"Quem tem a capacidade de te fazer zangar tem um enorme poder sobre ti."
Elizabeth Kenny
Se conseguires determinar o que faz uma pessoa ficar zangada, poderás influenciar as suas decisões, as suas acções e por fim a sua vida de forma tão forte mas tão subtil que até arrepia.
Escrevo isto hoje para veres se isso não se está a passar contigo. Quanto controlo tens tu sobre as tuas emoções? Não tens de ter um domínio total, pois faz parte da própria natureza delas um certo grau de "descontrolo", mas é preciso que saibas que quem quer que tenha o poder de te "tirar do sério" assim como quem te faz sentir eufórico e entusiasmado, tem o poder de te controlar e controla, mesmo que seja inconscientemente.
Não há nada de errado com isso, se essa for a tua decisão. As relações humanas são assim mesmo: sempre que nos aproximamos de outra pessoa numa relação, abdicamos de uma parte do controlo da nossa vida e colocamo-lo nas mãos dessa pessoa. Está certo, desde que tenhas consciência disso e essa seja a tua opção. Acontece sempre em relacionamentos positivos, como a amizade, ou o amor mas também acontece em relacionamentos menos positivos em que uma pessoa pretende assumir o poder sobre a vida de outra. Nestes casos tu não entregas voluntariamente esse controlo, ele é-te retirado.
A ira é uma das emoções mais fortes e mais difíceis de controlar, por algumas pessoas. Se for o teu caso, se te zangas com facilidade, se gritas com alguém facilmente, fica sabendo que não estás em controlo de uma das mais fortes forças da natureza: a tua emoção. A pessoa que te faz irritar tanto tem um poder gigante sobre ti e poderá levar-te a fazer coisas que tu não farias. Não falo somente nos relacionamentos pessoais, falo também em todos os aspectos da vida: nos negócios, no trabalho, no desporto e nos hobbies.
Vou dizer-te um segredo, que não é realmente segredo nenhum, mas pode ser que o não saibas: o que faz o teu futuro são as acções do presente. As tuas acções são ditadas principalmente pelo que tu sentes, não pelo que tu pensas. Quem comanda as tuas emoções controla as tuas acções e, por via disso, a tua vida. Já pensaste bem nisso?
Está na altura de parar, pensar, comunicar e agir de forma diferente. Procuramos gente positiva e feliz!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Comando e Controlo
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sábado, 14 de agosto de 2010
Lutar pela liberdade
"A árvore da liberdade precisa de ser regada de vez em quando com o sangue dos patriotas e dos tiranos."
Thomas Jefferson
Há momentos na vida, uns 4 ou 5, em que é preciso partir a loiça. Nada é mais importante que a tua liberdade, e nada é mais maltratado.
Eu considero que vale a pena lutar pela liberdade de tempo, dinheiro e saúde, os três pilares da independência. E por vezes é preciso suportar pessoas que dizem mal de ti sem te conhecerem, outras que te conhecem e passam ao largo, e outras que tentam sabotar a realização do teu sonho.
Pensavas que isso de realizar sonhos era um passeio pela avenida? Não é. Precisas de partir a loiça, fazer a omeleta e partir uns ovos, pagar o preço pela tua liberdade, que, mesmo assim, é sempre barato.
Vai à última gaveta, tira de lá o teu sonho, limpa-lhe o pó e começa a agir em conformidade. Depois protege-o com o teu sangue de patriota e com o dos tiranos que to querem roubar.
Thomas Jefferson
Há momentos na vida, uns 4 ou 5, em que é preciso partir a loiça. Nada é mais importante que a tua liberdade, e nada é mais maltratado.
Eu considero que vale a pena lutar pela liberdade de tempo, dinheiro e saúde, os três pilares da independência. E por vezes é preciso suportar pessoas que dizem mal de ti sem te conhecerem, outras que te conhecem e passam ao largo, e outras que tentam sabotar a realização do teu sonho.
Pensavas que isso de realizar sonhos era um passeio pela avenida? Não é. Precisas de partir a loiça, fazer a omeleta e partir uns ovos, pagar o preço pela tua liberdade, que, mesmo assim, é sempre barato.
Vai à última gaveta, tira de lá o teu sonho, limpa-lhe o pó e começa a agir em conformidade. Depois protege-o com o teu sangue de patriota e com o dos tiranos que to querem roubar.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Stress mínimo - máximos resultados
"O sucesso não é um destino. É o resultado de um padrão de comportamentos habituais."
Mike Dillard
Quando inicias uma nova actividade, ou aprendizagem, estás num estado de máximo stress e poucos resultados.
Lembras-te quando começaste a andar de bicicleta? Eu lembro-me. Excitação e medo de cair, super foco nos pedais, depois na roda da frente, depois na estrada dois metros à frente. Tensão nervosa, tensão muscular, adrenalina nos píncaros.
Depois foste ultrapassando as dificuldades e com o treino, hoje montas na bicicleta e nem pensas duas vezes: stress mínimo - máximos resultados.
Se pensares acerca do teu processo de aprendizagem quando tiraste a carta de condução aconteceu o mesmo, e o mesmo sucedeu com todas as coisas que se tornaram para ti um hábito: um novo emprego, um novo curso, novos amigos, nova escola, nova casa, novo patrão, novos relacionamentos: começam com máximo stress e mínimo resultado, e, depois de ganho o hábito, mínimo stress e máximo resultado. Expandiste a tua zona de conforto. Evoluíste.
É bastante óbvio, pelo menos no meu ponto de vista, que quem não faz nada de desconfortável, que traga excitação, algum risco e bastante stress não irá nunca progredir. A própria definição de progressão implica deslocamento, uma mudança para situações novas, aprendizagem e risco.
Por isso os hábitos são tão importantes: colocam em piloto automático as coisas velhas, para que te possas focar na aprendizagem de coisas novas. Os hábitos são como degraus: constróis um e, de cima dele, fazes outro e depois outro e outro, até teres construído toda a escadaria e teres subido até ao topo do edifício.
Há só mais uma coisinha importante que eu quero dizer acerca deste mecanismo espectacular dos hábitos: por definição um hábito é algo que repetes periodicamente sem teres de pensar muito sobre isso, assim, em piloto automático. Mas uma coisa que talvez não tenhas reparado é que há uns que te servem e outros que te exploram. Os que te exploram sugam-te o ânimo e sabotam o teu progresso. Os que te servem criam-te resistência à incerteza e ao medo e fazem de ti uma pessoa melhor.
Acho que o segredo do sucesso, para completar o que disse o Mike Dillard, é a habilidade de substituir os teus hábitos negativos por outros positivos, sobre os quais possas edificar o teu futuro.
Não deixes de fumar, substitui esse hábito por exercício físico, por exemplo. Não deixes de comer aos serões, troca somente os aperitivos por palitos de cenoura, ou aipo. Não precisas de deixar de beber, troca somente o líquido que tens no copo. Não precisas de deixar de reagir, mas em vez de reagires com impaciência, reage com compreensão. Não precisas de deixar de ver televisão mas começa a ver programas que te melhorem. Acho que apanhaste ideia. Apanhaste? Ok.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Sol e Estrelas
"É preferível iluminar que brilhar."
São Tomás de Aquino
As estrelas brilham, as vedetas brilham, o ego brilha. Mas para fazeres uma diferença no mundo precisas de iluminar. O Sol ilumina.
Quem brilha mostra-se a si mesmo, quem ilumina mostra os outros. Tu podes seguir alguém brilhante ou alguém que ilumine. O primeiro está interessado em servir-se a si mesmo, o segundo em servir-te a ti.
Muitas pessoas procuram ser admiradas, que os olhos de todos estejam neles. Sabes o que acontece a quem olha para as estrelas? Cai no primeiro buraco que lhe aparece debaixo dos pés. Posso-te garantir que cairás em muitos desse buracos, tu mesmo, se seguires as estrelas e que, se te tornares uma, muitos cairão por tua causa.
Aprende como seguir o rasto de luz no caminho. O Sol não precisa de ser admirado, mas tu precisas de ver onde pões os pés. O Sol serve-te, não se serve de ti.
Se puderes, segue o teu caminho, iluminado por quem não está preocupado com o seu próprio brilho. E, se puderes, torna-te tu mesmo um sol para quem está à tua volta e ilumina tu os caminhos deles.
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domingo, 8 de agosto de 2010
Vida moderna "rat race"
"O problema com a corrida de ratos, é que, mesmo que venças, continuas a ser um rato."
Lily Tomlin
Os anglo-saxónicos usam a expressão "rat race" ("corrida de ratos") como metáfora do modo de vida moderno. Os ratos em laboratório fazem corridas num labirinto para conseguirem chegar a uma recompensa no final. Esta experiência demonstra as extraordinárias capacidades dos ratos em mapearem nos seus cérebros um caminho através de um labirinto. No final, a recompensa.
As corridas dos ratos são uma interessante analogia: corremos, corremos, tratamos disto e daquilo, trabalhamos como loucos para conseguirmos uma recompensa no final. Também estamos bem adaptados ao labirinto em que se tornaram as nossas vidas. Temos um mapa mental adequado e percorremos as suas passagens evitando os becos sem saída mais ou menos eficazmente.
O problema com este modo de vida é que, com cada viagem bem sucedida, estaremos somente melhor preparados para, na próxima corrida, corrermos ainda mais rapidamente e mais eficientemente, não para deixarmos de ser ratos nem para nos libertarmos do labirinto.
Achas que te consegues libertar da corrida de ratos? Achas que consegues ser dono do teu tempo, do teu corpo, do teu talento? Terás algum dia a liberdade de poder correr por onde quiseres, quando quiseres, sem ter ninguém a espreitar por cima do teu ombro, a respirar no teu pescoço fazendo-te crer que precisas do pedaço de queijo no final do labirinto?
Lily Tomlin
Os anglo-saxónicos usam a expressão "rat race" ("corrida de ratos") como metáfora do modo de vida moderno. Os ratos em laboratório fazem corridas num labirinto para conseguirem chegar a uma recompensa no final. Esta experiência demonstra as extraordinárias capacidades dos ratos em mapearem nos seus cérebros um caminho através de um labirinto. No final, a recompensa.
As corridas dos ratos são uma interessante analogia: corremos, corremos, tratamos disto e daquilo, trabalhamos como loucos para conseguirmos uma recompensa no final. Também estamos bem adaptados ao labirinto em que se tornaram as nossas vidas. Temos um mapa mental adequado e percorremos as suas passagens evitando os becos sem saída mais ou menos eficazmente.
O problema com este modo de vida é que, com cada viagem bem sucedida, estaremos somente melhor preparados para, na próxima corrida, corrermos ainda mais rapidamente e mais eficientemente, não para deixarmos de ser ratos nem para nos libertarmos do labirinto.
Achas que te consegues libertar da corrida de ratos? Achas que consegues ser dono do teu tempo, do teu corpo, do teu talento? Terás algum dia a liberdade de poder correr por onde quiseres, quando quiseres, sem ter ninguém a espreitar por cima do teu ombro, a respirar no teu pescoço fazendo-te crer que precisas do pedaço de queijo no final do labirinto?
sábado, 7 de agosto de 2010
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