segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O amor...


O amor...
O amor é luz como as estrelas. Não sabemos nada das estrelas, como nada sabemos do amor. Mas muitas vezes encontramos no brilho distante de uma estrela a coragem necessária para atravessar noites de excessiva escuridão.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Pensamento positivo, mudar o pensamento e as emoções



A grande maioria das pessoas passam o dia em constante “conversa fiada” mental ou seja o“pensamento fiado”. Pensamos em nós mesmos durante todo o dia e, infelizmente ao contrário do que seria desejável, com pensamento positivo, a maioria dos pensamentos são negativos e destrutivos. Muitas vezes são manchados com a culpa ou arrependimento sobre o nosso passado ou sobre o nosso futuro. Essa negatividade pode destruir qualquer semente de esperança que possamos ter, de alcançar os nossos sonhos.

É extremamente difícil passar a ter um pensamento positivo de um momento para o outro, sem antes estar familiarizado com os pensamentos que passam constantemente na sua mente. Um destes dias tive a brilhante ideia de tentar escrever em papel todos os pensamentos que me passavam pela cabeça num espaço de 10 minutos. Qual foi o meu espanto quando tentei associar os pensamentos que me tinham ocorrido naquela altura com os sentimentos que surgiam em resposta, resultado, todo e qualquer pensamento negativo que surgia trazia sempre consigo um sentimento de ansiedade, medo, tristeza e impotência. O resultado inverso surgia sempre que tinha um pensamento positivo.

Pensamento acções e sentimentos, uma ligação permanente
As nossas acções e sentimentos são inspiradas pelos nossos pensamentos. Se não podemos mudar a nossa forma de pensar, podemos começar a mudar a nossa forma de agir na esperança de atrair sentimentos positivos. Faz parte da natureza humana buscar constantemente o crescimento pessoal, quer a nível financeiro, emocional, físico ou espiritual. Praticar um discurso positivo em relação a si pode ajudar a pôr em marcha acções que trarão maiores recompensas. E claro ninguém se sente triste e melancólico apenas porque sim, aquilo que sentimos é resultado daquilo que pensamos.

O início da mudança do pensamento, do problema à solução
O verdadeiro problema de mudar a forma de pensar é que você pensa de“certa e determinada maneira” porque sempre agiu de “certa e determinada maneira”, portanto mudando a forma de agir irá mudar com o tempo, a forma de pensar, criando uma nova realidade. Quando você pensa,“eu não consigo”, essa é a sua realidade, é isso que você está a criar, ou seja, a partir desse momento você nem sequer vai tentar, porque já se convenceu que não consegue, passando esse pensamento a ser uma ordem. Mas se utilizar essa forma de funcionamento do seu subconsciente a seu favor e passar a afirmar para si aquilo que pretende ou idealiza, então vai obter gradualmente um fluxo de pensamentos positivos e progressistas criando soluções onde apenas existiam problemas.

Descubra o poder das afirmações na mudança de pensamentos e emoções
As afirmações são indicações positivas de um resultado ou de um objectivo desejado. São geralmente curtas, acreditáveis e focadas. Repetindo-as uma e outra vez, você constrói estradas no seu subconsciente, abrindo a possibilidade de um novo estado de pensamentos. Um detalhe importante, ao repetir as afirmações você precisa de as declamar em voz alta e com sentimento. A mera leitura das palavras não carrega nenhuma consequência a menos que você coloque algumas emoções nas palavras. Um facto significativo é que o seu subconsciente aceita todas as ordens dadas sempre que ordenado de forma repetida. Assim a prática diária de repetir afirmações é importante para educar o seu subconsciente a despoletar pensamentos positivos perante as dificuldades e duvidas que surjam na sua vida.

Enfrentar os seus fantasmas, saborear a verdadeira liberdade
Como dizia o poeta “faça todos os dias alguma coisa que lhe meta realmente muito medo”, a melhor forma de superar o medo ou os nossos fantasmas internos é confronta-los. Sempre que pensar que não consegue, arrisque não pense e passe à acção, o pior que lhe pode acontecer é ficar mais perto do seu objectivo. Entenda que mais importante que alcançar um objectivo é toda a experiência que adquire pelo percurso. E sendo assim mesmo que não o alcance a única forma de crescer e evoluir é tentando. Uma e outra vez, pois “um desistente nunca vence e um vencedor nunca desiste”.

Tente também fazer todos os dias alguma coisa que lhe dê realmente muito prazer, seja passear o seu cão, uma volta na praia, passar algum tempo com os seus filhos ou companheiro(a), ou mesmo uma actividade social, e evite ao máximo passar muito tempo em frente da TV.

Por ultimo, sorria bastante, beije e abrace tudo o que mexa e diga para si sempre antes de se deitar e sempre que se levantar “Eu sou a pessoa mais incrível e mais fantástica que alguma vez conheci”. Caso já tenha tentado de tudo e continue com algumas dificuldades em superar o pensamento negativo e as suas emoções destrutivas tente a meditação em grupo. A meditação ensina-o a reduzir o fluxo constante de pensamentos negativos e a encontrar o seu silêncio interior, trazendo até si o pensamento positivo e a verdadeira felicidade.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Greve... ao mau humor

Eu sei que é segunda-feira, mas...hoje é dia de greve... ao mau humor!

Se acordarmos de bom-humor, com um sentimento caloroso, a nossa "porta interior" abre-se automaticamente para esse dia.
Quando criamos uma atmosfera amistosa e positiva, reduzimos o receio e a insegurança. Desta forma, é-nos mais fácil criar amizades e gerar sorrisos.

A felicidade atrai.




Facebook: João Monge Ferreira https://www.facebook.com/joaomongeferreira

sábado, 29 de setembro de 2012

O Discurso do Dinheiro


Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto de esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra; por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo a seu redor existem homens que não traem aquele princípio moral que é a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a plantar trigo. Tente obter alimentos usando apenas movimentos físicos, e descobrirá que a mente do homem é a origem de todos os produtos e de toda a riqueza que já houve na terra.
Mas o senhor diz que o dinheiro é feito pelos fortes em detrimento dos fracos? A que força o senhor se refere? Não é à força das armas nem dos músculos. A riqueza é produto da capacidade humana de pensar. Então o dinheiro é feito pelo homem que inventa um motor em detrimento daquele que não o inventaram? O dinheiro é feito pela inteligência em detrimento dos estúpidos? Pelos capazes em detrimento dos incompetentes? Pelos ambiciosos em detrimento dos preguiçosos? O dinheiro é feito – antes de poder ser embolsado pelos pidões e pelos saqueadores – pelo esforço honesto de todo homem honesto, cada um na medida de sua capacidade. O homem honesto é aquele que sabe que não pode consumir mais do que produz. Comerciar por meio do dinheiro é o código dos homens de boa vontade. O dinheiro baseia-se no axioma de que todo homem é proprietário de sua mente e de seu trabalho. O dinheiro não permite que nenhum poder prescreva o valor do seu trabalho, senão a escolha voluntária do homem que está disposto a trocar com você o trabalho dele. O dinheiro permite que você obtenha em troca dos seus produtos e do seu trabalho aquilo que esses produtos e esse trabalho valem para os homens que os adquirem, e nada mais que isso. O dinheiro só permite os negócios em que há benefício mútuo segundo o juízo das partes voluntárias.
O dinheiro exige o reconhecimento de que os homens precisam trabalhar em benefício próprio, e não em detrimento de si próprio; para lucrar, não para perder; de que os homens não são bestas de carga, que não nascem para arcar com o ônus da miséria; de que é preciso oferecer-lhes valores, não dores; de que o vínculo comum entre os homens não é a troca de sofrimento, mas a troca de bens. O dinheiro exige que o senhor venda não a sua fraqueza à estupidez humana, mas o seu talento à razão humana; exige que o senhor compre não o pior que os outros oferecem, mas o melhor que o seu dinheiro pode comprar. E, quando os homens vivem do comércio – com a razão e não à força, como árbitro irrecorrível –, é o melhor produto que sai vencendo, o melhor desempenho, o homem de melhor juízo e maior capacidade – e o grau da produtividade de um homem é o grau de sua recompensa. Este é o código da existência cujo instrumento e símbolo é o dinheiro. É isto que o senhor considera mau?
Mas o dinheiro é só um instrumento. Ele pode levá-lo aonde o senhor quiser, mas não pode substituir o motorista do carro. Ele lhe dá meios de satisfazer seus desejos, mas não lhe cria desejos. O dinheiro é o flagelo dos homens que tentam inverter a lei da causalidade – os homens que tentam substituir a mente pelo seqüestro dos produtos da mente. O dinheiro não compra felicidade para o homem que não sabe o que quer; não lhe dá um código de valores se ele não tem conhecimento a respeito de valores, e não lhe dá um objetivo, se ele não escolhe uma meta. O dinheiro não compra inteligência para o estúpido, nem admiração para o covarde, nem respeito para o incompetente. O homem que tenta comprar o cérebro de quem lhe é superior para servi-lo, usando dinheiro para substituir seu juízo, termina vítima dos que lhe são inferiores. Os homens inteligentes o abandonam, mas os trapaceiros e vigaristas correm a ele, atraídos por uma lei que não descobriram: o homem não pode ser menor do que o dinheiro que ele possui. É por isso que o senhor considera o dinheiro mau? Só o homem que não precisa da fortuna herdada merece herdá-la – aquele que faria sua fortuna de qualquer modo, mesmo sem herança. Se um herdeiro está à altura de sua herança, ela o serve; caso contrário, ela o destrói. Mas o senhor diz que o dinheiro corrompeu. Foi mesmo? Ou foi ele que corrompeu seu dinheiro? Não inveje um herdeiro que não vale nada; a riqueza dele não é sua, e o senhor não teria tirado melhor proveito dela. Não pense que ela deveria ser distribuída; criar cinqüenta parasitas em lugar de um só não reaviva a virtude morta que criou a fortuna.
O dinheiro é um poder vivo que morre quando se afasta de sua origem. O dinheiro não serve à mente que não está a sua altura. É por isso que o senhor o considera mau? O dinheiro é o seu meio de sobrevivência. O veredicto que o senhor dá à fonte de seu sustento é o veredicto que o senhor dá à sua própria vida. Se a fonte é corrupta, o senhor condena a sua própria existência. O seu dinheiro provém da fraude? Da exploração dos vícios e da estupidez humana? O senhor o obteve servindo aos insensatos, na esperança de que eles lhe dessem mais do que sua capacidade merece? Baixando seus padrões de exigência? Fazendo um trabalho que o senhor despreza para compradores que o senhor não respeita? Neste caso, o seu dinheiro não lhe dará um momento sequer de felicidade. Todas as coisas que o senhor adquirir serão não um tributo ao senhor, mas uma acusação; não uma realização, mas um momento de vergonha. Então o senhor dirá que o dinheiro é mau. Mau porque ele não substitui seu amor-próprio? Mau porque ele não permite que o senhor aproveite e goze sua depravação? É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? O dinheiro será sempre um efeito, e nada jamais o substituirá na posição de causa. O dinheiro é produto da virtude, mas não dá virtude nem redime vícios. O dinheiro não lhe dá o que o senhor não merece, nem em termos materiais nem em termos espirituais. É este o motivo de seu ódio ao dinheiro? Ou será que o senhor disse que é o amor ao dinheiro que é a origem de todo o mal?
Amar uma coisa é conhecer e amar a sua natureza. Amar o dinheiro é conhecer e amar o fato de que o dinheiro é criado pela melhor força que há dentro do senhor, a sua chave-mestra que lhe permite trocar o seu esforço pelo esforço dos melhores homens que há. O homem que venderia a própria alma por um tostão é o que mais alto brada que odeia o dinheiro – e ele tem bons motivos para odiá-lo. Os que amam o dinheiro estão dispostos a trabalhar para ganhá-lo. Eles sabem que são capazes de merecê-lo. Eis uma boa pista para saber o caráter dos homens: aquele que amaldiçoa o dinheiro o obtém de modo desonroso; aquele que o respeita o ganha honestamente. Fuja do homem que diz que o dinheiro é mau. Essa afirmativa é o estigma que identifica o saqueador, assim como o sino indicava o leproso. Enquanto os homens viverem juntos na terra e precisarem de um meio para negociar, se abandonarem o dinheiro, o único substituto que encontrarão será o cano do fuzil. Mas o dinheiro exige do senhor as mais elevadas virtudes, se o senhor quer ganhá-lo ou conservá-lo.
Os homens que não têm coragem, orgulho nem amor-próprio, que não têm convicção moral de que merecem o dinheiro que têm e não estão dispostos a defendê-lo como defendem suas próprias vidas, os homens que pedem desculpas por serem ricos – esses não vão permanecer ricos por muito tempo. São presa fácil para os enxames de saqueadores que vivem debaixo das pedras durante séculos, mas que saem do esconderijo assim que farejam um homem que pede perdão pelo crime de possuir riquezas. Rapidamente eles vão livrá-lo dessa culpa. Então o senhor verá a ascensão dos homens que vivem uma vida dupla – que vivem da força, mas dependem dos que vivem do comércio para criar o valor do dinheiro que eles saqueiam. Esses homens vivem pegando carona com a virtude. Numa sociedade onde há moral eles são os criminosos, e as leis são feitas para proteger os cidadãos contra eles. Mas quando uma sociedade cria uma categoria de criminosos legítimos e saqueadores legais – homens que usam a força para se apossar da riqueza de vítimas desarmadas – então o dinheiro se transforma no vingador daqueles que o criaram. Tais saqueadores acham que não há perigo em roubar homens indefesos, depois que aprovam uma lei que os desarme. Mas o produto de seu saque acaba atraindo outros saqueadores, que os saqueiam como eles fizeram com os homens desarmados. E assim a coisa continua, vencendo sempre não o que produz mais, mas aquele que é mais implacável em sua brutalidade. Quando o padrão é a força, o assassino vence o batedor de carteiras. E então esta sociedade desaparece, em meio a ruínas e matanças.
Quer saber se este dia se aproxima? Observe o dinheiro. O dinheiro é o barômetro da virtude de uma sociedade. Quando há comércio não por consentimento, mas por compulsão – quando para produzir é necessário pedir permissão a homens que nada produzem – quando o dinheiro flui para aqueles que não vendem produtos, mas influencia – quando os homens enriquecem mais pelo suborno e favores do que pelo trabalho, e as leis não protegem quem produz de quem rouba, mas quem rouba de quem produz – quando a corrupção é recompensada e a honestidade vira um sacrifício – pode ter certeza de que a sociedade está condenada. O dinheiro é um meio de troca tão nobre que não entra em competição com as armas e não faz concessões à brutalidade. Ele não permite que um país sobreviva se metade é propriedade, metade é produto de saques. Sempre que surgem destruidores, a primeira coisa que eles destroem é o dinheiro, pois o dinheiro protege os homens e constitui a base da existência moral. Os destruidores se apossam do ouro e deixam em troca uma pilha de papel falso. Isto destrói todos os padrões objetivos e põe os homens nas mãos de um determinador arbitrário de valores. O dinheiro era um valor objetivo, equivalente à riqueza produzida. O papel é uma hipoteca sobre riquezas inexistentes, sustentado por uma arma apontada para aqueles que têm de produzi-las. O papel é um cheque emitido por saqueadores legais sobre uma conta que não é deles: a virtude de suas vítimas. Cuidado que um dia o cheque é devolvido, com o carimbo: ‘sem fundos’. Se o senhor faz do mal o meio de sobrevivência, não é de se esperar que os homens permaneçam bons. Não é de se esperar que eles continuem a seguir a moral e sacrifiquem suas vidas para proveito dos imorais. Não é de se esperar que eles produzam, quando a produção é punida e o saque é recompensado. Não pergunte quem está destruindo o mundo: é o senhor. O senhor vive no meio das maiores realizações da civilização mais produtiva do mundo e não sabe por que ela está ruindo a olhos vistos, enquanto o senhor amaldiçoa o sangue que corre pelas veias dela – o dinheiro. O senhor encara o dinheiro como os selvagens o faziam, e não sabe por que a selva está brotando nos arredores das cidades. Em toda a história, o dinheiro sempre foi roubado por saqueadores de diversos tipos, com nomes diferentes, mas cujo método sempre foi o mesmo: tomar o dinheiro à força e manter os produtores de mãos atadas, rebaixados, difamados, desonrados. Esta afirmativa de que o dinheiro é a origem do mal, que o senhor pronuncia com tanta convicção, vem do tempo em que a riqueza era produto do trabalho escravo – e os escravos repetiam os movimentos que foram descobertos pela inteligência de alguém e durante séculos não foram aperfeiçoados.
Enquanto a produção era governada pela força, e a riqueza era obtida pela conquista, não havia muito que conquistar. No entanto, no decorrer de séculos de estagnação e fome, os homens exaltavam os saqueadores, como aristocratas da espada, aristocratas de estirpe, aristocratas da tribuna, e desprezavam os produtores, como escravos, mercadores, lojistas – industriais. Para a glória da humanidade, houve, pela primeira e única vez na história, uma nação de dinheiro – e não conheço elogio maior aos Estados Unidos do que esse, pois ele significa um país de razão, justiça, liberdade, produção, realização. Pela primeira vez, a mente humana e o dinheiro foram libertados, e não havia fortunas adquiridas pela conquista, mas só pelo trabalho, e ao invés de homens da espada e escravos, surgiu o verdadeiro criador da riqueza, o maior trabalhador, o tipo mais elevado de ser humano – o self-made man – o industrial americano. Se me perguntarem qual a maior distinção dos americanos, eu escolheria – porque ela contém todas as outras – o fato de que foram os americanos que criaram a expressão “fazer dinheiro”. Nenhuma outra língua, nenhum outro povo jamais usara estas palavras antes, e sim “ganhar dinheiro”; antes, os homens sempre encaravam a riqueza como uma quantidade estática, a ser tomada, pedida, herdada, repartida, saqueada ou obtida como favor. Os americanos foram os primeiros a compreender que a riqueza tem que ser criada. A expressão ‘fazer dinheiro’ resume a essência da moralidade humana. Porém foi justamente por causa desta expressão que os americanos eram criticados pelas culturas apodrecidas dos continentes de saqueadores.
O ideário dos saqueadores fez com que pessoas como o senhor passassem a encarar suas maiores realizações como um estigma vergonhoso, sua prosperidade como culpa, seus maiores filhos, os industriais, como vilões, suas magníficas fábricas como produto e propriedade do trabalho muscular, o trabalho de escravos movidos a açoites, como na construção das pirâmides do Egito. As mentes apodrecidas que dizem não ver diferença entre o poder do dólar e o poder do açoite merecem aprender a diferença na sua própria pele, que, creio eu, é o que vai acabar acontecendo. Enquanto pessoas como o senhor não descobrirem que o dinheiro é a origem de todo bem, estarão caminhando para sua própria destruição. Quando o dinheiro deixa de ser o instrumento por meio do qual os homens lidam uns com os outros, os homens se tornam os instrumentos dos homens. Sangue, açoites, armas – ou dólares. Façam sua escolha – não há outra opção – e o tempo está esgotando.
por Ayn Rand, filósofa americana de origem russa.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Espero


O tempo passa e reforça a vontade de te ver
Quando estivemos juntos é só o que a mente revê
O olhar que está perdido guia-se em fragmentos internos
De desejos repetidos nas noites que são de inverno

As mãos que toco tremem de amor
Os corpos juntam-se na procura de calor
E o que dizemos dali não sai
Os olhos juram e eu juro ainda mais

És tu que eu quero
Tu mais que tudo
Por ti não desisto nem por um segundo
És tu que eu quero
Tu mais que tudo
Por ti não desisto nem por um segundo

Espero por ti
Espero por ti
Espera por mim
Espera por mim

É um agradecimento
Trêsporcento

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Meditações


A meditação abre-nos as portas da vida. Faz com que o que temos seja suficiente. Transforma a revolta em aceitação, o caos em ordem, a confusão em claridade… Transforma os problemas em dádivas, os falhanços em sucessos, os erros
 em acontecimentos importantes e acolhe o imprevisto como se fosse oportuno.

Com meditação damos sentido ao passado, trazemos paz ao presente e criamos uma visão para o futuro. Não nos privemos de uma das maiores fontes de felicidade, gratuita e totalmente ao nosso alcance!

Pensem e meditem!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Um canhão pelo cu


Sobre o terrorismo financeiro

"Um canhão pelo cu" é o título de um texto de Juan José Millás publicado na semana passada no El País e que se tornou viral. O suplemento Dinheiro Vivo ( do DN e JN) publica hoje a sua tradução que, com a devida vénia, aqui republico. 
Aviso: contém linguagem que pode ser considerada ofensiva.



Um canhão pelo cu
Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.
Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.
Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.
Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.
A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.
Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.
E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.
Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.
A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.
A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.
Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.
Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.
Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.
Juan José Millás

Via: Patrícia Fonseca / Blogkiosk

sábado, 7 de julho de 2012

Para Meditar


Uma "historinha" para meditar:
O pastor estava na Serra com o seu neto. O neto perguntou-lhe porque havia gente feliz e gente infeliz!
O avô pastor disse ao neto: 
- É tudo um problema dos “lobos” que existem dentro de nós!
O neto ficou surpreso com a resposta!
- Dentro de nós vivem dois “lobos”. Um é malvado, ressentido, arrogante, avarento, falso e triste. O outro “lobo” é bondoso, sereno, humilde, benevolente, generoso e divertido.
Pergunta o neto: - Diz-me avô: Qual é o mais forte?
Responde o avô pastor: Aquele que TU “alimentares” melhor…

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Liberdade


"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada" (Ayn Rand, filósofa, judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920).

terça-feira, 24 de abril de 2012

Mudar de Vida


O ponto em que nos encontramos resulta das inúmeras escolhas que fomos fazendo, algumas – para não dizer muitas delas – de forma insconsciente. Pessoas, livros, encontros e acontecimentos aparentemente aleatórios contribuiram, por vezes de forma determinante, para nos trazer para onde estamos hoje.

A cada instante, numa simples escolha de itinerário, estamos a expor-nos a certos acontecimentos e a evitar outros tantos e esta escolha pode por vezes fazer a diferença entre a vida e a morte. Vista por este prisma, a vida revela-se uma infinita teia de probabilidades e de processos causais e poderia tornar-se verdadeiramente assustadora se estes fossem aleatórios.

Digo “de certa forma” porque há processos que, por serem mais globais – sociais, comunitários, ou planetários, por exemplo – ou mais antigos – e resultarem de escolhas anteriores – escapam ao crivo dessa proteção. É por essa razão que, “fazermos tudo certo” não constitui necessariamente uma garantia de que tudo irá sempre “correr bem”.

Por isso é importante entendermos que, mais ainda do que os acontecimentos, é a nossa atitude perante eles que define a nossa vida. As nossas escolhas determinam, em parte, aquilo a que nos expomos e aquilo de que nos afastamos, mas a nossa atitude perante os acontecimentos é muito mais determinante. Obviamente, certas escolhas colocam-nos em situações melhores, outras em situações piores. É um facto. Mas, em definitivo, é sempre possível melhorar, corrigir e mesmo tirar partido de qualquer situação se tivermos uma boa atitude.
Sim, a nossa vida é criada por nós porque temos liberdade para reagirmos de forma positiva aos desafios. E é por isso que a podemos mudar neste preciso instante, sem termos necessariamente de mandar tudo às urtigas, simplesmente decidindo – do fundo do coração – mudar de atitude.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ser Optimista


Ser optimista não é, uma opção. É, antes, uma necessidade, um imperativo que temos de aprender a lançar sobre a nossa vida. Optimismo é começar por acreditar no sucesso como a única via, é declarar guerra ao pessimismo, de modo a que seja possível ver no futuro prosperidade.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Anestesiamo-nos em vez de viver.



Somos frágeis. Somos vulneráveis. Por isso só temos duas alternativas: ou recusamos a nossa natureza e decidimos ser plásticos e inquebráveis, anestesiados e artificiais ou aceitamos a vulnerabilidade do coração humano, abrimos a porta à insustentável ternura e sentimos ao vivo e a cores a imensa energia inebriante de que é feito o mundo. 


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O Jogo da Paz Mundial




 John Hunter coloca todos os problemas do mundo num tabuleiro de contraplacado de 1,2m por 1,5m -- e deixa os seus alunos do 4º ano resolvê-los. No TED2011, ele explica como é que o Jogo da Paz Mundial motiva os seus alunos, e porque é que as lições complexas que o jogo ensina - espontâneas, e sempre surpreendentes - vão mais longe do que alguma aula pode ir.


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Eu Simplesmente Amo-te!


Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se. 

Pablo Neruda, in "Cem Sonetos de Amor"

O mal nunca está no amor.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Os dias que correm - Em modo de sobrevivência

Andamos por aí blindados, brincando aos carros de assalto, cada um a pensar na melhor estratégia para defender os seus interesses. Fala-se e ninguém realmente escuta, impacientemente à espera da sua vez de falar. E depois… todos têm tantas opiniões para dar e tanta razão no que dizem!
Quando as coisas azedam, do assunto em discussão passa-se para o ataque pessoal e lá vão mais uns entrechoques, uns riscos e uns arranhões. Fala-se de coisas que nada têm que ver mas há que saber que, em modo de sobrevivência, os egos disparam sem raciocinar sobre tudo o que mexe. E os minutos e as horas passam… nada se decide… nada se conclui. Vai-se lavando roupa suja. E à mão!
Geralmente está tudo muito mais empenhado em ter razão e fazer valer o seu ponto de vista – custe o que custar e sem olhar a meios – do que em ouvir todas as partes, ponderar a melhor solução e chegar a um consenso. Alguns opinam mesmo só por opinar, porque ficar calado é sinal de não se ter opinião – fica mal. Por isso, quando chega a hora de tomar decisões – daquelas que não podem ser adiadas – está tudo exausto e desgastado. Decide-se então à pressa, tendo em pouca conta o que foi dito, porque tem de se chegar a alguma conclusão e já é tarde!
Escute o seu coração!


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Menos coisas, mais felicidade



O escritor e designer Graham Hill pergunta: Será que ter menos coisas, em menos espaço, pode originar mais felicidade? Ele defende que é possível viver ocupando menos espaço e desvenda três regras para ajustarmos a nossa vida.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O lado bom da vida!


Olhar para o lado bom da vida não significa fechar os olhos às ameaças terroristas ou à crise económica, fazendo de conta que não existem. Olhar para o lado bom da vida é uma opção. É escolher olhar para as pessoas boas e corajosas de que a vida está cheia, para os acontecimentos, descobertas ou iniciativas que trazem bem e dignificam os seres humanos, dar-lhes importância e privilegiá-los em relação aos outros, aqueles que a comunicação social atira cá para fora às centenas, quotidianamente.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Viver é arriscar.


E arriscar é fazer o que só você pode fazer.


Corra o risco de dar um novo rumo à sua vida.
Acreditar em si mesmo, sempre, é a melhor receita. É claro que ser teimoso, burro e cabeça dura não é bom. Mas... persistência, confiança e resiliência são fundamentais para o sucesso.

Vamos em frente!

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Gratidão - Segredo da vida


A gratidão abre-nos as portas da vida. Faz com que o que temos seja suficiente. Transforma a revolta em aceitação, o caos em ordem, a confusão em claridade… Transforma os problemas em dádivas, os falhanços em sucessos, os erros em acontecimentos importantes e acolhe o imprevisto como se fosse oportuno.


Com gratidão damos sentido ao passado, trazemos paz ao presente e criamos uma visão para o futuro. 


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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A escolha é nossa!



Há pessoas que andam pela vida sempre contrariadas. Se faz sol, queixam-se do calor; se chove, queixam-se da chuva. Detestam o frio, odeiam o calor, parece às vezes que a única coisa de que gostam mesmo é de se queixarem.

Já repararam como, muitas vezes, uma boa parte do nosso descontentamento vem das ideias feitas que temos sobre as coisas e da nossa recusa em aceitar o que é?

Porque se a vida não tem botão de rewind, tem certamente um botão forward. A escolha é nossa.

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