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terça-feira, 24 de abril de 2012

Mudar de Vida


O ponto em que nos encontramos resulta das inúmeras escolhas que fomos fazendo, algumas – para não dizer muitas delas – de forma insconsciente. Pessoas, livros, encontros e acontecimentos aparentemente aleatórios contribuiram, por vezes de forma determinante, para nos trazer para onde estamos hoje.

A cada instante, numa simples escolha de itinerário, estamos a expor-nos a certos acontecimentos e a evitar outros tantos e esta escolha pode por vezes fazer a diferença entre a vida e a morte. Vista por este prisma, a vida revela-se uma infinita teia de probabilidades e de processos causais e poderia tornar-se verdadeiramente assustadora se estes fossem aleatórios.

Digo “de certa forma” porque há processos que, por serem mais globais – sociais, comunitários, ou planetários, por exemplo – ou mais antigos – e resultarem de escolhas anteriores – escapam ao crivo dessa proteção. É por essa razão que, “fazermos tudo certo” não constitui necessariamente uma garantia de que tudo irá sempre “correr bem”.

Por isso é importante entendermos que, mais ainda do que os acontecimentos, é a nossa atitude perante eles que define a nossa vida. As nossas escolhas determinam, em parte, aquilo a que nos expomos e aquilo de que nos afastamos, mas a nossa atitude perante os acontecimentos é muito mais determinante. Obviamente, certas escolhas colocam-nos em situações melhores, outras em situações piores. É um facto. Mas, em definitivo, é sempre possível melhorar, corrigir e mesmo tirar partido de qualquer situação se tivermos uma boa atitude.
Sim, a nossa vida é criada por nós porque temos liberdade para reagirmos de forma positiva aos desafios. E é por isso que a podemos mudar neste preciso instante, sem termos necessariamente de mandar tudo às urtigas, simplesmente decidindo – do fundo do coração – mudar de atitude.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Os dias que correm - Em modo de sobrevivência

Andamos por aí blindados, brincando aos carros de assalto, cada um a pensar na melhor estratégia para defender os seus interesses. Fala-se e ninguém realmente escuta, impacientemente à espera da sua vez de falar. E depois… todos têm tantas opiniões para dar e tanta razão no que dizem!
Quando as coisas azedam, do assunto em discussão passa-se para o ataque pessoal e lá vão mais uns entrechoques, uns riscos e uns arranhões. Fala-se de coisas que nada têm que ver mas há que saber que, em modo de sobrevivência, os egos disparam sem raciocinar sobre tudo o que mexe. E os minutos e as horas passam… nada se decide… nada se conclui. Vai-se lavando roupa suja. E à mão!
Geralmente está tudo muito mais empenhado em ter razão e fazer valer o seu ponto de vista – custe o que custar e sem olhar a meios – do que em ouvir todas as partes, ponderar a melhor solução e chegar a um consenso. Alguns opinam mesmo só por opinar, porque ficar calado é sinal de não se ter opinião – fica mal. Por isso, quando chega a hora de tomar decisões – daquelas que não podem ser adiadas – está tudo exausto e desgastado. Decide-se então à pressa, tendo em pouca conta o que foi dito, porque tem de se chegar a alguma conclusão e já é tarde!
Escute o seu coração!


Portugal sem Prozac
Procuramos gente positiva e feliz
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