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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O amor...


O amor...
O amor é luz como as estrelas. Não sabemos nada das estrelas, como nada sabemos do amor. Mas muitas vezes encontramos no brilho distante de uma estrela a coragem necessária para atravessar noites de excessiva escuridão.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Viver é arriscar.


E arriscar é fazer o que só você pode fazer.


Corra o risco de dar um novo rumo à sua vida.
Acreditar em si mesmo, sempre, é a melhor receita. É claro que ser teimoso, burro e cabeça dura não é bom. Mas... persistência, confiança e resiliência são fundamentais para o sucesso.

Vamos em frente!

Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
http://www.facebook.com/portugalsemprozac


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ser Optimista



Dizem que no Portugal sem Prozac, somos optimistas, porque só olhamos para o lado bom da vida, porque só vemos as virtudes, desprezando os defeitos.

Dizem-nos que somos optimistas porque não queremos ver; que ser
optimista é um luxo de quem tem sucesso e de quem só vê o lado bom da
vida porque assim pode.

Num manifesto pedido de reflexão, gostaria de aqui afirmar o
contrário.O pessimismo, esse sim, é um luxo dos que podem, um
desperdício de energia e uma falta de respeito para connosco próprio,
para com a vida e acima de tudo, para com os outros.

Ser optimista não é, por isso, uma opção. É, antes, uma necessidade,
um imperativo que temos de aprender a lançar sobre a nossa vida.
Optimismo é começar por acreditar no sucesso como a única opção, é
declarar “guerra” ao pessimismo, de modo a que seja possível, ver no
futuro prosperidade.

Obrigado por nos ajudar a mudar o Mundo!
http://www.facebook.com/portugalsemprozac


quarta-feira, 16 de março de 2011

A coragem de viver





"Coragem é estar com um medo de morte, mas ainda assim selar o cavalo." 


John Wayne


A história costuma exaltar os indivíduos que chegaram ao topo ou que, de alguma forma, tornaram o mundo melhor. Seria um erro acreditar que nossos heróis calcularam cada movimento, encaixando deliberadamente cada peça do quebra-cabeça da vida.

Na realidade muitos deles enfrentaram mudanças - inesperadas ou indesejadas - que exigiram muita coragem. Mesmo assim, eles não deixaram que as circunstâncias os impedissem de atingir seus objetivos.

Enfrentar algumas das mais duras realidades da vida requer coragem. Winston Churchill via na coragem um ponto de partida. Ele disse: "A coragem é a primeira entre as qualidades humanas, porque é a qualidade que garante todas as outras". Ele não estava falando apenas de coragem em termos épicos - aquela associada a personalidades famosas e grandes acontecimentos - mas da coragem do dia-a-dia.
"A vida é dura... e nem sempre é justa. Mas isso não quer dizer que ela não possa ser boa, gratificante e prazerosa."

Mais do que qualquer outra coisa, coragem é uma decisão. É a decisão de ir fundo e em busca do nosso próprio caráter, de achar a fonte de nossa força quando a vida nos decepciona. É a decisão que temos de tomar se queremos nos tornar plenamente humanos.

Ludwig Van Beethoven é um dos nomes mais conhecidos da história da música. Nascido em 1770 em Bonn, na Alemanha, filho de um tenor e músico da corte, o jovem Beethoven não levava uma vida luxuosa. Aos oito anos ele fez sua primeira apresentação em público como pianista. Apesar do talento prodigioso, Beethoven era maltratado pelo pai dominador, rabugento e bêbado, que o forçava a tocar para divertimento de seus amigos.

Quanto mais o velho Beethoven tentava conciliar o ciúme que sentia do talento do filho com o desejo de que ele fosse bem sucedido, mais ele se tornava violento. Em 1787, Beethoven partiu rumo a Viena para estudar com os mestres. Ignorante quanto aos costumes da alta sociedade e descuidado com a própria aparência, ele não se entrosava com os sofisticados músicos Vienenses.

Mesmo assim, logo ganhou fama de pianista brilhante. Quando sua estrela começava a subir, a morte de sua mãe obrigou-o a voltar para Bonn, onde assumiu a responsabilidade de ajudar a família. Ao retornar a Viena alguns anos mais tarde, Beethoven buscou orientação com Haydn e outros compositores proeminentes da época, como Albrechtsberger e Salieri. Logo, ele estava criando sinfonias e executando suas próprias composições ao piano.

Quando tudo parecia dar certo, algo começou a dar muito errado: aos trinta e poucos anos, Beethoven começou a ter problemas de audição. Um distúrbio inicialmente sutil foi piorando rapidamente até que, em poucos anos, ele ouvia apenas sons distorcidos e não conseguia distinguir qualquer som alto. A cruel ironia da situação - o músico que não podia mais ouvir a própria música - levou Beethoven ao desespero profundo.

Embora não pudesse continuar a tocar, Beethoven não dobrou suas partituras e procurou isolar-se do mundo. Ele sabia que ainda podia compor. E dedicou-se a compor sob uma perspectiva ainda mais complexa e apaixonada. Esse fôlego renovado resultou na terceira sinfonia, a Heróica, que agitou o mundo da música. 

Paradoxalmente à medida que sua audição se deteriorava, sua música florescia. Ele concluiu dois de seus maiores trabalhos - a Quinta e a Sexta Sinfonia - em 1808, e em 1823 compôs a Nona Sinfonia. Inspirado no grande poema de Schiller, Ode à Alegria, a Nona Sinfonia personificou os ideais do Iluminismo, desde a declaração de independência até a ciência emergente da era industrial. Escrita por um compositor quase completamente surdo é considerada uma das maiores obras de arte já realizadas.

Se Beethoven tivesse se deixado subjugar pela perda auditiva, ele e o mundo teriam perdido um importante marco para o progresso humano. Por sorte, a natureza concedeu-lhe uma dádiva tão preciosa quanto seu gênio musical: a coragem de enfrentar mudanças devastadoras, recusando-se a deixar seu talento murchar por causa de um golpe do destino.

O teólogo Paul Tillich definiu este tipo de coragem como a verdadeira coragem, que consistia em dizer sim à vida apesar da dor e de todas as dificuldades que fazem parte da existência humana. Ele disse que era preciso demonstrar coragem diariamente para encontrar algo definitivamente positivo e significativo, tanto a respeito da vida como de nós mesmos.

A vida é dura... e nem sempre é justa. Mas isso não quer dizer que ela não possa ser boa, gratificante e prazerosa. Ainda há muitas razões para dizer sim à vida.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O Sentido da Vida em 3 Minutos

"A vida contrai-se e expande-se proporcionalmente à coragem do indivíduo."




Anaís Nin





O que quer dizer "tamanho da vida"? Não penso que seja a sua duração, que pode ser terminada a qualquer momento. Talvez seja a sua realização. Na língua inglesa há a palavra "purpose", os italianos têm "scopo" para dizerem a realização da natureza de alguma coisa, algo que atingiu o objectivo para o qual foi criado. Mas quando dizemos em português o seu "porquê", "objectivo", "sentido", cada uma destas palavras têm também outros significados e não exprime bem a ideia.

Então, se "o tamanho da vida" corresponde com o grau de realização do objectivo para o qual foi criada, é natural que quem vive sem luta, entusiasmo, metas, planos acções, objectivos, dificilmente possa conseguir um elevado grau de realização. Naturalmente, esta realização depende de cada um, de ti a tua e de mim a minha, e, naturalmente, precisas de uma dose elevada de coragem para o conseguires.

Mas... o que será a coragem? Será falta de medo? Temeridade? Acho que também não será isso. Penso que é uma energia que vem do facto de conseguires projectar-te no futuro e assim relativizares as dificuldades do presente. Se buscares viver a tua vida de uma forma que valha a pena, haverá alturas em que encontrarás um obstáculo intransponível. É aí que é preciso coragem. Uma energia renovada, um sentido de missão que coloca a tua visão do outro lado da barreira.

Mesmo com medo, insegurança, dúvidas irás dar tudo por tudo, sem meios termos. Com a conquista dessa barreira, vais tornar-te uma pessoa diferente e a tua vida vai expandir com os novos horizontes que conquistaste.

Cada cicatriz é ganha com honra e orgulho e vai recordar-te que não és mais nem menos que qualquer outra pessoa. Talvez tenhas é uma vida maior que a maioria, mas isso não importa a não ser para ti. Ninguém anda com uma fita métrica a tirar medidas e a fazer comparações.

Este post deve ter-te demorado aí uns três minutos a ler, mas acho que te pode ajudar a entender a vida e o que andas aqui a fazer. A mim ajudou.
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