. Agora vem a boa notícia:
Reparaste no parágrafo que leste, e com o qual concordaste, que o único obstáculo ente ti e a riqueza é "a preocupação com a quantidade de dinheiro que te falta"? E que para seres feliz no amor basta agradeceres o muito que já tens? E que para teres toda a realização pessoal é suficiente gostares de ti mesmo como és e progredires como pessoa? E que para teres todo o tempo do mundo basta fazeres as coisas como se o tivesses, priorizando o que é mais importante para ti? E que se viveres como se tivesses toda a saúde do mundo... provavelmente irás tê-la.
Parece-me que se te levantares de manhã e pensares bem na tua vida, exactamente como ela é, encontrarás tantos motivos de gratidão e alegria que provavelmente, chegando à noite, irás dormir o sono dos bem-sucedidos. Afinal és bastante bem sucedido e amanhã serás ainda mais porque iniciaste um processo que não tem retorno.
Bob Dylan
O ideal é ser tão rico que não precises de te preocupar com a quantidade de dinheiro que não tens, ter tanto amor que não te cubra a sombra da falta, ter tanta realização pessoal que o teu progresso como pessoa te encha de felicidade, tanto tempo livre que nunca te passe pelo pensamento "não faço isto porque não tenho tempo", tanta saúde que nem penses que poderás ficar doente.
Não te parece que isto seria uma boa medida para o teu sucesso? Eu também. Agora vem a boa notícia:
Reparaste no parágrafo que leste, e com o qual concordaste, que o único obstáculo ente ti e a riqueza é "a preocupação com a quantidade de dinheiro que te falta"? E que para seres feliz no amor basta agradeceres o muito que já tens? E que para teres toda a realização pessoal é suficiente gostares de ti mesmo como és e progredires como pessoa? E que para teres todo o tempo do mundo basta fazeres as coisas como se o tivesses, priorizando o que é mais importante para ti? E que se viveres como se tivesses toda a saúde do mundo... provavelmente irás tê-la.
Parece-me que se te levantares de manhã e pensares bem na tua vida, exactamente como ela é, encontrarás tantos motivos de gratidão e alegria que provavelmente, chegando à noite, irás dormir o sono dos bem-sucedidos. Afinal és bastante bem sucedido e amanhã serás ainda mais porque iniciaste um processo que não tem retorno.
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Os bolsos rotos
"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles."
Douglas Hurd
Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.
Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.
Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".
O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.
Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.
Douglas Hurd
Tenho constatado que é mais fácil dar ajuda que recebê-la. É que ao "dar" ajuda temos a gratificação imediata de nos sentirmos simultâneamente "bonzinhos" e "superiores", uma combinação de emoções muito agradável. Não é difícil ser-se generoso assim.
Agora imagina que hoje te deixas ajudar por alguém. Não só não tens essa gratificaçãozinha imediata, como sabes que o outro poderá estar a sentir-se superior e isso faz-te sentir menor. Mas pensa no seguinte: Não serás mais generoso e humanamente maduro se te deixares ajudar e proporcionares também a possibilidade de outras pessoas serem generosas contigo? O teu ego diz que isso não pode ser, mas a tua generosidade diz que não pode ser de outro modo: umas vezes ajudas, outras deixas que te ajudem.
Os bolsos rotos são outra metáfora interessante: Representam a dependência. Se tens um amigo ou conhecido que não se mexe a não ser para pedir ajuda e não sai da sua casca para ajudar outras pessoas, pede-lhe tu ajuda em algo que ele possa realmente ser útil. É assim que tapas os buracos dos bolsos dele: torna-lo generoso e pro-activo, devolves-lhe a auto-confiança e envove-lo nesta dinâmica tão frutífera do "dar e receber".
O que é que isto tem a ver com a tua vida do dia-a-dia? Tudo. Trabalha conscientemente nas tuas relações humanas para promover a tua humanidade e a dos que te rodeiam, com paciência mas determinação. Verás os resultados começarem a surgir vindos de fontes inesperadas: mais saúde, mais dinheiro, mais amor, mais bem-estar, realização pessoal e profissional, etc. Estes são os frutos que começas a colher à medida que elevas o teu nível humano e o das pessoas que te rodeiam.
Começa por tapar os buracos dos teus próprios bolsos. E progride a partir daí.
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos.
"É fácil aumentar a auto-estima: realize coisas boas e lembre-se de tê-las realizado. Você é demais!"
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
Lisa Engelhardt
É tudo uma questão de foco. A energia que dispendes orbitando os teus fracassos dispende-a em dar valor às tuas vitórias. Todos temos "crises de auto-estima": lidamos mais ou menos mal com as críticas que nos lembram que não correspondemos com uma imagem que queremos projectar de nós mesmos.
Contudo faz parte da nossa perfeição sermos imperfeitos. Se a escarpa fosse perfeitamente lisa o alpinista nunca conseguiria chegar ao topo. Ele precisa das falhas e imperfeições na parede para lhe servirem de apoio. Dedica-te a estudar como transformar as falhas em pontos de apoio. Estou convencido que esta será a competência mais importante que alguma vez possas dominar.
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